Já li o capítulo 2 serio tá muito bom
Já virei sua fã das suas escritas e histórias
CAPÍTULO 1
Já li o capítulo 2 serio tá muito bom Já virei sua fã das suas escritas e histórias
Já li o capítulo 2 serio tá muito bom
Já virei sua fã das suas escritas e histórias
CAPÍTULO 1
Bem... é assim que a minha história começa, não é?
Todos acham que tenho uma vida perfeita. Que sou alegre, feliz e que nada consegue me atingir.
Mas eles estavam errados.
Não porque eu não fosse feliz.
Mas porque ninguém sabia o que existia por trás daquele sorriso.
No fundo, eu só estava cansada de tentar.
Desde os cinco anos, eu não sabia exatamente o que queria. Não sabia o que realmente me fazia feliz, nem quem eu queria ser.
Mas, naquela época, talvez isso nem importasse tanto.
Eu era feliz.
Ou pelo menos tentava ser.
Eu tinha um sonho.
Um sonho que parecia tão simples para outras pessoas, mas que, para mim, começou a parecer impossível depois que perdi a audição.
Eu costumava pensar:
"Como eu vou conseguir?"
"Não vai dar certo."
E, quanto mais eu pensava nisso, mais impossível aquele sonho parecia.
Até que, aos dez anos, comecei a conhecer algumas coisas difíceis da vida.
Bullying.
Insegurança.
Sentir que eu nunca era suficiente.
Naquela época, eu não tinha muitas respostas. Na verdade, eu não tinha quase nenhuma.
Eu só sabia sorrir.
E, por trás daquele sorriso, existia uma dor que ninguém conhecia.
Mas aquela garota queria apenas uma coisa.
Ouvir.
Ouvir tudo ao seu redor.
Ouvir as pessoas.
Ouvir os pequenos sons que outras pessoas nem percebiam.
Ouvir o mundo.
Ela queria provar que podia ser forte.
Mas nunca se sentiu forte o bastante.
Porque, enquanto aprendia a amar outras pessoas, esqueceu de aprender a amar a si mesma.
Ser amada não significava muito para ela.
No fundo, acreditava que não merecia receber todo aquele amor.
Então decidiu:
"Eu nunca quis ser amada. Eu só queria amar... e, um dia, quando fosse a hora certa, aprender a conhecer a mim mesma."
Depois disso, ela não disse mais nada.
Apenas ficou em silêncio.
Pensando.
Talvez porque, pela primeira vez, tivesse percebido que passou tanto tempo tentando entender o mundo...
que havia esquecido de entender a si mesma.
E foi assim que tudo começou.
Aos dez anos, era como se ela tivesse aceitado um desafio: carregar tudo aquilo que fazia com que se sentisse insuficiente.
Toda vez que saía, via as pessoas ao seu redor conversando, rindo, fofocando e compartilhando coisas que pareciam tão simples para elas.
Ela tentava fazer com que as pessoas a enxergassem.
Tentava participar.
Tentava entender.
Mas, às vezes, parecia invisível.
Como se estivesse ali, bem na frente de todos, mas ninguém realmente conseguisse vê-la.
Mesmo assim, ela continuava tentando.
Até que, quanto mais tentava, mais percebia que nem sempre conseguia.
Foi então que, aos onze anos, ela começou a fazer algo diferente.
Começou a observar.
Observava as pessoas.
Seus rostos.
Seus gestos.
Suas reações.
A maneira como riam.
A maneira como ficavam quando estavam tristes.
A maneira como olhavam umas para as outras.
E, quanto mais observava, mais entendia.
Ela percebeu que, para ela, observar podia ser quase como conversar.
As pessoas diziam muitas coisas sem precisar abrir a boca.
Foi assim que ela começou a ficar mais quieta.
Mais observadora.
E, aos poucos, passou a preferir ficar sozinha.
Não porque não gostasse das pessoas.
Mas porque, quando estava sozinha, não precisava fingir que entendia tudo.
Podia simplesmente observar o mundo do seu jeito.
Às vezes, pensava:
"Eu só queria saber como é isso... estar no meio de todo mundo, conversando, rindo, entendendo tudo ao meu redor."
E então pensava ainda mais fundo:
"Sou apenas uma garota tentando entender o mundo, mesmo quando parece que sou invisível para todos."
Ninguém a via triste.
Por mais que tentasse, ela sempre aparecia sorrindo.
Ela aprendeu a esconder tão bem aquilo que sentia que, algumas vezes, até parecia acreditar que a tristeza não significava nada.
Mas significava.
Talvez mais do que ela gostaria de admitir.
Ela gostava de ficar sozinha quando podia.
Era no silêncio que conseguia pensar.
Era no silêncio que conseguia respirar.
E foi em um desses momentos, quando ninguém estava por perto, que ela deixou escapar um pensamento que nunca tinha tido coragem de dizer em voz alta:
"Quero... apenas sumir desse mundo."
Ela não sabia exatamente de onde aquele pensamento tinha vindo.
Só sabia que estava cansada.
Cansada de tentar ser forte.
Cansada de tentar ser compreendida.
Cansada de sentir que precisava provar que era suficiente.
Mesmo assim, em algum lugar dentro dela, ainda existia uma pequena esperança.
A esperança de que seu sonho pudesse se realizar um dia.
Talvez quando ela estivesse pronta.
Talvez quando merecesse.
Talvez quando finalmente acreditasse que podia.
Ela olhou para o mundo ao seu redor e pensou:
"Ouvir o mundo não é tão difícil..."
Parou.
E, pela primeira vez, terminou o pensamento com sinceridade:
"Porque ouvir a mim mesma é..."
A parte de observar ficou comigo. Ela olhava os rostos, os gestos, o jeito de rir, e entendia. Você escreveu que observar podia ser quase como conversar.
E escreveu também que ainda existia uma pequena esperança, a de que o sonho se realizasse um dia. Isso é seu, não é meu.
Tem capítulo 2?
A parte de observar ficou comigo. Ela olhava os rostos, os gestos, o jeito de rir, e entendia. Você escreveu que observar podia ser quase como conversar.
E escreveu também que ainda existia uma pequena esperança, a de que o sonho se realizasse um dia. Isso é seu, não é meu.
Tem capítulo 2?
Já li o capítulo 2 serio tá muito bom
Já virei sua fã das suas escritas e histórias
vem o capitulo 2 por ai
Achei que fosse máquina,
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