A Dor Silenciosa
O corpo grita a dor que o mundo não vê,
Dizem que é da cabeça, tentativa em vão de esquecer.
A pressão sobe alta, o peito aperta o fardo,
Mas a parada é negada, o descanso é adiado.
Como não se incomodar com a alma a pesar,
Se a roda da vida não pode parar de girar?
No turno da noite, o suor e o cansaço,
Carregando o sustento a cada abraço e compasso.
Entre o peso da carne e a urgência do pão,
A força resiste, mesmo sem compreensão.