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A Inteligência Artificial (IA) atua como um catalisador de eficiência, automatizando tarefas repetitivas, prevendo falhas e otimizando o uso de recursos. Ao integrar a IA nessas cinco áreas centrais, sua empresa substitui o corte de custos reativo (fazer demissões ou reduzir a qualidade) por uma gestão de custos sustentável e preditiva, aumentando a margem de lucro e a competitividade no mercado.
A IA reduz custos e transforma cada um desses pilares:
1. Área Operacional (Produção e Chão de Fábrica)
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Manutenção Preditiva: Sensores IoT conectados a algoritmos de IA preveem quando uma máquina vai quebrar antes que isso aconteça. Isso reduz o tempo de inatividade não planejado em até 50% e evita gastos com peças de última hora.
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Otimização de Processos em Tempo Real: A IA analisa variáveis da linha de produção (temperatura, velocidade, umidade) para ajustar o maquinário automaticamente. Isso maximiza o rendimento e reduz o desperdício de matéria-prima.
2. Área Administrativa (Financeiro, RH e Compras)
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Hiperautomação de Rotinas (RPA + IA): Robôs inteligentes processam notas fiscais, conferem contratos, realizam conciliação bancária e gerenciam a folha de pagamento sem erro humano e em uma fração do tempo.
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Previsão de Fluxo de Caixa e Compras: Algoritmos preditivos analisam o histórico de vendas e tendências de mercado para prever a necessidade de capital de giro e indicar o momento exato de comprar insumos pelo menor preço.
3. Área de Serviços (Atendimento e Suporte)
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Atendimento Contextual 24/7: Chatbots baseados em IA Generativa (como o GPT) resolvem até 80% das dúvidas de clientes de forma humanizada e instantânea, reduzindo drasticamente o custo por atendimento (SAC).
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Alocação Inteligente de Equipes: Para serviços em campo (manutenções, instalações), a IA escala o técnico certo, com as ferramentas certas, com base no histórico de chamados e na proximidade geográfica.
4. Logística e Cadeia de Suprimentos (Supply Chain)
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Roteirização Inteligente de Frotas: Softwares de IA calculam rotas em tempo real considerando trânsito, clima e janelas de entrega. Isso reduz o consumo de combustível e o desgaste dos veículos em até 20%.
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Gestão de Estoque Inteligente: A IA cruza dados de vendas históricas, sazonalidade e comportamento do consumidor para prever a demanda exata. Isso evita o custo de capital parado (excesso de estoque) e a perda de vendas (falta de estoque).
5. Meio Ambiente (Sustentabilidade Corporativa)
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Eficiência Energética Inteligente: Sistemas baseados em IA monitoram o consumo de energia e água de prédios e fábricas, desligando ou otimizando sistemas de climatização e iluminação automaticamente, gerando economias severas nas contas de consumo.
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Gestão e Redução de Resíduos: Algoritmos de visão computacional identificam e separam resíduos recicláveis na linha de produção, além de calcular formas de reutilizar subprodutos, diminuindo taxas de descarte e multas ambientais.
Como Criar um Ambiente Sustentável de Gestão de Custos?
Para que a redução de custos não seja um evento isolado, mas sim parte da cultura da empresa, a IA constrói um Ecossistema de Melhoria Contínua:
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a empresa em uma organização data-driven (guiada por dados). Com painéis analíticos, a liderança visualiza os custos operacionais em tempo real e simula cenários futuros (gêmeos digitais). Isso gera uma agilidade de mercado que os concorrentes tradicionais simplesmente não conseguem acompanhar.
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Existe a cultura de gestão pela produtividade que é baseada em vencer as metas, desafios e objetivos. Só terão sucesso os homens de comando providos da coragem , ética e honestidade como pilares da sua liderança, a marca forte e decisiva de gestão. Usando, planejamento, execução, ação, definição firme de redução de custo e inovação.
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A Melhoria Contínua integra a empresa pois é a maximização de rendimento de pessoas-capital humano, processo tecnologia e projetos estratégicos sustentáveis.
