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Capítulo 14-Entre Olhares e Coincidências

shay
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Capítulo 14 — O Dia Seguinte

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Capítulo 14 — O Dia Seguinte

A manhã chegou mais rápido do que Laura esperava.

Ela abriu os olhos e ficou alguns segundos olhando para o teto.

Por algum motivo, sua mente voltou para a noite anterior.

O evento.
A conversa no jardim.
A chuva.
O sorriso de Daniel.

Ela balançou a cabeça, tentando afastar aqueles pensamentos.

— É só uma conversa... — murmurou para si mesma.

Afinal, Daniel continuava sendo o diretor da empresa.

E ela precisava lembrar disso.


Quando chegou ao escritório, tudo parecia igual.

As mesmas pessoas andando pelos corredores.
Os mesmos sons dos computadores.
As mesmas reuniões começando cedo.

Mas, para Laura...

Algo parecia diferente.

Ela entrou em sua sala e deixou alguns documentos sobre a mesa.

Poucos minutos depois, Sofia apareceu na porta.

Com um sorriso impossível de esconder.

— Bom dia.

Laura olhou para ela desconfiada.

— Por que você está sorrindo desse jeito?

Sofia entrou na sala calmamente.

— Eu? Estou normal.

Laura arqueou uma sobrancelha.

— Sofia.

Ela riu.

— Está bem. Talvez eu esteja um pouco feliz.

Laura voltou a olhar para os documentos.

— Não começa.

— Eu nem falei nada.

— Mas eu conheço esse olhar.

Sofia se aproximou da mesa.

— Então me diga uma coisa...

Laura suspirou.

— O quê?

— A chuva estava bonita ontem?

Laura parou por um instante.

Tentou continuar lendo.

Mas era tarde demais.

Sofia percebeu.

— Ah...

Laura levantou o olhar.

— Ah o quê?

Sofia sorriu.

— Nada. Só achei interessante você lembrar tão rápido.

Laura fechou a pasta.

— Foi apenas um momento normal.

— Claro.

Sofia concordou rápido demais.

— Um momento normal com você e o Daniel andando juntos na chuva.

Laura ficou em silêncio.

— Sofia...

— Eu não disse nada.

Mas o sorriso dela dizia tudo.


Do outro lado do prédio...

Daniel estava em sua sala.

Alguns relatórios estavam abertos sobre a mesa.

Mas sua atenção não estava neles.

Ele olhou pela janela.

A chuva da noite anterior ainda estava em sua memória.

Não era comum ele se distrair durante o trabalho.

Muito menos por causa de alguém.

Daniel pegou um documento e tentou voltar ao que estava fazendo.

Mas uma pequena lembrança apareceu novamente.

O sorriso de Laura.

Ele respirou fundo.

— Concentre-se, Daniel.

Nesse momento, alguém bateu na porta.

— Entre.

Laura apareceu segurando alguns documentos.

Por alguns segundos...

Os dois ficaram em silêncio.

Era estranho.

Não porque havia algo errado.

Mas porque agora existia uma lembrança entre eles.

Algo que antes não existia.

— Trouxe os relatórios da reunião.

Daniel pegou os documentos.

— Obrigado.

Laura assentiu.

Quando ia sair, ele chamou:

— Laura.

Ela se virou.

— Sim?

Daniel ficou em silêncio por um instante.

Como se estivesse escolhendo as palavras.

— Sobre ontem...

Ela esperou.

— Obrigado pela conversa.

Laura sorriu de leve.

— Eu também gostei.

Por alguns segundos, nenhum dos dois disse nada.

Até que Laura percebeu que ainda estava parada ali.

— Eu vou voltar ao trabalho.

Daniel concordou.

— Eu também.

Ela saiu.

Mas, pela primeira vez em muito tempo...

Daniel sorriu sozinho.


No corredor, Sofia apareceu ao lado de Laura.

— Então?

Laura olhou para ela.

