Sempre andando na direção errada, lá estou eu, à mercê do mundo.
Uma escolha certa para quatro escolhas erradas.
O que estou fazendo da vida?
Viver não é um mar de deslumbre, não é como viver nos Campos Elísios.
Viver é persistir, lutar, mostrar as garras em momentos de vulnerabilidade. Vencer!
Mas onde está o final feliz disso tudo? É uma imensidão de escolhas e incertezas.
Uma imensidão de emoções e sentimentos, quase incontroláveis.
Viver não é linear, cada escolha tem uma consequência diferente.
Cada ato traz uma vantagem ou uma desvantagem.
Mas viver jogado à mercê do desamparo não significa entregar o jogo.
Viver é como um campo de batalha, um campo minado onde você não tem a menor ideia do que está pisando.
É como um tabuleiro de xadrez: você escolhe ser o rei, a rainha ou o peão do baixo escalão.
O que seria um final digno? Abraçar a morte ou lutar e prosperar até o dia em que ela nos abraçar para sempre?