Pelos Ares Brasilis
São tantas referências
Tantas informações
Noções, provocações e reações
Nem tudo é azul!
Escrever com prudência
Evita dissabores
Ninguém se machuca
E nem machuca ninguém
No mundo moderno
Não se usa mais caderno
Nem caderneta, papeleta, caneta 🖊(tá ficando obsoleto)
No mundo moderno
O amor
Flutua como uma folha
Como uma bolha
Movido a gás Hélio
Pelos ares Brasilis
Pelas nuvens da Internet
Já nem se fala mais em Fernet
Dos amargos da vida
Só bebida doce e suave
Entre uma turbulências e outra
Que agita tudo
Vê-la cantar é surreal
Sua voz é um canto
Cada palavra, uma música
Sua presença um show
Com aquele brilho no olhar
É o mesmo que seguir
Por aquela ponte
Fonte da felicidade
Em busca de um Beijo perdido
De um amor sumido
Diluído pelo tempo
Hoje o poeta acordou cedo
Quebrou o protocolo
Tomou um café ☕
E na fé foi lá
Encontrar com a inspiração
Deu um beijo e um abraço nela
Sentaram e naquele momento
Um dialeto surgia em forma de palavras
Com muita prudência
Um sabor agradável
Impregnou em versos livres
Nada pode mudar
Ou ficar fora do lugar
Nem o mar virar Sertão
E nem o Sertão virar mar
A vida tem sempre razão
Nós humanos
Que gostamos de uma grande confusão!
@PietrodeLuccaPoeta ✒️📝🖋️
Escritor, Poeta, Contista e Cronista
Athelier das Letras - Selo 444®
https://pietrodeluccapoeta777.substack.com
pietrodeluccapoetanarcisosilva.blogspot.com