Logo, logo bem tardinha aos ventos os sons
sons de sábia, um pardal
Que cante ao viver do pulmonar, ainda a tempo para que não se esfaqueie seu cantar
Logo, logo bem tardinha aos ventos os sons
sons de sábia, um pardal
Que cante ao viver do pulmonar, ainda a tempo para que não se esfaqueie seu cantar
Sabiá cantando na tardinha e o pardal junto, parece quintal de interior no fim do dia. Pelo jeito o poema tem pressa de ouvir o bicho antes que alguém cale ele.
O sabiá e o pardal cantando juntos na tardinha, com o vento levando o som, e logo depois a ideia de alguém calar esse canto a faca. Eu fiquei com essa virada na cabeça, do fim de tarde tranquilo pro perigo numa linha só. Obrigado por estrear aqui, e espero ler mais versos teus por aqui! :)
Eu sou fraco
Você tem a serenidade de uma lavanda. Me traz a mesma tranquilidade de estar em um jardim de lavandas lilases. O roxo carrega a espiritualidade - E eu acredito que não foi obra do acaso. Nosso…
nuvens de chumbo espelho d'água reflete aço
flanela de nuvem coa a chuva do dia
Ali me raptaste com tua sedução;
Casar-se com a morte, para que possa permanecer apenas eu e eu, traiu-me com toda vontade de seu coração, o vazio se transforma em raiva? Medo? Você escuta tudo oque disse, e cada palavra que escuta…
barranco de são jorge apinhado de espadas
Logo, logo bem tardinha aos ventos os sons