O que ficou na minha cabeça foi o final, esse tento limpar cada dia meu crânio, perto da estante empoeirada, como quem tira o pó de casa um pouco todo dia. E o crânio que restaura e purifica lá no meio, antes de tudo pesar de novo, me pegou também. Você escreve em verso faz tempo?
Almas, seus umbrais, eles adoecem seus órgãos para a queda, suicídio. Eles que desesperam sua mente. Seus inimigos, lésbicas e adúlteros, eles sujam o passado, que sempre volta ao passado. Por que minha mente está cheia de demônios? Pergunta Sem resposta
Pensamento
O que ficou na minha cabeça foi o final, esse tento limpar cada dia meu crânio, perto da estante empoeirada, como quem tira o pó de casa um pouco todo dia. E o crânio que restaura e purifica lá no meio, antes de tudo pesar de novo, me pegou também. Você…
Conteúdo da publicação
Imaginação
Se faz presente,
Se faz refém
De ilusão,
De contaminação espiritual.
Sobre quem é você?
Que seus inimigos imaginam de você.
Somos cheios de obstáculos,
Como crânio aberto,
Lá, cheio de mentira,
Maldição que deixaram.
Lá saiu vida,
Mas ainda demônios.
Crânio restaura,
Limpa e purifica.
Sobre quem você imagina,
Prazer.
Como eles te imaginam, prazer?
Como seu crânio é próprio,
Tumor, rancor
De ressentimento,
Sobre nada e nada.
Conhecimento,
Sabedoria,
Sobre o tempo que perdi,
Sobre osso,
Mentira que foi
A imaginação da minha morte,
Minha queda,
Minha lama.
Como almas do purgatório,
Elas imaginam minha morte,
Enlouquecer ou suicídio.
Tanta dor,
Como imaginação seria plano,
Anticristo sobre
Sua consciência.
Quem você foi?
Quem é você?
Mas parece imaginação.
Inimigos nunca saem,
Como psicopata.
Enquanto não conhecer o inferno,
Não terá paz sobre
Carne ou carniça,
Sobre osso, crânio
Seco numa parede, transfigurado
Ou empalhado, eu cacei,
Eu matei ele próprio.
Jogo de estante empoeirada,
Tanto pecado.
Tento limpar cada dia
Meu crânio, gota do sangue,
Meu crucificado.
Ana Cristina Poronhak de Carvalho
Respostas
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PermalinkO crânio seco na parede, empalhado feito troféu de caça, ficou comigo. É imagem de purgatório das antigas, daquelas que aparecem em quadro de santo velho.
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PermalinkO que ficou na minha cabeça foi o final, esse tento limpar cada dia meu crânio, perto da estante empoeirada, como quem tira o pó de casa um pouco todo dia. E o crânio que restaura e purifica lá no meio, antes de tudo pesar de novo, me pegou também. Você escreve em verso faz tempo?
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Se faz presente,