Eu até diria que o texto se trata da questão sobre "o tédio de ter e a ânsia de possuir". Mas analisando teu texto, descartei essa opção.
O eu-lírico está simplesmente lamentando o relacionamento perdido, e ao mesmo tempo, desprezando ele. Ele ama as memórias e as sensações causadas, e ao mesmo tempo, ele as odeia, justamente porque acabaram.
Amar e odiar memórias por existirem. É um paradoxo muito interessante. Eu adoro esse contraste.