Carregando…

A triste realidade

FelipeOliveira
Pública 10 conversas 12 pensamentos 10 votos positivos 0 voto negativo 0 série 62 visualizações

Ela vem com toda certeza...

In groups

Conteúdo da publicação

A Triste Realidade

Felipe Oliveira

Pensada por muitos,

Indesejada pela maioria,

Ela vem com toda a certeza,

Impulsionando nossa rebeldia.

Viver para ser feliz,

Ou viver para ser um bom profissional?

Escolha precisa e pesada:

Armas ou cadernos — a dúvida nacional.

Para alguns, ela vem cedo,

Deixando próximos arrasados.

A vida não para,

Sem vez para atrasados.

Eu vi ela de perto,

Não desejo a ninguém.

Agoniante e triste a própria...

A morte que nos convém.

Thoughts

  • angelaelouca

    Esse "Viver para ser feliz, ou viver para ser um bom profissional?" é muito real e pertinente nos dias de hoje. Se você perguntar para qualquer um, 99% das respostas seriam viver para ser feliz, mas na prática essa escolha é profundamente rejeitada por uma sociedade hiperprodutiva

    Permalink
  • poeta93

    Postar um poema sobre morte é levantar no microfone com uma verdade que a maioria quer esconder. Aquela dúvida entre armas ou cadernos, essa é pesada mesmo. A gente vive fugindo disso, mas você parou pra nomear.

    Permalink

Related discussions

  • Dingol Bell - Parte 07

    Continua da minha história - Parte 07

  • Volta a escola! - Parte 06

    Continuação da minha história - Parte 06

  • Amor Traiçoeiro

    Este foi o primeiro que eu fiz

  • Meio robótico

    Um dia rela

  • Nem todo mundo que sorri,esta em Paz

    Nem todo mundo que sorri,esta em paz....

  • O Natal de dezembro 1988

    ​Era dezembro de 1988, véspera de Natal daquele ano. Eu caminhava apressada e o barulho rítmico do meu tamanco de madeira parecia o cuco lá de casa, que tocava de hora em hora. ​Cheguei ao mercadinho. O calor abafado daquele lugar me atingiu em cheio. Olhei para os lados: um ambiente precário, alguns azulejos brancos caindo e uma parte da parede exibia um tom de verde descascado. O chão de cimento batido, pintado de vermelho, estava perdendo a cor — desbotando como tudo naquele lugar. Peguei o q

  • Conto: Meu pai

    Das poucas coisas de que me recordo da infância — a mobília dos anos 90, Lulu, a cadela que quase não andava porque tinha as patas traseiras deficientes, a iluminação pública e os orelhões —, nada disso me marcou tanto quanto algo que, para mim, nunca foi tangível: as ásperas mãos do meu pai.

  • Cognocente(aquele que sabe)

    Queria expressar tudo[1] O nunca mais é muita coisa[2] Pelo menos uma vez falar tudo[1] Mas o nada me machucou [3] E tudo isso me fez enxergar[1] Fecho meus olhos para o mundo[2] Apenas aparece[1] Você[1] fez a escolha[2] certa ?![3]