Saudade de quando eu velejava no mar dos seus olhos.
Infelizmente nosso amor naufragou,
E não havia nenhum salva-vidas além do teu amor.
Mais uma vez me afoguei num amor imaginário.
Saudade de quando eu velejava no mar dos seus olhos.
Infelizmente nosso amor naufragou,
E não havia nenhum salva-vidas além do teu amor.
Mais uma vez me afoguei num amor imaginário.
Que o único salva-vidas fosse o próprio amor deixa o naufrágio sem saída. Em «Entre o Amor e a Dúvida», um texto do grupo, o medo também é de algo que pode ser só imaginado.
Aquele mais uma vez no último verso dói mais que o naufrágio inteiro.
O título já avisava, Omar é o mar junto. E o salva-vidas ser o próprio amor que afundou deixa a pessoa sem saída: ou fica no barco que virou, ou fica na água.
Nunca pensei num futuro sem nós, Mas a partir de agora, vou ter que seguir a sós. Você levou tudo na bagagem, Só não foi o meu coração. Vou aceitar esse caminho unilateral, Vou continuar sem você, a…
Meu bem, o seu cheiro que me tira um sorriso
Como falar que eu ainda te amo?
Meus olhos brilham cada vez que o vejo. Há algo em sua presença que transborda calmaria por dentro, como se, mesmo em silêncio, ele fosse capaz de aquietar tudo aquilo que existe em mim.
Algo que sempre gostei de admirar foi o pôr do sol. Cada vez que meus olhos se perdem em seus raios de luz, nasce uma doce claridade em meu coração. É uma sensação tão serena, tão gostosa de sentir.
Você é bela como uma borboleta,
Alguém me explica como posso me esquecer de um amor que conheci quando tinha 14 anos e que, hoje, já aos 18, ainda perambular pela minha mente?
Hoje aprendi uma palavra nova, ou um conceito, melhor dizendo: a ambivalência afetiva. Isso é quando você gosta, e realmente gosta, mas não quer gostar por medo de se machucar e machucar o outro.
Saudade de quando eu velejava no mar dos seus olhos.