Ryan tá ali só com a mochila dele. depois disso. que assustador mesmo.
APOCALIPSE - DIA ZERO
CAPÍTULO 1 - O COMEÇO
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Pensamento
Ryan tá ali só com a mochila dele. depois disso. que assustador mesmo.
Conteúdo da publicação
CAPÍTULO 1 - O COMEÇO
A cidade ainda estava viva.
Carros passsavam pelas avenidas, pessoas caminhavam pelas calçadas e o comércio funcionava como em qualquer outro dia. Nada indicava que aquele seria o último dia de normalidade.
No centro da cidade, Ryan caminhava sem pressa.
Ele carregava o celular em umas das mãos e uma mochila nas costas. O movimento ao seu redor era comum demias para chamar sua atenção. Pessoas reclamavam do trânsito, crianças corriam pelas ruas e vendedores anunciavam seus produtos.
Era uma manhã normal.
Ou pelos menos parecia.
Ryan parou diante de uma faixa de pedestre e olhou para o ouro lado da rua.
Por um instante, sentiu uma sensação estranha.
Como se estivesse sendo observado.
Olhou para trás.
Nada.
- Deve ser impressão minha...
O sinal abriu e Ryan atravessou.
Ele não fazia ideia de que, naquele mesmo momento, a quilômetros dali, homens observavam imagens da cidade através de dezenas de monitores.
Uma sala subterrânea.
Fria.
Sem janelas.
Em uma das telas, aparecia a imagem de Ryan atravessando a rua.
Um homem de jaleco permanecia de braços cruzados.
- Confirmação?
Uma mulher sentada diante dos computadores respondeu:
-Todos os sistemas estão funcionando.
O homem olhou para outra tela.
Nela, aparecia um mapa da ciodade.
-E a contenção?
-Preparada.
Ele ficou em silêncio por alguns segudos.
-Então podemos começar.
A mulher hesitou.
-Senhor... tem certeza?
O homem virou lentamente o rosto.
-Você sabe o que está em jogo.
Ela abaixou os olhos.
-Sim
Ele voltou a observaras telas.
-Inicie o protocolo.
Em algum lugar abaixo daquela instalação, uma máquina começou a funcionar.
Um som grave percorreu os corredores subterrâneos.
Portas metálicas foram destravadas.
Luzes vermelhas começaram a piscar.
E uma pequena luz verde apareceu em um dos painéis.
PROTOCOLO ZERO - ATIVO.
Na cidade, ninguém percebeu nada.
Ainda.
Ryan continuava andando.
Até que ouviu um grito.
Ele parou.
As pessoas ao redor também.
Outro grito.
Dessa vez, mais próximo.
Todos começaram a olhar na mesma direção.
Um homem surgiu correndo no meio da rua.
Estava desesperado.
- CORRAM!
Algumas pessoas riram.
Outras ficaram assustadas.
Ryan permaneceu parado.
- O que está acontecendo?
O homem não respondeu.
Continuou correndo.
então algo apareceu atrás dele.
Ryan congelou.
Por alguns segundos, ninguém conseguiu entender o que estava vendo.
A criatura avançava de maneira irregular.
Era Humana.
Mas não parecia mais humana.
A pele estava pálida e marcada por manchas escuras. Os movimentos eram violentos, descoordenados. A boca estava coberta de sangue.
O homem tropeçou.
Caiu.
A criatura se lançou sobre ele.
O grito que veio depois fez a multidão finalmente entrar em pânico.
Pessoas começaram a correr para todosos lados.
Carros bateram.
Vidros quebraram.
Ryan correu.
Não sabia para onde.
Só sabia que precisava sair dalí.
Enquanto corrias, olhou para trás.
A criatura ja não estava sozinha.
Havias outras.
Muitas outras.
E então Ryan percebeu algo que fez seu coração disparar.
Aquilo não estava acontecendo apenas naquela rua.
Ao longe, sirenes começaram a ecoar.
Uma explosão iluminiou parte da cidade.
Depois outra.
E outra.
O céu começou a ficar coberto por fumaça escura.
Ryan apertou a mochila conyta o corpo e continuou correndo.
Sem saber que aquele era apenas o começo.
Sem saber que o govero ja esperava por aquilo.
E, principalmente...
Sem saber que a cidade onde elevivia nunca deveria ter sido atingida.
No subterrâneo, a mulher encarregada de monitorar os sistemas observou ops gráficos.
Algo estava errado,
- Senhor...
O homem não respondeu.
- Senhor, temos um problema.
Ele se aproximou.
- O que aconteceu?
- O agente está se espalhando muito mais rápido do que os cálculos previam.
O homem ficou em silêncio.
- Quanto tempo?
- Não sabemos.
Ele respirou fundo.
- Isso não deveria aconteçer.
A mulheer olhou para ele.
-Então o que fazemos?
Ele observou as imagens da cidade.
Pessoas correndo.
Explosões.
Caos completo por toda a cidade>
E então percebeu algo ainda pior.
Um alerta apareceu no monitor.
FALHA DE CONTENÇÃO.
O homem deu um passo para trás.
- Deligue tudo.
- Não consigo.
- Tente novamente!
As luzes da instalação começaram a piscar.
Uma sirene diferente soou.
Dessa vez, ninguém na sala falou.
Porque todos reconhenceram aquele som.
Era o alarme de emergência.
A mulher sussurrou:
- Meu Deus...
O homem olhou para a porta blindada.
Do outro lado. alguma coisa bateu bem forte.
Uma vez.
Depois outra.
E outra.
BAM.
Todos ficaram imóveis.
BAM.
Uma rachadura apareceu na porta.
O homem lentamente sacou a arma.
- Preparem-se.
BAM.
A porta comecou a ceder.
E, naquele momento, eles finalmente entenderam:
O experimento havia começado.
Mas eles já não estavam no controle.
Thoughts
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Permalinktá. agora preciso saber o que Ryan faz com tudo isso. qual é o plano?
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PermalinkRyan tá ali só com a mochila dele. depois disso. que assustador mesmo.
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Permalinka forma como passou de «ninguém percebeu» pra sirene em dois segundos... reconheço. é quando fica real.
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Permalinkessa vai ser série? porque se for eu tô na página cem da cabeça já.
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Permalinkprotocolo zero ativo e tudo desaba. é sempre assim, não é?
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Permalinka cidade normal virando caos em quinze minutos. mas como Ryan vai se mexer com tudo caindo?
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Permalinkmano, é só uma página de leitura? preciso saber se isso cabe no intervalo.
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Permalinkcreatura já descoordena na primeira. governo mentindo. tá indo pro lado que eu queria.
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PermalinkGostei muito desse início, bem misterioso e com um pouco de ação.
Parabéns continue a história quero ler
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