Sem Retorno – Capítulo 6
O dia passou rápido. Eu consegui fazer muitos trabalhos no dia de hoje, e tirei uma pausa para repor um pouco do sono a tarde.
Depois fiquei até o horário de buscar minha mãe, gerenciando minhas páginas e canais.
Fico feliz pois aos poucos estou vendo algum resultado, mas ainda não consigo depender apenas deles.
Mas o site adulto, principalmente as fotos da minha mãe, estão se destacando muito.
Foi aonde tirei a maior renda até agora, e continua crescendo, a cada dia dezenas de assinantes estão chegando no site.
Estou ansioso para a seção de fotos de hoje, já tenho muitos pedidos, e vendas garantidas.
Minha mãe chega as seis hoje, temos um bom tempo para adiantar algumas fotos.
Mas a partir de amanhã ela passara mais tempo em casa, e faremos muito conteúdo, para alavancar o site.
Já me decidi, depois de pagar todas as contas, o que sobrar vou usar para a divulgação, e expandir para outros países.
Passa das seis quando minha mãe diz que já está chegando.
Eu já deixei tudo organizado e adiante o jantar, tudo para não perdemos tempo, e conseguir fazer o máximo de fotos hoje. Tomo um banho e vou buscá-la.
Fico contente ao ver que ela parece melhor hoje, mais descansada.
Em casa deixo ela relaxar primeiro, depois de um banho e do jantar deixo ela descansando um pouco assistindo seus programas.
Dez da noite eu me preparo, coloco uma cueca bem apertada, pois sei que será mais um dia de tortura pra mim, e chamo ela pra gente começar a sessão de fotos.
Fico feliz em ver que ela não fica relutante, ela ainda demonstra um pouco de vergonha, mas não questiona e diz que vai se arrumar.
Dessa vez eu digo que vou escolher o que ela vai usar, e peço pra ela vestir algo como se fosse fazer uma faxina.
Ela acha meio estranho, mas digo que é para combinar com o tema.
Ela usa um vestido simples que vai até os joelhos, e usa uma calça legging cinza por baixo.
Não é muito sensual, mas vai servir.
Vamos para o banheiro e peço pra ela fingir fazer uma faxina com o esfregão.
Isso é fácil pra ela, mas eu não quero uma faxina de verdade, então peço pra ela fingir usando mais sensualidade nas poses, igual aquelas moças da capa de revista que seguram objetos fazendo poses e caras e bocas. E o rosto dela fica todo vermelho com o que eu disse.
- ai filho, eu não sei fazer isso não.
- é fácil mãe, finge que tá fazendo força esfregando a privada, e curva só um pouco o corpo jogando a bunda pra trás.
- credo filho, mas isso não tem nada a ver com faxina.
- mas não é uma faxina de verdade mãe, e só pra aguçar a imaginação dos assinantes.
Ela faz o que eu digo e mesmo sem jeito ela fica muito sensual, o que já faz minha virilha formigar.
- tá bom assim?
- tá ótimo mãe, segura assim mais um pouco.
Eu me aproximo pegando vários ângulos diferentes.
- isso é muito constrangedor filho.
- relaxa mãe, você tá maravilhosa, depois você vai ver como ficou.
O rosto dela fica ainda mais vermelho, e ela segura a pose escondendo um sorriso.
Fazemos mais algumas fotos dela vestida assim, em posições diferentes.
A que mais gostei foi quando peço pra ela fingir limpar o chuveiro, e pra deixar ainda mais divertido, liguei o chuveiro molhando ela um pouco.
Ela entrou na brincadeira jogando água na minha direção e eu tirei várias fotos.
Ela se desequilibrou, e quase caiu no chão do box, eu a segurei pra ela não se machucar.
Mas isso me deu uma ideia, disse pra ela sentar no chão como se tivesse caído, e ela obedeceu.
Tirei fotos de todos os ângulos. Ela parecia um pouco envergonhada, mas não percebia o quanto ela estava sensual daquele jeito.
A água do chuveiro caindo e molhando o vestido dela, revelando suas formas por baixo do tecido.
Ela estava sentada um pouco de lado, com as pernas abertas uma das pernas doradas e a outra esticada.
