A gente não fala bonito mas faz. Desistir é triste. Mas continuar fingindo também é.
Mesmo Quando o Desânimo Chegar
Autor: João Guilherme Guimarães de Souza
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Pensamento
A gente não fala bonito mas faz. Desistir é triste. Mas continuar fingindo também é.
Conteúdo da publicação
Autor: João Guilherme Guimarães de Souza
Há momentos em que a vida pesa,
e o coração parece cansar,
os sonhos ficam tão distantes
que já não sabemos se podemos alcançar.
O medo olha nos meus olhos
e diz baixinho: “Você não vai conseguir.”
O desânimo segura meus passos
e tenta me convencer a desistir.
Mas existe dentro de mim
uma voz que se recusa a morrer.
Uma pequena chama escondida
que ainda insiste em acender.
Porque sonho não é apenas desejo,
é aquilo que nos faz continuar.
É levantar depois da queda,
é caminhar mesmo sem saber onde chegar.
Talvez hoje eu esteja cansado.
Talvez amanhã eu queira parar.
Mas enquanto existir esperança,
meus sonhos continuarão a me chamar.
Eu já chorei por caminhos difíceis,
já duvidei da minha própria força,
já pensei que não conseguiria
quando a vida fechou tantas portas.
Mas aprendi uma coisa:
desistir por causa do medo
é deixar que o medo escolha o meu destino.
E eu não quero isso.
Quero continuar.
Mesmo devagar.
Mesmo com lágrimas.
Mesmo com medo.
Mesmo quando ninguém acreditar.
Porque um sonho verdadeiro
não desaparece quando a estrada fica difícil;
às vezes ele apenas espera
que encontremos coragem para persegui-lo novamente.
Então, se algum dia o desânimo chegar,
que ele me encontre caminhando.
Se o medo aparecer,
que me encontre tentando.
Se eu cair,
que eu me levante.
E se disserem que é impossível,
que minhas atitudes respondam por mim.
Porque eu posso perder muitas coisas,
posso errar, posso cair, posso chorar,
mas existe uma coisa que eu não quero perder:
a coragem de acreditar em mim.
Meus sonhos ainda estão vivos.
E enquanto meu coração bater,
eu continuarei lutando por eles.
Não importa quantas vezes a vida diga “não”.
Eu continuarei dizendo:
“Ainda não acabou.”
Porque talvez a vitória
não esteja em nunca sentir vontade de desistir,
mas em olhar para o próprio medo
e escolher continuar.
E um dia, quando eu chegar onde sonhei,
vou olhar para trás e entender:
cada lágrima teve um significado,
cada queda me ensinou a levantar,
cada momento de desânimo
me mostrou a força que eu ainda tinha para continuar.
Por isso, quando a vida pesar,
quando o medo apertar,
quando o desânimo disser para parar,
respire.
Olhe para o seu sonho.
E continue.
Porque sonhos não são feitos
apenas para serem imaginados.
São feitos para serem perseguidos.
E enquanto existir dentro de mim
um motivo para acreditar,