"Amor; onde estás que não te vejo, onde vejo tu não estás? Quero logo teu beijo pois me tra-la paz. Tu sumiste sem rastros leixar, quero logo te encontrar e nos teus braços te amar; busquei longe tentando te achar, fui daqui para lá e de lá para cá; pensando bem, talvez não me amasses, e por outro amor me largou nesse impasse. Descobrindo tal treição não vi outra saída, esvaiu-se minha vida como uma lágrima não comprimida. Amor; onde estás que não te vejo, onde vejo tu não estás; tu sumiste me deixando para trás...?"
Amor, a ti eu peço, não me busques onde não te quero, pois não sumi, apenas hei alongado meu regresso; um dia eu de ti parti, mas não não me esqueci que também te prometi: eu voltarei para quem meu coração eu dei e daí em casa não mais vou sair! Dos teus braços quero o conforto, do teu colo uma almofada de apoio, e nos meus peitos calar o teu prolongado chôro. Amor, que de mim não derames lágrimas mais, alguma vez que choravas de certo eu me preocupava muito mais! Agora eu retornado, posso fazer-te do teu sôfrego enfim cessado.
Faço aqui respondida a suplica de uma dama que jazia em desespero, temendo a realidade do seu amor, que guardou consigo tanto tempo, ter fugido por outro em segredo.
Se procurar pela original, certamente não é mais que uma recriação que citei ao modelo que me aprougue.
Link do vídeo em que achei:
