"... Sei diferenciar as coisas, não sou um idiota, mas um idiota apaixonado! ...": estou sendo assombrado?
Lembro-me de que antes, demasiadamente antes; ela havia perguntado-me sobre o livro que estava lendo. Era uma recomendação decepcionante de uma conhecida, que consistia no martírio de um homem muito bem vivido que odiava seu pai. E que se arrepende profundamente de seus sentimentos, apresentando suas memórias e as analisando. Contei a ela sobre, tão brevemente que admito quase ter sido 'seco', mas não rude, claro. Devo lembrar de que era "decepcionante"? Ela me pediu para lhe contar mais sobre quando terminasse. Sim, não o havia terminado, e nem terminei, a leitura estava tediosa e em alguns momentos vulgar. (Exatamente). Nunca fiz o que ela pediu, já que me esqueci.
Houve uma vez que me ofereci para carregar seus materiais, pesados para sua estatura, e mãos trêmulas. Recusou educadamente, dizendo que naquele momento não poderia "estar recebendo ajudar". Achei engraçado, internamente. Não insisti, mas algumas poucas outras vezes que podem ser contadas aos dedos, me ofereci novamente. (Sem sucesso). Seria neste período última vez que estivéssemos, "acertados" um com o outro.
Detesto o céu, é sempre lindo daqui, ao pé no chão, mas detestável, quando lhe cortam as asas, para voar sobre ele.