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A liderança competente com visão sistêmica, holística e coletiva é tudo! “O futuro das organizações - e nações - dependerá cada vez mais de sua capacidade de aprender coletivamente”. PETER SENGE. Essa condição ambiente é capaz de reduzir custo, aumentar a saúde financeira da empresa. Melhorar a sua competitividade e manter os empregos e a renda. O ESG tem fortalecido uma visão filosófica de administrar essa realidade, ou vanguarda empresarial.
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NÃO CONHEÇO EMPRESAS E PROFISSIONAIS que prosperaram sem uma forte preocupação, iniciativas e práticas relacionadas fortemente por redução de custo,. Sob a visão macro, não há país que progrediu sem educação e só exportando matéria prima como faz o Brasil. Isso tem de ser repensado, porque somos hoje; uma África colônia do século XVI dentro do século XXI, exportando minério de ferro, soja, café, milho, suco de laranja, celulose, carne e outros itens, O país é grande e exporta ainda pouco de produto agregado. Celulose é exceção temos o eucalípto e agregamos valor.
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Produto agregado, reúne mais tecnologia, preço mais alto e melhores salários com gente especializada. Maior arrecadação de imposto e indústria em constante avanço tecnológico, dinamismo e crescimento especializado.
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Custo Alto é um inimigo letal da economia em geral. Esse Custo Alto , é um consumidor de recursos que derruba diretorias inteiras e todo tipo de Gerência e Supervisão. Custo alto é inimigo de manutenção de empregos e fábricas. Produtividade é tudo que se ganha. dividido por tudo que se gasta, as despesas.
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Desse número é mostrado o indicador / KPI que interessa, a eficiência da empresa , de uma indústria está nesse número . Custo alto assassina a produtividade e consequentemente competividade junta. O custo alto segura o PIB – Produto Interno Bruto, que é o que define o crescimento da economia e de uma nação.
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Reduzir custo é uma estratégia inteligente, permanente e mandatória . Esta iniciativa assegura a capacidade de erguer, manter, crescer no mercado competitivo e expandir, através da eficiência de gestão e capacidade financeira para investimento em novos projetos de otimização e adequação de qualidade do capital humano, modernização de processos, liderança e uso de tecnologia competitiva, elevando a produtividade e manutenção de empregos.
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Há uma necessidade permanente de aprimoramento da Administração e Gestão de Custo com profissionais competentes, habilidosos, talentosos, criativos, dispostos a implementarem mudanças arrojadas, providas de coragem e liderança para quebrar resistência e status quo improdutivo. Profissionais providos de competência e respaldo técnico para comunicar e informar objetivamente, os motivos, esforços, ações e estratégias para a busca de uma economia empresarial competitiva e permanente.
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Os homens de comando que implantam projetos e programas de redução de custos terão de ser lideres corajosos, respeitados, exemplos de conduta e austeridade. Vão ser odiados pelas pessoas banda podres da empresa, , quando cortar os excessos, mordomias e gastos desnecessários, que vão incomodar o status quo dos acomodados e que trabalham pouco.
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Gente acomodada, é como os indianos dizem: “são as cobras najas da empresa”. Trabalham pouco, fazem fofoca de corredor, deturpam a comunicação, atrapalham o ambiente organizacional de produção e não agregam valor. São resistentes, quanto aos projetos de Redução de Custo.
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Neste conjunto de ações se forma severa e necessária gestão de custo e controle alinhado com a combinação de natureza das despesas em geral, de centro de custo e centro de responsabilidade dos gastos. Todos devem justificar o estouro da meta e orçamento.
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Esse padrão de gestão e controle treina e forma o raciocínio sistêmico da economia da empresa, criando super administradores que decidem pela conexão da administração e gestão de controle da finança, economia, orçamento, contabilidade e custo. A administração séria, prima pelo entendimento, comunicação e preocupação com o custo da atividade fim. Educando, treinando, capacitando e especializando pessoas, inclusive em processo de gestão participativa. Tratando o custo como fator pontual de produtividade competitiva e eficiência industrial.
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É fundamental a correta compreensão dos princípios, classificação, distinção e métodos de operacionalizar, tratar e gerenciar custo. Isto visa eliminar as comuns e más interpretações, apropriações indevidas e distorções de custo com retrabalho de correção, por causas diversas.
