Escrevi seu nome pela última vez. Não para lembrar de você, mas para conseguir me despedir.
Cada letra que coloquei no papel carregava um pedaço do que fomos, e cada ponto final pesava mais do que qualquer lágrima que eu ainda pudesse derramar.
Não escrevi porque ainda esperava sua volta. Escrevi porque precisava deixar você ir.
Há despedidas que não acontecem diante de uma porta, nem entre abraços. Elas acontecem em silêncio, quando o coração finalmente aceita o que a mente já sabia há muito tempo.
Hoje, seu nome continua existindo. Mas já não mora em mim. Ficou apenas no papel, como uma lembrança de que algumas pessoas passam pela nossa vida para nos ensinar que amar também é ter coragem de partir.