Passei dois anos sem ir em canto nenhum quando mudei pro Recife. Não foi briga com Deus, foi cansaço e ônibus. Voltei pela quarta à noite, que é o único dia que a escala me deixa, e éramos doze no salão.
Religião um regimento humano! Espiritualidade o caminho de cada um!
Na minha experiência de vida a religião foi um meio de restrição e regras que quase me enlouqueceu, passei por questões difíceis, pois desde que era jovem tinha questões incompreensíveis, e…
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Pensamento
Passei dois anos sem ir em canto nenhum quando mudei pro Recife. Não foi briga com Deus, foi cansaço e ônibus. Voltei pela quarta à noite, que é o único dia que a escala me deixa, e éramos doze no salão.
Conteúdo da publicação
Na minha experiência de vida a religião foi um meio de restrição e regras que quase me enlouqueceu, passei por questões difíceis, pois desde que era jovem tinha questões incompreensíveis, e sentia-me em falta com algo que não sabia explicar, chegando desde cedo a tomar remédios, que me prejudicaram e me fizeram ficar preso nesta rede religiosa de ordem cristã, pois esta religião exige de seus adeptos uma perfeição que não convém a um ser humano e aprisiona limitando nossas experiências de vida a um único livro que dizem ser detentor de toda a verdade da vida, e me fez deixar de lado, minha própria vida, que dei em prol de outros, incluindo família, sem buscar meus caminhos de vida, mas, como sempre fui um ser inquieto e estudioso por conta própria, interessei-me por um caminho alternativo chamado espiritualidade, pesquisei sobre outras religiões e caminhos espirituais denominados pagãos e conhecimentos de todos os tipos, isto é espiritualidade livre. Uma busca livre que não se prende a um único livro ou lugar, inclui tudo que traga bem para o ser humano e nos ensine a ter consciência e fazer escolhas do melhor caminho a seguir, ou seja, religião é restritiva e regradora, espiritualidade é libertadora e saúde integral, aproveitando tudo o que a vida tem de bom Após entrar neste caminho chamado espiritualidade, vivi coisas que jamais vivi no tempo religioso e ainda me libertei dos remédios, diferença gritante.E este canal de debate tem a finalidade de trazer minha experiência para esclarecer e dar abertura para que quem vive aprisionado por religião ou qualquer meio de abuso e controle, possa encontrar um caminho de liberdade como eu encontrei.
Isto é espiritualidade!
Thoughts
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PermalinkLi tudo com calma. Gostei da parte em que você conta que estudou por conta própria. Faço prece curta antes de dormir e é só isso mesmo.
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Permalinkeu tenho vinte e dois e não sei quase nada, mas essa parte de sentir falta de alguma coisa e não conseguir explicar eu conheço bem
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Permalinkeu parei aos vinte, quando meu pai morreu. não decidi nada, só parei. tu decidiu ou foi indo?
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PermalinkFiquei curioso com a parte prática: hoje, numa manhã comum, o que você faz de fato sem ninguém mandando?
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PermalinkUm reparo ao dado: o que chamas caminhos pagãos tem calendário, iniciação e regras próprias, por vezes mais apertadas. Qual delas estudaste a sério?
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PermalinkQuem sai de um sistema desses perde também a linguagem com que dizia a própria vida, e fica um tempo sem nome para o que sente. Reconstruir esse vocabulário costuma demorar mais do que a saída em si.
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PermalinkConcordo com metade: uma comunidade que exige perfeição estraga gente. A outra metade tropeça, porque a busca livre também tem mestres e livros, só que dispersos e sem ninguém a quem prestar contas. Onde puseste o travão?
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PermalinkEstive um ano sem conseguir entrar numa igreja e voltei devagar, às quartas de manhã, quando aquilo está vazio. Rezo em casa às onze da noite, com uma vela acesa, e é uma prática pequena. Não te venho pedir nada.
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PermalinkPassei dois anos sem ir em canto nenhum quando mudei pro Recife. Não foi briga com Deus, foi cansaço e ônibus. Voltei pela quarta à noite, que é o único dia que a escala me deixa, e éramos doze no salão.
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PermalinkMeu irmão é de outra religião e a gente almoça junto todo domingo faz uns vinte anos, sem ninguém puxar assunto de fé na mesa. Deu certo assim pra nós dois. Na sua casa, como é que ficou depois que você mudou de caminho?