Foi uma das minhas preferidas, e é uma pena não poder mostrar o rosto dela nas fotos, pois a cara de envergonhada que ela fazia desviando o olhar, deixa tudo ainda mais sedutor.
Achei que o momento era perfeito para ela revelar a roupa de baixo, essa eu deixei ela escolher.
Ela ainda estava constrangida, mas não disse nada, e aos pucos foi tirando o vestido.
O vestido tinha um zíper na lateral, e foi fácil sair.
Ela virou de costas pra mim ainda se mostrando envergonhada, e quando ela tirou o vestido fiquei alegre por ver que ela escolheu o biquíni rosa, pois combinou perfeitamente com a situação.
Ela deixou o vestido cair e depois se curvou tirando a calça, eu tentei me concentrar nas fotos, mas meu coração parecia estar no lugar do meu pau, pois ele pulsava como se estivessem no mesmo ritmo.
Ela retirou a calça ainda meio sem jeito, como se quisesse se esconder.
Eu continuei tirando as fotos para aproveitar cada instante.
Ela parou ficando de pé ainda de costas, me olhando com o rosto virado encabulada.
- Isso agora vira e fica de frente lentamente.
Ela obedeceu, mas ainda estava tímida escondendo os peitos com os braços em volta deles.
- mãe, deixa os braços relaxados, e tira da frente.
- ai filho, não vou tirar não, a roupa tá toda molhada e vai dar pra ver tudo.
Ela ainda não se sentia totalmente confortável, então não insisti, e continuei tirando as fotos.
Ela ainda apertava as pernas escondendo a parte da sua virilha.
Eu evitei a todo custo olhar diretamente para aquela área, pois o estado que eu estava, poderia explodir em um gozo a qualquer momento.
Eu pedia pra ela relaxa, mas ela estava muito desconfortável, ainda mais por causa da água que deixou seu biquíni quase transparente.
Então aproveite o máximo de fotos que consegui sem forçar.
Só as fotos da bunda maravilhosa dela, molhada e reluzente, já valeriam muito a pena.
Depois que consegui tirar fotos de todos os ângulos, peguei a toalha para cobri-la, ajudando ela a sair do box.
- você foi ótima mãe, as fotos ficaram lindas.
Ela me deu um sorriso animada, agora um pouco mais à vontade.
- que fotos estranhas, quem vai gostar de ver uma senhora gorda e velha toda molhada, limpando o banheiro parecendo um rato molhado. Isso não é coisa de doido não filho?
Eu não me aguento e caio na risada.
- ai mãe, você não tem mesmo noção do quanto você é linda, os assinantes vão adorar essas fotos, isso eu te garanto.
- sei não filho, isso é muito estranho pra mim, as vezes me sinto meio idiota fazendo isso.
- confia em mim mãe, não tem nada de idiota em você, espera só eu postar essas fotos, que você vai ver o quanto eles vão ficar loucos. Você estava maravilhosa.
- você fala isso, por que é meu filhinho lindo, maravilhoso, que ama a mamãe.
Ela belisca minha barrica fazendo cócegas. E eu abraço ela esfregando seus ombros com a toalha ajudando ela a se secar.
Nesse movimento ela se encosta muto em mim, e sinto os peitos dela se esfregando suavemente contra meu corpo. Sinto a protuberância dos bicos do peito dela, esfregando minha pele por cima do tecido, e quase não aguento a sensação.
Eu me afasto rapidamente, e quase corro para meu quarto, dizendo que tenho que carregar as fotos no computador. Ela fica sem entender, mas não diz nada.
Eu não estou aguentando mais, não achei que essa situação fosse ficar tão torturante.
Sinto vergonha e culpa, mas preciso gozar.
A minha cueca está muito apertada, e meu pau parece pulsar freneticamente.
Estou quase cedendo, não aguento mais.
Mas antes que pense em colocar o pau pra fora e acabar ali mesmo. Minha mãe bate na porta.
Eu me recomponho rapidamente e finjo procurar algo escondendo meu volume.
Ela se cobriu com um roupão atoalhado branco, e seus cabelos ainda estão um pouco úmidos.
Não sei o que está acontecendo comigo, pois não consigo deixar de reparar na imagem da minha mãe.
