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1883 - Batizados com Sangue - Prólogo Sensível Spoiler

Fe_
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Este é o primeiro rascunho que escrevi deste texto/capítulo. Ele ainda está bastante cru e precisará passar por muita lapidação. O texto também ainda não foi formatado e pode conter erros…

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Meu Deus, a ligação no começo. Ele indo ficar com uma grávida e envolvido com coisa criminosa ao mesmo tempo.

Meu Deus, a ligação no começo. Ele indo ficar com uma grávida e envolvido com coisa criminosa ao mesmo tempo.

Conteúdo da publicação

Este é o Quarto rascunho que escrevi deste texto/capítulo. Ele ainda está bastante cru e precisará passar por muita lapidação. O texto também ainda não foi formatado e pode conter erros ortográficos.

Gostaria da sua ajuda para aprimorar minha escrita e o desenvolvimento desta história. Todo feedback é muito bem-vindo e será de grande ajuda para mim.

Obrigado e tenha uma ótima leitura!

Doug

— Por acaso você tem a mínima ideia da história do seu sangue? Alguma guerra pelo menos? As 6 Balas? Vossa Santidade acendeu uma grande vela, para soltar suas palavras molhadas em sangue.

O Herege não era inocente — ele notou o cintilar roxo nas tatuagens que cobriam o braço. Da manga da camisa florida até a costa da mão, a fumaça do baseado próxima a elas as entregou. A aberração me encarava com desgosto. Como se tivesse culpa no dominó de suas escolhas.

— Já ouvi alguma coisa sobre, mas adoraria saber a versão que seu povo conta. — A voz do Herege arranhava teus ouvidos que eram banhados com o sangue que escorria deles.

Ele passou uma das mãos em uma das olheiras, o sangue veio junto. E a ponta que faltava estava à sua frente no chão, junto à poça de sangue do corpo dela.

— Nossa, tenho que admitir. Achei que as únicas histórias que conhecia eram as sobre seus antagonistas. — Vossa Santidade soltava a fumaça ao falar. A neblina que se formara entre eles no sofá parecia querer se prender às únicas coisas vivas ali. Apesar das tentativas de evocar qualquer força, as âncoras cravadas em seu peito feitas de prata não o permitiam exalar força alguma.

— Em uma das escrituras achadas em seu diário ele...

— O diário de quem? — O Herege questionou, com palavras lentas e pausadas. Aquele nojento não havia concluído nem o ensino médio, não era de se espantar seu retardo mental.

— O seu pai. — A Santidade Máxima esperou alguma reação do Herege em suas palavras, mas ele manteve a postura séria encostado no sofá e um olhar vermelho e cansado.

— Seu pai dizia ao seu irmão: "Meu filho, não se acostume com a vida e não siga a droga do caminho errado." Dá pra imaginar. Um Rei. Um Imperador dizendo isso pro príncipe? — Lembrar que aquele à sua frente tinha saído das bolas de um homem da história era revoltante. Saber que só por carregar o sangue, o nome dele seria pelo menos mencionado enquanto o seu seria provavelmente esquecido e lavado junto de seu sangue.

— Mal ele sabia que um dia o seu bastardo seria o terror do estado e de todo o reino. — A neblina causada pelo padre ficava densa na sala, e parecia contornar o corpo do maldito ao seu lado.

O sol do fim da tarde de verão na Flórida invadia as janelas da pequena casa. Era quente e suave na pele, ajudou a esquecer o formigamento nas pontas dos dedos e trazer um pouco de cor à visão esbranquiçada.

— Essa é da boa, padre... — O Herege tossiu ao dar um pega na neblina densa que ficava laranja com o brilho do sol. — Às vezes até eu me impressiono com a qualidade das paradas que eu vendo, sabia?

— Você já falou com ele alguma vez? — O padre questionou com uma dúvida genuína. Lhe interessava a história. Talvez mais até mesmo que o dinheiro que a sabedoria dela trazia.

— Olha em volta, padre. — O Herege virou seu rosto para Sua Graça. — Acha que eu vim aqui para falar de um homem que nunca conheci?

— Eu acho que você está perdido. — Vossa Graça coçou a barba crescida na papa do pescoço. — Acho que não preciso reagir a isso. Era inevitável, eu sabia. Como eu sei que você é um tipo de pessoa que não precisa de inimigos. — O brilho do sol nos olhos incomodava, e ainda assim o fazia enxergar mais. — Ele não te permitirá.

— É, eu sei que ele vai tentar. Mandei uma carta de Foda-se a ele e a todos seus apoiadores. Cinco bi de recompensa vai se fuder... — O Herege se levantou do sofá, largou sua pistola onde estava sentado.

