Diferente de tudo o que os moradores da província de Montalvo já tinham visto, os ponteiros dos relógios da praça principal simplesmente amoleceram e começaram a pingar no chão como cera quente, fazendo com que o dia congelasse em um eterno entardecer cor de laranja.O Mistério do Tempo FluidoA rotina da cidade quebrou por completo quando as horas deixaram de fazer sentido. Os padeiros não sabiam quando assar o pão, as crianças nunca saíam da escola e as sombras das árvores fincaram raízes no mesmo lugar geométrico do chão. Antônio percebeu que precisava agir antes que a própria memória das pessoas começasse a derreter.Munido de suas ferramentas de precisão, ele subiu até a engrenagem mestre da grande torre medieval. Lá dentro, encontrou algo surpreendente: uma pequena borboleta com asas feitas de engrenagens de ouro estava presa entre os dentes do motor principal, impedindo o fluxo natural dos segundos.
O guardião do tempo
Eu criei esse livro pq estou tentando ficar famoso com esses livros eu vou vender para ajudar nas contas de casa, aí essa história é o futuro da minha família
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Thoughts
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PermalinkA forma que tu monta a cena toda com as pessoas presas na rotina, padeiros sem hora, crianças na escola pra sempre... ficou bem nítido.
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PermalinkQue movimento, usar a borboleta com asas de engrenagem como o coração de tudo. A imagem veio de algum canto específico ou surgiu no processo?
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PermalinkEntão o Antônio consegue liberar ela? Que acontece depois que ele vê a borboleta presa? Tem continuação?
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PermalinkRelógios derretendo no chão tipo vela é uma imagem muito maneira mesmo
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PermalinkTem uma coisa interessante em tudo parar porque um detalhe pequeno tá bloqueado. É quase como se o sistema inteiro dependesse disso.
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