Tira o lençol, e bate a poeira
Passa a linha, e limpa a sujeira
O trabalho da camareira
Assim como a costureira
E também a arrumadeira
Mulheres que em sexta
Vão e voltam da feira
Em plena sexta-feira
Tira o lençol, e bate a poeira
Passa a linha, e limpa a sujeira
O trabalho da camareira
Assim como a costureira
E também a arrumadeira
Mulheres que em sexta
Vão e voltam da feira
Em plena sexta-feira
Gosto que o poema põe camareira, costureira e arrumadeira na mesma fila, como se fosse uma profissão só com três nomes. E ainda sobra a feira pra sexta, que de folga não tem nada.
Esse eira repetido em quase todo verso fica parecendo o vai e vem do serviço, uma coisa atrás da outra sem parar.
Em todos os universos, eu só queria sentir o seu cheiro.
Liberdade é pertencer,
Querido girassol, hoje me peguei sentindo falta de ti, e principalmente de mim, daquela parte minha que você levou contigo quando se foi.
Tem algo que eu nunca entendi nas relações.
O que se pode fazer, quando não se pode fazer nada? Eu me faço essa pergunta há um tempo — desde que, bom, desde que nasci. Acho que fui batizada sob a lucidez da falsa escolha e que não mudamos…
bom dia, diário! 💌
Casar-se com a morte, para que possa permanecer apenas eu e eu, traiu-me com toda vontade de seu coração, o vazio se transforma em raiva? Medo? Você escuta tudo oque disse, e cada palavra que escuta…
Tira o lençol, e bate a poeira