— Em terra de pistoleiro eu sou o rei desse lugar. É all win, padre. Tô jogando igual a você, a diferença é que eu tenho a vantagem de ser eu.

O Herege andou até a porta da frente, desviando dos corpos no chão. Alguns ainda pareciam vivos. Que o Grande Deus guarde suas almas, que seriam levadas a pouco para ele.

Click. Click. Foi o som da sua última esperança.

— Que desespero, padre. Por favor se concentre para acreditar que eu aceito o elogio, e não pense tão mal de mim assim. Sabe, esse foi o problema de todos vocês — me subestimaram demais desde que nasci.

Mesmo que queimasse sua mão segurar aquela arma, ele tinha que tentar. O sangue que jorrava dos buracos em sua barriga e peito começou a molhar mais o sofá e criar uma poça no chão próximo ao corpo de sua irmã.

A imagem dela no chão sem vida doía mais que qualquer machucado.

Quando levou sua visão de volta à frente da casa, o Herege não estava mais lá.

E ao olhar para o teto da casa ele pôde vê-lo cair sobre seu corpo, junto das chamas.

Em meio à fumaça e às vigas em chamas, ele podia vê-lo. Aquele senhor, criador dos novos tempos.

Ele — aquele Orc que dedicara sua vida a usar a sua imagem como objeto de manipulação — veria o próprio corpo e o daqueles que amava virar cinzas e terem o mesmo destino.

Todos os dias, enquanto existir, crentes do Senhor.

Richard

— Ei, tá tudo bem? Eu não quero te pressionar. — A voz dela soava melancólica, ainda processava o que aquilo significava. Ser pai.

De certo ele sabia tudo que não precisava fazer, da pouca experiência que seu pai conseguiu lhe passar. Era anestesiante saber que em breve criaria um mini ele. Ele não conseguia não adorar a ideia. — Se você acha que é muito, eu po...—

— Não, não... olha, quando eu chegar em casa a gente conversa melhor, tá. — Ele a interrompeu antes que ela falasse o que ele não queria ouvir. E imediatamente ouviu um suspiro de alívio do outro lado da chamada do celular. — Já já eu vou aí na casa da sua mãe. Só vim pegar uma parada pro meu pai e vou aí. Tchau... eu também te amo.

Ele se despediu e se encostou de volta na cadeira. Tentou não pensar mais naquilo por hora, por mais que parecesse impossível. Seu pé balançava sobre a perna enquanto esperava sentado.

A sala não parecia muito convencional para um Padre. Paredes roxas com partes em branco e detalhes dourados. Cruzes aqui e ali. Também podia ver pontas de baseados no cinzeiro da mesa.

Uma bala de prata 9mm estava perto do cinzeiro sobre a bancada, brilhava com a luz da lua que entrava por uma das janelas no escritório. Havia algo gravado nela, mas não estava no idioma comum — era outra língua.

Ela roubou sua atenção e ele se recordou brevemente sobre algo que seu professor havia balbuciado uma vez sobre uma língua passada, muito antiga, usada por montadores antes de Cristo e antes da globalização do inglês e do vaeryn.

O Padre estava voltando. Os sons pesados daquele gordo eram difíceis de não escutar. A porta se abriu e o Padre entrou na sala. Ele não parecia mais tão imenso quanto da última vez que Richard o havia visitado.

— Meus perdões, demorei muito, não né?

O padre era um Orc, gordo e bufante igual a um touro, cabelo bem cortado e cavanhaque feito. Suas tatuagens bíblicas eram dignas de um quadro. Elas vazavam um pouco nas costas das mãos e na gola do pescoço. A batina que usava não permitia a cobiça.

— Tava resolvendo a moeda do seu pai, sabe como é né. Nossas máquinas quebraram e tamo contando tudo na mão. Ele terminou de acender um charuto e subiu a bolsa do chão à bancada em frente a ambos. Richard a virou para ele e abriu o zíper — várias notas baixas, algumas manchadas.

— Valeu, padre. Amanhã tô aí com o produto. Hoje deu uma atrasadinha lá também, mas o coroa tá resolvendo. Ele ficou barriado que mês passado você pegou com os cara lá.

— Então, mulequão, sobre isso aí... — O padre coçou a cabeça e se levantou da cadeira, caminhando com ele até a saída da igreja.

— A retrasada essa foi nossa última... — O Padre tentou um gesto com a mão enquanto olhava para o garoto. Ele pôs seu dedo indicador dentro de um círculo formado com os dedos na outra mão.

