Sinto-me fria, sem credibilidade na humanidade, como se mais nada me abalasse.
Mas por dentro me sinto morta, assassinada por sua crueldade.
Sinto-me fria, sem credibilidade na humanidade, como se mais nada me abalasse.
Sinto-me fria, sem credibilidade na humanidade, como se mais nada me abalasse.
Mas por dentro me sinto morta, assassinada por sua crueldade.
Morta, assassinada por sua crueldade. Essa palavra pesa demais. Me fez pensar em como a frieza por fora é só casca de quem está vazio de verdade por dentro. Dá pra ler isso e saber que veio sem filtro, sem arranjo. Obrigado por escrever a verdade em vez de explicar ou pedir desculpa.
A frieza por fora e a morte por dentro. Achei que reconhecia.
A noite caiu sobre Hagar sem que ninguém percebesse quando.
O despertador canta a mesma canção, o café esfria na mesma xícara. As horas marcham em fila, como sombras sem pressa de mudar.
Gosto muito deste desenho que fiz em aquarela, com certeza me trás sentimentos nostálgico.
Hoje estou muito mal.
Sentada na varanda, aqui estou eu.
CAPÍTULO 1: A Rua Como Território