Ela age normalmente, mas o que vejo é os detalhes do seu pescoço, e a abertura do roupão que quase me deixa ver seu decote, minha mente viaja e eu não consigo deixar de pensar, que ela deve estar sem nada por baixo desse roupão.
Ela sem se esforçar está muito linda e sensual desse jeito, e eu tenho que me esforçar muito, para parar de pensar sobre isso.
- já carregou as fotos filho? Quero dar uma olhada.
- vou carregar agora mãe, senta aqui enquanto passo elas pro PC.
Enquanto faço a transferência das fotos, vou para a cozinha beber água gelada, para tentar me acalmar. Quando volto ela está ansiosa me esperando.
Deixo ela a vontade avaliando as fotos, e torcendo pra ela permitir que eu poste todas, pois a sessão de hoje foi fantástica.
Nas fotos que eu já imaginava, ela faz uma pausa maior para avaliar.
São fotos lindas, mas muito reveladoras. Não mostra nada explicitamente mas deixa muito para a imaginação.
Vejo ela corando olhando para as fotos, mas ela não parece ofendida ou irritada.
Ela parece admirada e até orgulhosa.
- tá vendo como a senhora é linda mãe.
Ela fica calada escondendo um sorrisinho satisfeita.
- ai filho, que vergonha me ver assim.
Ela diz não com uma vergonha real, mas de modo encabulado, como se gostasse do elogio.
- Vergonha nada mãe, você está ótima, deixa eu te mostrar uma coisa.
Eu entro no site e mostro os comentários sobre a sessão anterior que fizemos.
Muitos comentários, tantos que é difícil até de ler.
Os assinantes como sempre pedindo mais, e ressaltando o quanto ela é linda e maravilhosa.
Chamando ela de deusa perfeita e muitos outros elogios. Ela parece não se aguentar lendo os comentários, e seu rosto está quase ficando roxo de tão vermelho.
Ela lé sem me olhar envergonhada, e nem percebe que tem um sorriso estampado em seu rosto.
Tem muitos comentários obscenos também, e muitos palavrões, mas todos no sentido de elogio. Mas peço pra ela ignorar.
- tá vendo mãe, eles te adoram, a senhora acha que é qualquer uma que consegue esse tanto de fãs tão rápido, você é maravilhosa mãe, é realmente uma deusa.
Ela se encolhe envergonhada, mas percebo que ela está quase explodindo de felicidade.
- ai filho, nem sei o que dizer, eu ainda me sinto tão estranha, olha como eu fico sem jeito não sei o que essas pessoas viram em mim, pareço tão desengonçada nessas fotos.
- essas foram as primeiras né mãe, as de hoje já foram bem melhores, e sei que logo a senhora ficará mais confortável, e as fotos ficaram ainda melhores.
- sei não filho, ainda me sito estranha.
- fica tranquila mãe, nós vamos com calma, já tivemos mais resultado do que eu esperava, sei que é só questão de tempo pra você se acostumar.
Logo estará que nem uma supermodelo desfilando pelas ruas, com uma multidão de fãs correndo atrás de você.
- creio em deus pai. Vira essa boca pra lá filho, eu não quero isso não.
Prefiro que ninguém saiba disso, nunca, O importante é a gente conseguir pagar as contas, é só isso que eu quero.
- e vamos conseguir mãe, pode ficar tranquila, eu vou sempre ficar atento para que nunca ninguém saiba nada, e podemos viver nossas vidas.
- que bom meu amor, mas a mãe gostou das fotos, tem umas um pouco ousadas demais. Você podia evitar de pegar esse tipo de ângulo né filho.
- só estou fazendo o que os seus fãs pedem.
Ela me olha com uma expressão desconfiada de canto de olho.
- sei, mas tudo bem, se você acha que vai nos ajudar, confio em você, pode postar filho.
Eu fico aliviado por ela não recusar nenhuma, isso vai nos render muito dinheiro.
- bom agora vou me deitar filho, bem que você podia fazer uma massagem na mãe, né meu amor.
Fico muito animado por ela me pedir uma massagem logo depois da sessão de fotos.
Mostra que ela está ficando cada vez mais à vontade comigo.
- com toda certeza, a minha supermodelo, tem que ter o melhor tratamento de todos.