— Então o quê?

Sofia segurou o riso.

— Nada.

Mas as duas sabiam.

Aquela história ainda estava apenas começando.



Capítulo 15 — Pequenas Mudanças

A rotina voltou ao normal.

Ou pelo menos era o que Laura tentava acreditar.

Os dias continuavam seguindo o mesmo ritmo.

Reuniões.
Relatórios.
Prazos.
Conversas rápidas pelos corredores.

Mas havia pequenas mudanças que ela não conseguia ignorar.

Daniel ainda era o mesmo diretor sério de sempre.

Mas agora Laura conhecia um lado dele que poucos tinham visto.

O homem por trás do cargo.


Naquela manhã, Laura estava organizando alguns documentos quando ouviu uma voz conhecida.

— Precisa de ajuda?

Ela levantou os olhos.

Daniel estava parado perto da mesa.

Ela ficou surpresa.

Normalmente, ele apenas deixava as tarefas e seguia seu caminho.

— Está tudo bem. Eu consigo.

Ele observou a quantidade de papéis.

— Tem certeza?

Laura sorriu.

— Tenho.

Daniel assentiu.

Mas antes de sair, disse:

— Não precisa tentar resolver tudo sozinha.

Ela ficou olhando para ele por alguns segundos.

Era uma frase simples.

Mas vindo dele...

Parecia diferente.


Do outro lado da sala, Sofia observava a cena.

Quando Daniel saiu, ela se aproximou de Laura.

— Interessante.

Laura nem olhou para ela.

— O quê?

— O Daniel.

Laura continuou organizando os documentos.

— O que tem ele?

Sofia sorriu.

— Ele nunca pergunta se alguém precisa de ajuda.

Laura parou por um instante.

— Talvez ele só estava sendo educado.

— Talvez.

Sofia respondeu, claramente sem acreditar.


Mais tarde, durante uma reunião, Laura apresentou algumas ideias para um novo projeto.

Ela esperava críticas.

Afinal, Daniel sempre era muito exigente.

Mas, dessa vez, ele apenas ouviu.

Quando ela terminou, ele falou:

— É uma boa proposta.

Todos na sala ficaram surpresos.

Não pelo elogio.

Mas porque Daniel raramente fazia isso.

Laura tentou esconder o sorriso.

— Obrigada.

Ele apenas assentiu.

Mas havia algo diferente no olhar dele.


No fim do dia, Laura saiu do prédio.

O céu estava começando a escurecer.

Ela caminhava até a saída quando ouviu:

— Laura.

Ela se virou.

Daniel estava atrás dela.

— Sim?

Ele parecia hesitar.

— Sobre o projeto... eu queria dizer que você fez um ótimo trabalho.

Ela sorriu.

— Obrigada.

Um silêncio confortável apareceu entre os dois.

O mesmo tipo de silêncio da noite do evento.

Então Daniel falou:

— Espero que você continue assim.

Laura olhou para ele.

— Vou tentar.

Ele sorriu levemente.

— Eu sei.

E, pela primeira vez...

Laura percebeu que aquele homem que todos temiam...

Talvez fosse alguém muito mais gentil do que deixava aparecer.

Enquanto isso, de longe...

Sofia observava os dois saindo.

Ela cruzou os braços e sorriu.

— Pequenas mudanças...

Ela sabia.

Às vezes, as maiores histórias começavam com coisas pequenas.



Capítulo 16 — Entre Decisões

Os dias seguintes passaram rapidamente.

Laura estava cada vez mais envolvida com seus projetos dentro da empresa.

Ela havia começado a perceber que Daniel confiava mais no trabalho dela.

Mas, junto com essa confiança...

Vieram novas responsabilidades.

Naquela manhã, todos os funcionários receberam uma mensagem sobre uma reunião importante.

O assunto era um novo contrato que poderia mudar o futuro da empresa.


Na sala de reuniões, todos estavam atentos.