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Capacitar as pessoas para ciência de custo, habilidade do uso de sistemas e tecnologia é um ponto forte. Um estudo de auditoria de 2013, aponta sistemas sub utilizados, outros pedem customização. Gerentes e engenheiros em maioria são altamente técnicos e assertivos nas decisões de custo das áreas. Mas o problema surge 2a fase deste processo. O detalhamento dos documentos e classificação do custo do formato contábil que amarra a natureza do custo conectada em opex, capex e outras que formalizam os custos que viram dados e estatística ou números formais. Parece simples, mas os staffs em grande parte das empresas, possuem certas dificuldades, estão sobre carregados, nem sempre o fechamento mensal fica sincronizado, conforme pede a contabilidade, orçamento, controle e custo, para estarem munidas de informação confiável da economia e finança da empresa, para decisões do CA-Governança Corporativa focalizadas no mercado, parâmetros de Ebtida, compliance do âmbito fiscal e outras informações que o mercado pede.
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A Informática, a TI e os softwares e todos os controle sistematizados já contribuem imensamente para o aprimoramento da Gestão de Custo. Isso é inegável e cresce em todo mundo. Projeto de Gestão de Custo, Ciência de Administração de Custos são palavras muito citadas ultimamente.
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Não se brinca com números, a gestão organizacional em muitas empresas, percebe a necessidade de trabalhar o raciocínio com uma filosofia comportamental de instrução corporativa, envolvendo educação e treinamento de ciência e cultura da Disciplina de Custo via rotina administrativa e em . Em outra vertente, surge a necessidade acentuadas juntas, por profissionais de qualidade e senso de dono da empresa, e daqueles de senso de economia, que propõem alternativas de redução de custo e otimizam processos.
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Os bons gestores se orientam pela administração de custos, uma vez que forma os principais indicadores e leitura de status e desempenho dos principais processos que articulam as estratégias de análises, decisões, metas compartilhadas e competência da empresa como um todo. Ebtida. valoriza desempenho corporativo e é um balizador de visão de mercado Reforçando; controle de custos é o negócio de todos departamentos. .
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A saúde do negócio depende de planejamento estratégico , projeto , missão, visão, crenças, valores munida de ações e iniciativas com permanente disciplina de redução de custo, com educação continuada e treinamento das pessoas com empatia foco em produtividade e resultado coletivo . Assim encontramos um ambiente de capital humano sinérgico de rendimento de pessoas, processo, tecnologia e projetos estratégicos sustentáveis.
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Com gestores corajosos, sistêmicos, holísticos, habilidosos, bem educados e treinados em gestão de pessoas. Isso é a chave para grandes resultados de uma governança com ética. Adoção da ESG, compliance e o lucro ético responsável com responsabilidade social como resultado adjunto
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Algumas empresas estão bem mais preparadas para se comprometerem com caminhos virtuosos ou tortuosos no alcance de resultados sustentáveis, o que sempre advém de raciocínio estratégico de preparar as pessoas para um sistema severo de controle de custo e este controle severo de custo para fazer parte da rotina administrativa e operacional da empresa nos níveis estratégico, tático e operacional, das pessoas que compõe a empresa.
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Quando os tempos são difíceis, as empresas têm apenas uma preocupação: reduzir custos. Uma altitude de poupança. A redução de custo, mudanças, reestruturação, inovação, novos projetos visam competitividade e produtividade e são vistos ainda como a locomotiva das empresas e de seus acionistas.
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O Custo Brasil é o conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas e econômicas que tornam mais caro e complexo produzir, investir e fazer negócios no país em comparação com outras nações.
A expressão aparece frequentemente em apresentações escolares ou corporativas criadas no Prezi para explicar os fatores que reduzem a competitividade das empresas brasileiras.
QUANTO CUSTA O CUSTO BRASIL
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O Custo Brasil gera uma perda estimada em R$ 1,7 trilhão por ano para a economia nacional, o que equivale a cerca de 19,5% do PIB.
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Segundo dados do Observatório do Custo Brasil e da Confederação Nacional da Indústria (CNI), esse valor representa o gasto excessivo que as empresas brasileiras enfrentam para produzir e operar no país em comparação com a média das nações que integram a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).
