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Um Golpe na Liberdade música

Eduardo13
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A Canção da Redenção (O Império do Povo)

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Pensamento

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guardo_uma_frase

Tenho esse incômodo de que liberdade chega nunca pronta. Chega sempre com contas novas pra acertar depois.

Tenho esse incômodo de que liberdade chega nunca pronta. Chega sempre com contas novas pra acertar depois.

Conteúdo da publicação

A Canção da Redenção (O Império do Povo)

Estilo Musical Recomendado: Metal Sinfônico / Rock Épico Orquestral (com corais, tambores de guerra e solos de guitarra/orquestra)

(Introdução: Tambores de guerra compassados, violoncelos profundos e um coral soturno)

(Verso 1)

Era o ano oitocentos e oitenta e sete,

A promessa do fim das correntes no ar,

Mas nas sombras da noite que o medo repete,

Pedro Bonifácio mandou golpear.

Com Deodoro na frente, a traição se cumpriu,

A Rainha expulsa, o Imperador não voltou,

A República falsa o destino traiu,

E a dor do cativo no campo ficou.

(Refrão)

(Coral épico e guitarras pesadas)

Erga o escudo! Levante a razão!

Treze anos de sangue, de fogo e paixão!

Não há coroa, nem trono, nem rei,

Na terra do povo, a liberdade é a lei!

(Verso 2)

(Ritmo mais rápido e dinâmico)

Nos saraus da elite, Vitória espionava,

Carregando segredos e a luz de Isabel,

Enquanto na Lapa, Manoel liderava

A prensa queimada virando fuzil e papel!

E do próprio Exército veio a virada,

Gabriel viu a dor e a espada baixou:

Desertou pela vida, marchou na alvorada,

E a marcha dos livres no Vale ecoou!

(Refrão)

(Coral épico e guitarras pesadas)

Erga o escudo! Levante a razão!

Treze anos de sangue, de fogo e paixão!

Não há coroa, nem trono, nem rei,

Na terra do povo, a liberdade é a lei!

(Ponte)

(A música diminui o tom, ficando sombria. Solo de violino triste que evolui para uma batida triunfal)

Treze anos de guerra na serra e no chão,

Do cativeiro nasceu a nação.

Portas do Paço caindo ao alvorecer,

O tirano acuado sem ter pra onde correr!

A Princesa retorna, mas não pra mandar,

Desce do trono pra o povo coroar!

(Solo de Guitarra e Orquestra Vitória)

(Crescendo épico com metais e percussão gigante)

(Verso Final)

(Com energia máxima)

Manoel na bancada escrevendo a história,

Gabriel na defesa guardando a nação,

Vitória nos livros gravando a memória,

E o povo nas ruas em celebração!

O voto é a arma, o futuro é o sinal,

Da grande República do Ideal!

(Refrão Final)

(Com coral completo e explosão de instrumentos)

Erga o escudo! Levante a razão!

Treze anos de sangue, de fogo e paixão!

Não há coroa, nem trono, nem rei,

Na terra do povo, a liberdade é a lei!

(Outro)

(Tambores diminuindo aos poucos, voz solo forte e sustentada)

A dor virou semente...

A guerra acabou.

E o futuro...

Enfim começou!

(Nota final de piano ecoando)

(Depois disso transformei em música MP3)

Thoughts

  • oquefaltadizer

    A dor do cativo no campo ficou. Tem muita gente de quem a história só canta pra esquecer depois.

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  • mesaDeBar

    Deodoro na frente fingindo mudança. Vinte anos de ônibus ensinaram que promessa de general é cerimônia pra repetir o golpe com outro nome.

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  • guardo_uma_frase

    Tenho esse incômodo de que liberdade chega nunca pronta. Chega sempre com contas novas pra acertar depois.

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  • Clara_V

    Metal épico pra histórico libertário, que escolha 🔥

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  • tresCafes

    Você canta erga o escudo, levante a razão, mas depois: a dor do cativo no campo ficou. Fica doendo essa justaposição.

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