O verso de sermos um, logo antes do desdém, fez-me lembrar como certas distâncias começam sem zanga nenhuma, só com um olhar de quem já não reconhece o outro. Aposto que isto foi escrito ainda no meio, com a porta meio aberta. Gostei muito de ler.
Amor, onde estás?
Pensamento
O verso de sermos um, logo antes do desdém, fez-me lembrar como certas distâncias começam sem zanga nenhuma, só com um olhar de quem já não reconhece o outro. Aposto que isto foi escrito ainda no meio, com a porta meio aberta. Gostei muito de ler.
Conteúdo da publicação
Amor, onde estás que não te vejo?
Acaso o tempo conseguiu do teu peito apagar
O doce e terno gosto que habitava em meu beijo?
Por acaso não te lembras do nosso seio?
Não vês, enfim, que somos um?
Por que me tratas hoje com tamanho desdém,
Como se eu fosse um estranho e mais ninguém?
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PermalinkO verso de sermos um, logo antes do desdém, fez-me lembrar como certas distâncias começam sem zanga nenhuma, só com um olhar de quem já não reconhece o outro. Aposto que isto foi escrito ainda no meio, com a porta meio aberta. Gostei muito de ler.
Amor, onde estás que não te vejo?