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Principais Fatores do Custo Brasil
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Carga tributária: O sistema de impostos é complexo, elevado e cumulativo.
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Infraestrutura deficiente: A falta de boas rodovias, ferrovias e portos encarece a logística de transporte.
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Burocracia: O excesso de leis, regras e exigências atrapalha a abertura e a gestão de empresas.
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Custo do crédito: As taxas de juros altas encarecem os empréstimos e o financiamento para o setor produtivo.
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Encargos trabalhistas: Os custos associados à legislação do trabalho elevam as despesas com funcionários.
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Insegurança Jurídica
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Insegurança Física e Patrimonial
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Corrupção Sistêmica
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Mão Obra / Capital Humano de baixa escolaridade baixa Produtividade e Alta taxa de retrabalho
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Alto Custo de Energia
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Para acompanhar dados atualizados e estudos sobre o impacto desses gargalos na economia, você pode acessar o Observatório do Custo Brasil.
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NÃO FALTA DINHEIRO - FALTA ESTADISTA - 3 PDERES HONESTOS - ÉTICOS - RESPONSÁVEIS E COMPROMETIDOS COM O DESENVOLVIMENTO DA NAÇÃO - O PAÍS É CONSIDERADO IMPÉRIO DA CORRUPÇÃO E IMPUNIDADE - LEIS FROUXAS E PARAÍSO DE POLÍTICOS E AUTORIDADES LADRONAS
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Entre os anos de 2020 e 2025, o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou saltos históricos na arrecadação tributária brasileira, acumulando hoje, em 14 de setembro de 2026, mais de R$ 2,84 trilhões.
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A evolução anual dos valores totais do Impostômetro (englobando impostos federais, estaduais e municipais), além dos dias trabalhados pelo cidadão e o posicionamento do Brasil no cenário internacional, apresenta o seguinte panorama:
Arrecadação do Impostômetro por Ano BRASIL
O Brasil tem a maior carga tributária do mundo?
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Não, o Brasil não possui a maior carga tributária absoluta do mundo, mas lidera de forma isolada na América Latina e Caribe (em torno de 32,4% a 33,7% do PIB), superando a média da região. No ranking global da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), o Brasil fica atrás de várias nações europeias (como França, que passa dos 45%, Dinamarca e Alemanha).
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No entanto, o país é considerado o pior do mundo em outro indicador crítico: o Brasil é o país com o pior retorno dos impostos em serviços públicos à população. Segundo o estudo anual do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), entre os 30 países de maior carga tributária estudados, o Brasil ocupa a última posição há 15 anos consecutivos no quesito retorno à sociedade (saúde, educação, segurança e infraestrutura). Além disso, o Brasil figura como o 2º país do mundo que mais taxa empresas.
Quantos dias o brasileiro trabalha apenas para pagar impostos?
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Em 2026, o brasileiro trabalha, em média, 150 dias do ano apenas para pagar impostos, taxas e contribuições.
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Isso significa que cerca de 41,10% de toda a renda anual gerada pelo trabalhador médio é destinada diretamente aos cofres públicos. Na prática, quem começou a trabalhar no dia 1º de janeiro só passou a gerar dinheiro para o próprio bolso a partir do dia 1º de junho. A maior parte desse peso (cerca de 83 dias de trabalho) vem de impostos embutidos diretamente no consumo de produtos e serviços.
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A participação da indústria de transformação no PIB brasileiro entre 1947 e 2025 desenha um gráfico em formato de parábola invertida (uma curva que sobe intensamente e depois entra em declínio contínuo). Esse comportamento divide a história econômica moderna do país em duas grandes eras: industrialização nacional (até a década de 1980) e desindustrialização precoce (a partir de 1986).
Abaixo está a representação conceitual da evolução dessa fatia ao longo das décadas com base nas séries históricas oficiais do IBGE e do Ipeadata.