Daniel estava na frente da mesa, sério como sempre.

— Esse projeto é uma grande oportunidade para a empresa — disse ele.

Algumas pessoas concordaram.

Mas Laura percebeu que havia algo diferente no jeito dele falar.

Ele parecia preocupado.

Depois de explicar os detalhes, Daniel continuou:

— Porém, teremos que fazer algumas mudanças para que tudo dê certo.

A sala ficou em silêncio.


Após a reunião, Laura voltou para sua mesa pensando no assunto.

O projeto parecia importante.

Mas algumas decisões poderiam afetar algumas áreas da empresa.

Ela sabia que Daniel sempre buscava os melhores resultados.

Mas também lembrava do que ele havia dito sobre sua mãe.

Que sucesso só fazia sentido quando melhorava a vida de alguém.


Mais tarde, Laura encontrou Daniel sozinho em sua sala.

Ele analisava alguns documentos.

— Posso falar com o senhor?

Daniel levantou os olhos.

— Claro.

Ela entrou.

— Sobre o novo projeto...

Ele percebeu a preocupação dela.

— O que aconteceu?

Laura respirou fundo.

— Eu queria saber se todas as mudanças foram realmente necessárias.

Daniel ficou em silêncio.

Não parecia bravo.

Apenas pensativo.

— Você acha que não?

Ela escolheu as palavras com cuidado.

— Acho que a empresa precisa crescer. Mas também acho importante lembrar das pessoas que fazem parte dela.

Por alguns segundos, Daniel apenas olhou para ela.

Poucas pessoas tinham coragem de questionar suas decisões.

Mas Laura não estava tentando enfrentá-lo.

Ela estava tentando entender.


— Você sabe que nem sempre é fácil tomar essas decisões, não sabe? — perguntou Daniel.

Laura assentiu.

— Eu imagino.

Ele olhou novamente para os documentos.

— Às vezes, o que parece ser a escolha certa para todos... pode acabar não sendo a melhor para cada pessoa.

Laura percebeu algo no olhar dele.

Aquele mesmo lado que ela tinha visto no evento.

O lado de alguém que carregava muitas responsabilidades.

— Eu só achei que talvez fosse importante lembrar disso.

Daniel ficou alguns segundos em silêncio.

Então sorriu de leve.

— É por isso que eu gosto de ouvir sua opinião.

Laura ficou surpresa.

— Minha opinião?

— Sim.

Ele fechou a pasta.

— Você enxerga coisas que muitos ignoram.


Quando Laura saiu da sala, encontrou Sofia esperando no corredor.

— Pela sua cara... ou você ganhou uma discussão ou teve uma conversa muito importante.

Laura sorriu.

— Talvez os dois.

Sofia riu.

— Eu sabia.

Laura olhou para ela.

— Sabia o quê?

Sofia apenas continuou andando.

— Que você seria a única pessoa capaz de fazer o Daniel pensar duas vezes.

Laura ficou olhando para o corredor.

Ela não sabia exatamente quando aconteceu.

Mas aquele homem que antes parecia tão distante...

Agora parecia cada vez mais próximo.

E talvez isso fosse justamente o que mais assustava.


Capítulo 17 — O Que Guardamos

A semana chegou ao fim.

Depois de dias cheios de reuniões e decisões importantes, a empresa finalmente parecia mais tranquila.

Laura estava organizando suas últimas tarefas quando recebeu uma mensagem.

Era de Daniel.

"Preciso de ajuda com alguns documentos. Pode passar na minha sala?"

Ela levantou uma sobrancelha.

Normalmente, Daniel chamava os funcionários apenas para assuntos de trabalho.

Mas agora...

Ela já conhecia um pouco mais dele.


Quando chegou à sala, encontrou Daniel olhando alguns papéis antigos.

— Desculpe incomodar tão tarde.

— Tudo bem.

Laura se aproximou.

— O que precisa?