— Se sabe, Richard, essa foda que eu e seu pessoal vemos tendo não tá sendo tão vantajosa assim pra mim, e correm uns boatos seus por aí...

— Que boatos? Vai, diz aí. — Richard respondeu de volta na mesma hora, irritado. — Que eu pulo os muros de umas casas por aí? Sou ladrão mesmo, esse é meu trabalho. Pelo menos a droga que eu te passo não mata seus clientes, e outra — eu consigo ver de onde mijo.

Richard podia ver a testa do padre franzir e suas presas orcs apertarem na pele da boca.

Os dois companheiros que o acompanhavam seguraram a risada e tentaram disfarçar com uma tosse repentina.

Mas até o Richard passado a porta da igreja e a alguns passos deles, pôde ouvir.

— Tu não me conhece não né, Rich? Se tem um muro no meu caminho eu derrubo ele, só com uma ombrada. Agora imagine... — A voz do padre parecia séria.

Richard não desacreditou do que ele disse enquanto jogava a bolsa com dinheiro dentro do seu carro.

— Demorou, padre. Nós não tem ideia pra debater, mas não tô indo. — Não era como se Richard ligasse tanto. Tinha outras prioridades ocupando sua mente no momento.

Richard ia entrar no carro e ir embora, mas o padre se aproximou e ele andou em direção a ele de volta, em frente à igreja.

Aquele lugar mórbido, no meio de uma estrada, sem árvores, sem pássaros ou qualquer outra casa ou animal à vista.

— Esse jogo... — O padre balançou a cabeça, parecendo caçoar do que ele havia dito.

— Esse jogo das cadeiras que você acha que joga. Como é o nome mesmo? Á, uma brincadeira de buchas como você, que acham que jogam. — Ele parou o olhar junto ao de Richard. Seus olhos pareciam esferas negras. Ele falou como se dissecasse sua alma. — Tem vidas sendo decididas e lançadas à sorte todos os dias, garoto. O jogo que jogo é a música que toca e vocês dançam. — O padre o olhava firme, sem piscar ou tremular em nenhum momento. — E no final. — Ele abriu um sorriso, levando suas bochechas gordas até a orelha. — No final, todos vocês sentam para nós. Richard observou o padre ficar ali parado em sua frente com aquele sorriso por um instante antes de entrar em seu carro.

O padre não saiu do lugar, mas já na estrada ele não merecia ocupar seus pensamentos. Cada vez que fechava os olhos, o via lá — em frente àquela igreja com aquele sorriso, olhando para onde ele estava antes de sair. Nunca soube muito sobre ele.

O único conselho que seu pai lhe deu na primeira vez que foi era de receber os pagamentos dele: "Não fica com muita conversa com ele não, tá, e nem volte atrás em nenhuma afirmação sua. Só pega o dinheiro, entrega o bagulho e cai fora." De todas as vezes que ia lá, uma se superava mais que a outra. Pelo menos trazia um pouco de alívio saber que não precisaria ir mais lá.

A ira de seu pai seria razoável — o dinheiro que vinha da igreja era bom e iria fazer falta agora que já planejava o quarto do seu filho ou filha. O sono começou a dominar sua visão que ia escurecendo.

Sua ansiedade para chegar em casa tinha diminuído um pouco, mesmo que o sentimento de ser pai ainda não lhe tivesse caído por completo.

Entre o fechar dos olhos e as tentativas de seguir acordado na estrada, ele estranhou a demora para chegar em casa.

Abriu a janela do motorista e diminuiu a velocidade do carro para tentar ler uma das placas no acostamento.

"Jas com Deus" — Amém. — Ele respondeu ao ler a placa.

Concluiu que deveria estar perto de casa, mesmo que o sentimento de estar perdido ainda arrepiasse sua pele.

Talvez tivesse pegado só uma rua errada na hora de voltar. Pensou em seu pai, como ele reagiria à notícia de ser avô.

O cansaço pesava em seu corpo. Sempre lhe cansava pensar nele, mas essa noite lhe chamava.

Todas as vezes que teve que correr e crescer longe dele, com aquele sentimento de estar perdido em uma ilha.

Como iriam lhe encontrar? Como saberiam onde procurar? Butte é logo ao lado, né.

Não tem como se perder. Richard sentiu um incômodo ao pisar no acelerador do carro.

Olhou para baixo e viu seu pé nu, sujo de terra e sangue que não parava de pingar no assoalho.

Talvez tivesse pisado em algum espinho no caminho. Correr descalço era um saco.