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Gráfico Conceitual: Participação da Indústria de Transformação no PIB (%)
Análise das Fases do Gráfico
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1947 – 1955 (A Base Inicial):
A série se inicia no pós-guerra com a indústria de transformação representando cerca de 11,3% do produto nacional. O país era essencialmente agrário-exportador. -
1956 – 1980 (O Boom da Industrialização):
Com o Plano de Metas de Juscelino Kubitschek e, posteriormente, os planos do Milagre Econômico no regime militar, o parque industrial brasileiro multiplicou-se rapidamente. A fatia do setor avançou agressivamente a cada década. -
1985 (O Ápice Histórico):
O setor atinge seu auge de relevância na economia. Dependendo do critério de mensuração econômica adotado (preços correntes ou constantes), a indústria de transformação chegou a representar entre 21,8% e 35,9% de todo o valor adicionado do PIB do país. [1, 2] -
1986 – 1999 (Abertura de Mercado e Choques):
A "década perdida" (anos 80) e a abertura comercial abrupta no início dos anos 90 expuseram a indústria nacional à concorrência global sem a infraestrutura adequada. O percentual desabou rapidamente, atingindo 13,8% em 1998. -
2000 – 2021 (O "Voo de Galinha" e o Mínimo Histórico):
O ciclo das commodities nos anos 2000 gerou uma efêmera recuperação (batendo 17,8% em 2004), mas o avanço do agronegócio e do setor extrativo mineral acabou reduzindo ainda mais o espaço da manufatura. Entre 2018 e 2021, a indústria de transformação encolheu para a faixa de 11,3%, retornando virtualmente ao mesmo patamar de relevância que tinha em 1947. -
2022 – 2025 (O Cenário Atual):
Nos anos mais recentes, o setor apresentou tentativas de estabilização e tímida reação impulsionada por novas diretrizes de neoindustrialização e investimentos em transição ecológica. Em 2024, dados da ONU mostraram o Brasil saltando posições no ranking global de competitividade industrial, mas a fatia no PIB total manteve-se consolidada em patamares baixos, flutuando de forma estrutural entre 11% e 12%.
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GASTOS ABSURDOS E VERGONHOSOS
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Os gastos totais do governo federal brasileiro com viagens oficiais (diárias, passagens e locomoção) nos dois primeiros anos do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva superaram R$ 4,58 bilhões, segundo dados da Controladoria-Geral da União (CGU). [1]
No que tange especificamente ao uso de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) com apenas um passageiro, um levantamento checado por agências de fact-checking aponta a realização de 111 voos para o transporte de apenas um passageiro (além de 1.585 voos para transportar até cinco passageiros), prática que ocorreu e foi investigada tanto na gestão atual quanto em administrações anteriores.
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Detalhes dos Gastos e Voos Oficiais
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Montante acumulado: As despesas globais do governo com deslocamentos nos primeiros anos sob Lula ultrapassaram os patamares registrados no mesmo período do governo anterior, o qual foi influenciado pelas restrições da pandemia de COVID-19 em 2020 e 2021.
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Uso da frota da FAB: Relatórios sobre a frota da Força Aérea apontam que o custo médio do transporte institucional por aeronaves militares é superior ao da aviação comercial, com taxa média de ocupação em torno de 55%, motivando debates sobre a otimização de rotas e o cumprimento formal das regras de autorização de voo
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Desde que a situação econômica se complica a necessidade de reduzir custos exponenciou. Com a crise no Brasil política, econômica e a pandemia recente. Milhares de Projetos de peso foram extinto, ou congelados e esta necessidade tem feito as pessoas de comando pensarem mais e buscarem criatividade em um processo interno , que só cresce só se as empresas forem coletivas e passem a usar mais o talento e criatividade das pessoas, o capital humano.
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As melhores soluções podem estar nos empregados mais simples, porque eles entendem da situação física da produção e podem dar uma grande contribuição, desde que sejam ouvidos, respeitados e tenham uma comunicação específica para as suas sugestões e gestão participativa com um ambiente coletivo, típico do modelo industrial japonês.
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O CCQ (Círculos do Controle de Qualidade). Muitas empresas (temos mais de 20 milhões no Brasil) estão com dificuldades diversas e a otimização de custos é fundamental. As áreas buscam investimento: crescimento externo, melhoria da produtividade através de processos e sistemas inteligentes, usando automação, operando e administrando as empresas com o mínimo de pessoas, é o que faz todas as empresas de competitividade global, se não faz o concorrente faz. Fica mais competitivo, avança no market share.
