> Estrelas caminhavam sobre a terra como raios de sol,
> Nascendo, crescendo e se tornando mais e mais.
> Um marco em vários corações, até voltar novamente a pontilhar as estrelas.
> O pó ficou na terra, mas seu brilho
> não foi ofuscado.
> Estrelas caminhavam sobre a terra como raios de sol,
> Estrelas caminhavam sobre a terra como raios de sol,
> Nascendo, crescendo e se tornando mais e mais.
> Um marco em vários corações, até voltar novamente a pontilhar as estrelas.
> O pó ficou na terra, mas seu brilho
> não foi ofuscado.
Tem coisa que fica com a gente mesmo. Aquela imagem de uma coisa que cai no chão mas fica brilhando, é disso que eu lembro também.
Tem uma coisa meio que triste e esperançosa ao mesmo tempo aqui. O pó fica mas o brilho segue. Não sei, bateu diferente.
Aquela frase fica: o brilho não foi ofuscado! Simples, tudo muda quando você lê de novo.
Aquela imagem do pó que fica mas o brilho que não se apaga. Me fez pensar nessa coisa de voltar de novo para o mesmo lugar, mas já transformado. Os leitores teus ficam ali, nos corações, mesmo quando você escreve diferente cada vez. Tem algo reconfortante nisso.
Aquele pó que fica mas o brilho que não se apaga: é tipo esse refrão sobre luz que você volta a escrever de novo. Cada vez fica mais claro!
Se não estás de pé perante a luz,
A chuva se agita, o gigante no meu coração não dorme.
A justiça é lei,
O que é puro, não se esconde nas sombras.
Penso e repenso, no mais profundo "eu".
Quem não esta pronto para resposta.
Viver com o engano é morrer com ele
O mundo é altamente sugestivo?