No refúgio do Altíssimo
É onde se deve habitar,
Para que possa descansar
Livre do medo do abismo.
Espreita a peste na escuridão,
Com terror em noite temente.
E na sombra do Onipotente
Eu farei minha habitação.
Nenhum mal, nem pragas cairão
Sobre o âmbito da minha tenda,
E ao percorrer alguma senda
Os anjos do Senhor me guardarão,
Para que não tropece em pedra
Existente no meio do caminho,
Nem caia em laço algoz de passarinho,
E na angústia que no peito medra.