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Para atingir seus objetivos, qualquer empresa deve definir uma estratégia que lhe dê forte vantagem competitiva. A estratégia comum é atuar na redução de custos. Uma das frases célebres que temos: Taiichi Ohno:“Custos não existem para serem calculados. Custos existem para serem reduzidos.”
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Ele conseguiu os maiores exemplos de eficiência que já se viu na Toyota. Sempre com a mentalidade aguerrida de redução de custo e otimização . As empresas que não se preocupam com custo, não se preocupam com controle estão em risco de quebrarem na economia global competitiva e mutante.
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O risco é grande é grande. Em eficiência empresarial , quanto a produtividade da indústria de transformação é 1 / 4 do americano. A indústria de transformação cresce em taxas dos anos 40 e 50. Estamos mal.
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Empresas e o próprio país só vão sair do buraco com homens corajosos para adotarem controles rígidos e uma severa redução de custo na administração pública e privada. Estadistas na politica e Líderes na indústria. Não falta dinheiro, falta estadista. Investir em educação, capital humano forte e bem treinado. Escolas , professores para as crianças e juventude. médicos e Saúde de qualidade para a população , boa alimentação para as crianças e mais honestidade das autoridades. O país precisa de reformas profundas, mudanças.
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Preservação ambiental, menos desmatamento e mais infraestrutura. Só seremos competitivos com estas iniciativas e consequentemente com um PIB forte, a base da economia pujante...
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O maior patrimônio, o maior ativo de uma nação é a saúde e a educação de suas crianças e da sua juventude. A produção científica criam desenvolvimento tecnológico, mas estamos mal no Brasil. Muitos estudantes não querem ser cientistas nem professores pela baixa remuneração. O Brasil possui, cerca de 600 cientistas por milhão de habitantes, enquanto a China possui 1.100, a Rússia 3.100, a União Europeia 3.200, os Estados Unidos 3.900, Coréia e Singapura 6.400, Israel 8.300. Na América Latina, o Brasil está em segundo lugar, abaixo da Argentina, que tem 1.200
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. Está havendo fuga de cérebros para os países desenvolvidos. No Japão e Coréia do Sul, 5% dos melhores alunos, os cérebros potenciais querem ser professores, ao invés. de irem para NASA ou Microsoft. Professor é a profissão nobre. Produz cultura, informação, conhecimento, ciência e valores. No Brasil precisamos valorizar o professor, não o militante. Priorizar a física e matemática. Instrumentaliza-los, dar condições, recursos, treinamento, manutenção da competência, segurança e melhores salários. País e empresa que não investem em saúde educação, comunicação, ciência, inovação, pesquisa e tecnologia. Vão estar fora da civilização moderna. Vão virar uma montanha sucata.
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Gerente é pago para dar resultados, trabalhar muito, ser criativo, liderar mudanças (inovar) educar, treinar e preparar a sua equipe. Transmitindo experiência, valores e ainda fazer sucessores melhores. Deve ser dinâmico em planejar, fazer, agir e decidir rápido com coragem, segurança, confiança e paz com estratégias seguras faz parte de seu modelo mental.
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Ser exemplo humano-social-profissional.Ter empatia e se destacar pela capacidade de reduzir custos e deter indicadores de alta competitividade e alta produtividade.
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A ética e a honestidade são dois pontos que vão focar o seu julgamento interno e externo.. Ele é responsável para preparar as pessoas para o sistema, e o sistema para as pessoas, é também professor interno / coach
ABORDAGEM:
LinkedIn defende que os custos não devem existir apenas para serem calculados, mas sim reduzidos por meio de "escolas de redução de custo".
O Conceito Principal
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Foco na Redução: Inspirado na frase de Taiichi Ohno, o texto aponta que calcular custos não traz lucro se não houver um esforço real para diminuí-los.
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Escolas de Redução: A ideia central propõe criar uma cultura ou "escola" interna nas empresas para ensinar e treinar equipes a eliminar desperdícios.
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Gestão Eficiente: O autor conecta a otimização de processos com a melhoria contínua da gestão empresarial.