Ela fica muito animada, e vamos para o quarto para fazer a massagem.
Ela veste um de seus vestidos típicos, levemente levantados até os joelhos deixando as pernas expostas.
Eu ainda não consigo acreditar, como essas roupas conseguem esconder o corpo dela.
Eu me empenho para fazer o meu melhor, mas esta cada vez mais difícil me concentrar.
Cada gemido dela é um estímulo pra mim. Eu sinto muita vergonha por ter esse tipo de pensamento por minha própria mãe. Mas não consigo controlar.
Eu mantenho meu corpo afastado tomando todo cuidado para meu pau duro não encostar nela.
Só em sentir a pele macia e suave dela em minhas mão, é uma tortura para meus instintos.
Ela está com o coberto por cima do corpo, cobrindo a maior parte, só com parte das pernas livres.
Mas eu tenho muito em minha mente para imaginar, lembrar ela no chuveiro, de biquíni toda molhada, é demais pra mim.
Por sorte ela já pegou no sono, e paro imediatamente, para não enlouquecer.
Esse sentimento de culpa e vergonha está me matando. Eu não posso continuar imaginando essas coisas sobre minha mãe.
Eu tento me concentrar no trabalho para dissipar esses pensamentos. Mas a curiosidade está me matando.
Eu evitei ficar olhando muito para o corpo da minha mãe durante a sessão de fotos, para não perder o controle. Mas agora tentando me concentrar nos contratos e fazer o trabalho.
Essa curiosidade fica martelando minha mente, eu me engano dizendo que só vou dar uma olhada pra me certificar de ter feito boas fotos.
Mas logo que estou passando as fotos, uma imagem me chama atenção.
E a foto em que ela ainda está vestida, mas molhada caída no chão do box do banheiro.
Ela está com as pernas levemente abertas uma curvada e a outra esticada em outra direção.
A saia do vestido dela está levantada até acima das coxas, ela veste a calça legging por baixo, mas o volume que percebo ali me chama atenção.
Eu amplio a foto por instinto, sabendo bem o que quero ver.
E nem preciso ampliar muito para a imagem ficar nítida na minha frente.
O volume da buceta dela marcando o tecido da calça e maravilhoso.
Aquele monte estufado e partido delineando perfeitamente o tecido cinza e elástico da calça, como se estivesse embalado a vácuo.
Ele está esticado meio torto por causa do movimento das pernas, o que deixa ainda mais erótico, pois a fenda está levemente aberta por baixo do tecido da calça.
Isso é demais pra mim, sinto um tesão imenso me dominando, e pulo a foto rapidamente para não sucumbir.
Depois de passar mais algumas fotos quase me rendendo ao meu desejo.
Outra delas me faz parar.
Nessa ela está de frente, usando o biquíni rosa, o tecido da peça está quase transparente grudado no corpo dela.
Ela cobre os seios, e não consigo ver muita coisa, além do volume apertado entre seus braços.
Mas é delicioso, pois ele parece escapar pelas brechas de tanto volume que os peitos dela tem.
Mas a parte de baixo mais uma vez me chama atenção.
Ela aperta as pernas com vergonha, se esforçando para esconder a virilha.
Mas aquela área está muito estufada, e não resisto em ampliar novamente a imagem.
E quando me aproximo por causa da transparência do tecido, vejo nitidamente uma parte mais escura acima de uma pequena fenda mordendo o tecido do biquíni.
É pequena mas já é o suficiente para a imaginação.
É a fenda da buceta da minha mãe, com uma forma negra dos pelos pubianos acima. Visivelmente na minha frente.
Eu não me controlo mais, estou em êxtase.
Eu fecho as imagens para tentar recuperar o controle, mas falho.
Meu corpo esta pegando fogo, eu decido ir para o banheiro tomar um banho frio.
Mas não consigo me acalmar e começo a me masturbar.
Para evitar o sentimento de culpa, eu tento imaginar outras moças, até a atendente do mercadinho eu tento imaginar.
Mas é a imagem da minha mãe, que sempre domina minha imaginação.
Eu não suporto e quase inundo o banheiro de gozo.
Depois que consigo me aliviar, sou dominado pela vergonha e um sentimento de culpa.
Limpo tudo da melhor maneira, e volto para me concentrar no trabalho.
