Que lindo! E muito semelhante ao que meu heterônimo Tomaz Villar escreve em "SANGRO"
Parece que você observou Tomaz escrever e o descreveu, ainda agora, Sangrando..
Parabéns, lindo poema
Que lindo! E muito semelhante ao que meu heterônimo Tomaz Villar escreve em "SANGRO" Parece que você observou Tomaz escrever e o descreveu, ainda agora, Sangrando.. Parabéns, lindo poema
Que lindo! E muito semelhante ao que meu heterônimo Tomaz Villar escreve em "SANGRO"
Parece que você observou Tomaz escrever e o descreveu, ainda agora, Sangrando..
Parabéns, lindo poema
Bêbado, o poeta serve-se de agonia
Que lh'escorre da veia em hora incerta.
Deixa sangrar... À chaga mais aperta,
Enquanto a folha em versos se tingia.
Algo haverá de torpe na mania
De se meter o dedo em chaga aberta...
Contudo, desatada e descoberta,
Da veia os versos fluem em sangria...!
Exangue, o poeta escreve em solidão.
Logo o vinho que bebe e lhe invalida
A folha que, encharcada, cai ao chão.
E os versos onde pôs a alma despida
Perde ainda que sangre o coração,
No afã de por sua arte dar a vida.
Betim - 20 03 1994
A bebida que ajudava a abrir a veia é a mesma que encharca a folha e manda tudo pro chão. Ele se queixa da chaga o soneto inteiro, e quem acabou com os versos foi o copo.
O vinho derramando justo na folha onde ele tinha posto a alma. Ficou sem o vinho e sem o poema, coitado kkk
Que lindo! E muito semelhante ao que meu heterônimo Tomaz Villar escreve em "SANGRO"
Parece que você observou Tomaz escrever e o descreveu, ainda agora, Sangrando..
Parabéns, lindo poema
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CHEGAR O AMOR O amor, queira eu o ver vir o quanto antes. Quer chegue cedo — antes cedo que tarde! Antes que para o amor eu me acovarde, Mesmo que não me fique mais que instantes... Deixar fazer o…
GUARDA CORPOS Se das alturas formos cair d'amores, Como dois corpos beira ao precipício, Volvamos ao terraço do edifício, Quando o poente suspira seus primores.
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