Daniel segurou um documento.

— Estou organizando alguns arquivos antigos da empresa.

Ela percebeu algumas fotografias junto aos papéis.

Em uma delas, havia uma mulher sorrindo.

Laura reconheceu.

Era a mãe dele.

— É ela?

Daniel olhou para a foto.

— Sim.

Por alguns segundos, o rosto dele mudou.

Aquele homem sério desapareceu.

Restava apenas alguém lembrando de uma pessoa importante.

— Ela parece ser muito feliz.

Daniel sorriu.

— Ela era.


Laura ficou em silêncio.

Não queria invadir uma lembrança tão pessoal.

Mas Daniel continuou.

— Minha mãe acreditava que as pessoas sempre deixam alguma coisa para trás.

Laura olhou para ele.

— Como o quê?

Ele pensou por um momento.

— Como uma palavra que mudou alguém. Uma ajuda no momento certo. Uma lembrança boa.

Laura sorriu.

— Acho que ela tinha razão.

Daniel olhou para a fotografia novamente.

— Depois que ela se foi, eu achei que precisava cuidar de tudo sozinho.

Ele respirou fundo.

— A empresa. As pessoas. As decisões.

Laura percebeu.

Pela primeira vez, ele não parecia um diretor.

Parecia apenas Daniel.

— Deve ter sido difícil.

Ele assentiu.

— Foi.

Um pequeno silêncio apareceu.

Mas não era desconfortável.

Era um silêncio de compreensão.


— E você? — perguntou Daniel.

Laura se surpreendeu.

— Eu?

— Sim. Você sempre pergunta sobre os outros, mas quase nunca fala sobre você.

Ela deu uma pequena risada.

— Talvez eu não tenha histórias tão interessantes.

Daniel negou com a cabeça.

— Todo mundo tem.

Laura olhou pela janela.

— Acho que eu sempre tentei provar que conseguia fazer tudo sozinha.

Daniel ficou atento.

— Por quê?

Ela demorou alguns segundos para responder.

— Porque às vezes é mais fácil não depender de ninguém.

Daniel entendeu aquela resposta.

Talvez mais do que ela imaginava.


A noite já estava avançada quando Laura percebeu o horário.

— Acho melhor eu ir.

Daniel concordou.

Ela caminhou até a porta.

Antes de sair, ouviu:

— Laura.

Ela se virou.

— Obrigado.

— Pelo quê?

Daniel sorriu de leve.

— Por me lembrar que eu não preciso carregar tudo sozinho.

Laura não respondeu.

Apenas sorriu.


No corredor, ela parou por um instante.

Percebeu que, em pouco tempo...

Daniel havia deixado de ser apenas seu chefe.

E ela também não era mais apenas uma funcionária para ele.

Mas os dois ainda tinham medo de admitir isso.

Porque algumas mudanças acontecem devagar.

E algumas pessoas...

Precisam aprender a deixar alguém se aproximar.



Capítulo 18 — Entre Medos e Escolhas

Os dias passaram.

Mas algumas coisas já não eram como antes.

Laura percebeu que procurava por Daniel nos corredores.

Não porque precisava de alguma coisa.

Apenas porque sua presença havia se tornado familiar.

E isso a assustava um pouco.


Naquela manhã, uma notícia começou a circular pela empresa.

Daniel havia recebido uma proposta para assumir um grande projeto em outra cidade.

Era uma oportunidade importante.

Uma daquelas que poderiam mudar sua carreira.

Laura descobriu pela conversa de alguns funcionários.

E, sem entender o motivo...

Sentiu uma pequena preocupação.


— Você já sabia disso? — perguntou Sofia quando encontrou Laura.

Laura tentou parecer tranquila.

— Sabia do quê?

Sofia cruzou os braços.

— Laura.

Ela suspirou.

— Ouvi alguns comentários.

Sofia percebeu a expressão dela.

— Você está preocupada.

— É uma decisão importante para ele.

— Não foi isso que eu perguntei.

Laura ficou em silêncio.

Sofia sorriu de leve.

— Às vezes, a gente só percebe o quanto alguém importa quando existe a possibilidade de perder aquela presença.

Laura não respondeu.

Porque, no fundo...

Ela sabia que Sofia tinha razão.


No fim do dia, Laura encontrou Daniel na sala dele.

Ele estava olhando pela janela.

— Posso entrar?

Ele se virou.

— Claro.

Ela entrou devagar.

Por alguns segundos, nenhum dos dois falou.

Até que Laura perguntou:

— É verdade?

Daniel entendeu.

— Sobre a proposta?

Ela assentiu.

— Sim.

Laura tentou sorrir.

— É uma grande oportunidade.

— É.

Ele voltou a olhar para a janela.

— Mas ainda não decidi.

Laura ficou surpresa.

— Por quê?

Daniel demorou para responder.

— Porque algumas escolhas não envolvem apenas sucesso.

Ela ficou em silêncio.

Aquela frase lembrava muito a mãe dele.


— E o que você quer? — perguntou Laura.

Daniel olhou para ela.

Era uma pergunta simples.

Mas poucas pessoas perguntavam isso.

Não o que era melhor para a empresa.

Não o que esperavam dele.

O que ele queria.

— Eu não sei.

Pela primeira vez, ele admitiu.

Laura se aproximou um pouco.

— Talvez você precise descobrir.

Daniel sorriu levemente.

— Você sempre fala como se fosse fácil.

Ela riu.

— Não é fácil.

Um silêncio apareceu.

— Eu também tenho medo de escolhas — disse Laura.

Daniel olhou para ela.

— De quê?

Ela pensou antes de responder.

— De deixar alguém se aproximar e depois perder essa pessoa.

A expressão dele mudou.

Como se aquela frase tivesse tocado em algo que ele também sentia.


Naquele momento...

Os dois entenderam.

Não era apenas sobre uma proposta de trabalho.

Era sobre tudo aquilo que eles estavam construindo sem perceber.

Daniel se aproximou da mesa.

— Laura...

Ela olhou para ele.

Mas antes que ele pudesse terminar...

Uma batida na porta interrompeu o momento.

— Desculpem interromper.

Era Sofia.

Ela entrou e percebeu o clima estranho.

Olhou para os dois.

Depois sorriu.

— Acho que cheguei em uma hora interessante.

Laura ficou sem jeito.

Daniel apenas suspirou.


Mais tarde, ao sair da empresa...

Laura olhou para o prédio atrás dela.

Ela não sabia qual seria a decisão de Daniel.

Mas sabia de uma coisa:

Algumas pessoas aparecem na nossa vida sem aviso.

E, quando percebemos...

Já fazem parte dela.

...

Thoughts

  • contoBreve

    Tá bom, já entendi o recado. Eles gostam um do outro. E agora?

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  • atepagina50

    A mãe dele deixou uma marca tão grande que até agora ele lembra dela quando tem que escolher? Isso é amor ou é culpa?

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  • Simao

    O Daniel é tipo aquele cara que carrega o peso do mundo e só percebe que é pesado quando alguém oferece ajuda. Meio simples mas real.

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  • meioCapitulo

    Como é que a história é serializada? Tem mais depois disso? Tô no meio de outros quatro livros mas quero saber onde isso vai.

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  • marcao77

    Parece que os dois têm medo de falar o obvio. Entendo o medo, mas era pra ter saído do peito dele já.

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  • li_no_busao

    Adorei o momento em que ele fala que precisa descobrir o que quer. Isso é corajoso.

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  • folhaSolta

    Ele vai pra outra cidade mesmo ou consegue se convencer que precisa ficar?

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  • deixoumarca

    Sofia é aquele tipo de amiga que vê tudo mas fingia que não vê nada. Que personagem.

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