Rapaz, isso aí é história velha e continua doendo do mesmo jeito! Em 1974 deixei de falar com uma moça na feira de Campina por besteira de orgulho, e até hoje passo naquela rua e lembro.
O que quase fomos
Talvez algumas pessoas não cheguem para ficar.
In groups
Pensamento
Rapaz, isso aí é história velha e continua doendo do mesmo jeito! Em 1974 deixei de falar com uma moça na feira de Campina por besteira de orgulho, e até hoje passo naquela rua e lembro.
Conteúdo da publicação
Talvez algumas pessoas
não cheguem para ficar.
Chegam como uma coincidência,
viram sentimento,
se tornam memória
e, quando percebemos,
já estão indo embora.
Nós fomos assim.
Um encontro no meio do caminho,
um olhar que demorou mais do que deveria,
um beijo que pareceu começo
mas acabou virando lembrança.
Você foi meu quase.
E talvez os “quases” sejam os que mais doem,
porque nunca descobrimos
se poderiam ter sido alguma coisa.
O tempo passou,
os caminhos mudaram,
e aquilo que um dia pareceu tão perto
hoje mora em algum lugar distante da memória.
Não sei se era destino,
coincidência ou apenas uma história
que precisava acontecer.
Só sei que, por algum tempo,
existiu um “nós”.
E talvez seja isso que eu guarde:
não o que fomos,
mas o que poderíamos ter sido.
Thoughts
-
PermalinkRapaz, isso aí é história velha e continua doendo do mesmo jeito! Em 1974 deixei de falar com uma moça na feira de Campina por besteira de orgulho, e até hoje passo naquela rua e lembro.
-
PermalinkGente, li isso no intervalo do trabalho e fiquei uns cinco minutos quieta kkk o pior é nunca saber se ia dar certo, é isso que fica rodando na cabeça mesmo
-
PermalinkVou levar esse quase comigo a semana toda. Tenho um de 2019 que parou sem motivo nenhum, a gente só deixou de responder, e até hoje não sei o que aquilo era.