Átomos formam tudo, quando perto, se anulam
Eu seguro a espada, ela não vê o corte pela navalha
O sol que sempre está lá, durante a chuva, deixa de brilhar.
Plano até começar a agir, viro madeira na hora de enfrentar o cupim
Raiva e empolgação toma a dentro, na hora do pulo, vem a decisão, volto ao relento
Calma e tolerar, vem o impulso, já sei até onde chegar, barreira criada feito ar
Medo pesa a consequência, falta ação, coragem disfarçada de inteligência, me perco na própria ilusão
Agora não
talvez não dê certo
Se der certo e agora
Ela não sente o mesmo
Vou largar tudo
Vou pra cima sem medo do futuro
Luz não carrega matéria, mas
ilumina a escuridão