Batizados na fragrância do outono,
o inverno desceu em teus cabelos.
Na foz do meu verão, verás a primavera.
Batizados na fragrância do outono,
o inverno desceu em teus cabelos.
Na foz do meu verão, verás a primavera.
Li o inverno descendo nos cabelos como cabelo ficando branco, e aí vira poema de casal que envelheceu junto. Quem fala ainda tá no verão e promete primavera pra quem já chegou no inverno.
Entendi que na poesia eu posso ser, Ser feliz, Ser triste, Ser quem não sou ou quem Eu poderia ser, Ser visto, ouvido ou Só eu mesmo!
À beira do ribeiro, Faz as vezes de lixeiro — O abutre.
Dia inútil, esse em questão
Sinto falta de um passado
Sempre falo em fugir,
Eu acho que te perdi
Algumas pessoas são como o sol: com seus raios, refletem um brilho que ilumina aqueles que estão à sua volta.
Eu construí um mundo para você enfrentá-lo
Batizados na fragrância do outono,