Amor, onde estás que não te vejo?
Acaso o tempo conseguiu do teu peito apagar
O doce e terno gosto que habitava em meu beijo?
Por acaso não te lembras do nosso seio?
Não vês, enfim, que somos um?
Por que me tratas hoje com tamanho desdém,
Como se eu fosse um estranho e mais ninguém?