Se era liberdade
Eu guardava a verdade
De um amor que já morreu
No dia que você foi meu.
Se era liberdade
Eu guardava a verdade
De um amor que já morreu
No dia que você foi meu.
Quatro versos e o amor já morto no dia em que começou, isso fica. Em “Realmente Desconhecidos (parte lV)”, poema em série do mesmo grupo, a voz também se liberta depois do fim.
Ai, quatro linhas e eu fiquei aqui um tempão tentando adivinhar que verdade era essa guardada 😶
Morrer logo no dia em que ele virou seu diz muito. O que segurava aquele amor era a vontade, e vontade some quando a gente consegue o que queria.
Ainda estou inteiro.
De que valem as primaveras e verões, Se engolidas pelo mais frio inverno? De que adianta o paraíso para milhões, Se tudo há de findar ao maldito inferno?
Ok vamos voltar até lá então Os passos já não acompanham As batidas fortes de meu coração Mas quem sabe alguns me ouçam
Estrelas constelações
Enjoada,
Demasiada ingenuidade minha:
Escrevi esse poema com muita dor no peito sofrendo feridas que ninguém podia ver, transformei minha dor em poesia para que as pessoas pudessem ler, espero de coração aberto que gostem
Deus escreve certo por linhas tortas
Se era liberdade