A brisa fria do vento invadia o carro pela janela aberta. Ele pisou fundo no acelerador — não via a hora de chegar em casa.

E com aqueles ventos nos cabelos, era só chegar em casa, fumar um, bater um banho e ir deitar.

Ele levantou sua visão de volta para a estrada e se surpreendeu ao não conseguir mexer no volante.

Suas mãos estavam amarradas. Ele não conseguia virar o volante e nem ir para o modo espectro para tentar fugir daquela criatura que voava por cima das árvores.

Talvez ela não conseguisse acompanhar se pusesse toda sua força. Sem conseguir virar o volante, uma luz forte atingiu seu rosto quando ele bateu o carro e voou pelo para-brisa. Sua queda ao chão foi violenta.

A tontura e o sangue nos olhos não ajudaram a entender onde ele estava.

Então um vento forte vinha de cima, junto de um barulho alto de rosnar.

O barulho do que quer que fosse aterrissando ao chão. Um bafo quente repousou sobre ele, uma respiração forte e pesada.

— Aí é foda, padre, como é que eu venho aqui fazer o bagulho e o cara tá fugindo por aí. Richard pôde escutar a voz de um homem, mas sua visão estava muito suja e sua mente muito dolorida para jogos de adivinhação.

— A minha parte eu fiz. E nunca mais eu subo nessa coisa. Um pessoal meu já tá vindo me buscar. Agora é com você. — Os passos dele e seu cheiro ficaram distantes. Essa voz, com certeza era o Padre. Richard tentou gritar pelo nome dele, mas só aí se deu conta do sangue na garganta, do braço que havia se quebrado no meio.

A outra parte devia estar em algum lugar da floresta que ele saiu para a planície onde estavam.

— Caralho, vampiro. — A voz do homem saía com o bafo quente da criatura próxima, que lambia algumas das feridas de Richard.

— Não era assim que eu queria. Pode acreditar. — Richard sentiu o homem se aproximar e falar próximo ao seu rosto.

A única coisa que ele podia ver através daquela visão manchada pelo sangue eram dois pequenos círculos dourados.

— Queria você bem. — O homem se afastou enquanto o bafo quente da criatura parecia mais próximo.

— Mas não importa. No final do dia serve do mesmo jeito.

Esse motivo vagabundo que você me deu serve bem demais. O silêncio era incômodo.

Não saber o que se passava ao seu redor, não saber quem era aquele homem ou saber quanto tempo duraria a mastigação da criatura sobre sua carne para levar embora seus pensamentos.

Apesar de não sentir nada da cintura para baixo, jogado na grama baixa em volta do próprio sangue, ainda podia sentir o roer no osso de sua canela, a garra atravessando e abrindo seu estômago, e o calor do fogo invadindo seu corpo e queimando suas ideias.

E aos poucos se sentiu desaparecer desse mundo, como se sua existência estivesse largada à beira da praia e fosse levada pela maré.

Por favor, continue sempre se expressando cada vez que ler um capítulo. Seu feedback me ajuda a melhorar minha escrita e a definir o rumo para onde quero levá-la. Faz alguns meses que trabalho neste livro. É a minha primeira vez escrevendo, então não quero deixar passar falhas. Por favor, comunique-se comigo para me ajudar a melhorar. Você e seu feedback são tão importantes para esta história quanto as engrenagens que a fazem funcionar. Obrigado e boa leitura no Seavien.

Thoughts

  • Marina

    A velocidade dessa história é insana. Começa com gravidez e termina com massacre de corpo. Já quero saber o que vem depois.

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  • tresPaginas

    Como é que ele virou vampiro? Isso foi acontecendo desde antes ou o padre fez isso como castigo?

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  • sofadasala

    Vampiro. Entendi no final que é vampiro. O padre tá usando ele pra isso?

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  • paginadobrada

    Tem algo muito bom na forma como você descreveu aquele primeiro encontro no escritório. O detalhe da bala com gravura, o cinzeiro com baseado. Diz muito sobre quem são essas pessoas.

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  • oitoemponto

    E agora, Richard sobrevive disso? Ou essa é de verdade a última missão dele?

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  • folhaSolta

    Meu Deus, a ligação no começo. Ele indo ficar com uma grávida e envolvido com coisa criminosa ao mesmo tempo.

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  • contoDeSexta

    A tensão entre o Richard e o padre é muito boa. Aquele gesto da mão no círculo deixa claro que tem algo muito mais profundo acontecendo ali.

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  • contoBreve

    Esse padre é humano ou tem algo de sobrenatural nele também? Quer dizer, além do crime, claro.

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