Aproveito para publicar o quanto antes sobre as novas fotos que vou postar no site amanhã.
Mando mensagens para os assinantes que fizeram propostas por mais, e logo o (Moms_Slave), responde.
Ele faz a mesma proposta, diz que paga doze por cada foto adiantada.
Eu digo que tenho sessenta novas fotos, mas peço quatorze por foto, digo que essas fotos ficaram especiais, e se ele não gostar, nunca mais compra nada de mim. E digo que as postarei amanhã por doze.
Ele nem demora pra responder e pede as fotos, pagando oitocentos e quarenta por elas.
Eu envio as fotos e ele apenas agradece e diz que quando tiver mais é só avisar.
E também me deixa um conselho. Diz que eu deveria não só postar as fotos editadas no site para o publico, mas também as originais, poderia me render ainda mais.
Isso é muto boa ideia, eu não tinha pensado nisso. Tem gente que gosta das fotos originais, sem edição.
Eu agradeço e digo que na próxima venda farei um desconto pela dica.
Ele responde dizendo que está ansioso.
Acabo de responder as outras mensagens, e deixo tudo pronto para postar as fotos amanhã.
No dia seguinte antes de levar minha mãe para o ponto de ônibus, conversamos tomando café juntos. Eu tento me manter calmo e parecer o mais natural possível.
Mas ainda sinto vergonha pelo que fiz ontem. E as imagens dela não saem da minha cabeça.
- tá tudo bem filho? Você tá calado demais.
Ela chama minha atenção, me retirando do meu estupor.
- estou sim mãe.
- não parece, tá acontecendo alguma coisa?
Ela me pegou de surpresa, e tento inventar algo as pressas.
- não é nada, é que hoje é o pagamento da primeira parcela.
- é mesmo né filho, quer que eu vá la com você?
- não precisa mãe, o assunto vai ser rápido.
- cuidado filho, se essa gente é perigosa como você disse, é melhor ter cuidado.
E como vamos ter certeza que não seremos roubados por eles? Temos que ter garantias.
É melhor levar a Dona Sônia, ela vai garantir pra gente que não sejamos passados pra trás novamente.
Eu realmente não tinha pensado nisso.
E se Oggi é apenas mais um falador de merda igual ao meu pai.
Se todo aquele papinho, e toda besteira sobre honra for só conversa para tirar o máximo que puder da gente.
Um monte de questionamento invadem minha mente nesse momento.
Agora estou ainda mais confuso, o que devo fazer? E se assim que entregar o dinheiro, ele tomar a casa. Ou pior esperar a gente pagar tudo, e mesmo assim depois tomar a casa.
Eu tinha que obter alguma garantia, mas levar a dona Sônia seria arriscado.
Dei minha palavra de homem que seria tudo resolvido entre a gente. E aparecer lá com um advogado seria um insulto.
Ele pode tomar a casa a qualquer momento, e fazer o que quiser com a gente.
Não tenho muito o que fazer, vou manter minha palavra e arcar com as consequências.
Mas agora estou ainda mais preocupado, mas não posso deixar transparecer para minha mãe.
- não mãe, está tudo bem, é melhor eu ir lá primeiro e ver como as coisas se desenrolam.
Depois se precisar a gente fala com a dona Sônia.
Na verdade queria também evitar falar com a dona Sônia agora, não estávamos com condições no momento de ficar pagando servições de advogado.
- tudo bem filho, mas qualquer coisa me liga, estarei ansiosa esperando.
- fica tranquila mãe, e não esquece você prometeu, apenas um serviço hoje.
A senhora tem que estar em casa cedo pra gente poder fazer mais uma sessão de fotos.
- nassa filho mais uma? Assim os assinantes vão enjoar de mim.
- nunca mãe, eles querem cada vez mais, você nunca é demais.
Ela sorri empolgada com o elogio. Mas com uma leve timidez escondendo o rosto.
Depois de tomar nosso café da manhã, pego tudo que preciso, vou deixar para sacar o dinheiro la no centro, vi uma agencia do meu banco próxima ao prédio da WH. Não quero arriscar andar com uma quantidade tão grande de dinheiro por ai.
Acompanho minha mãe até o ponto, e espero ela embarcar no ônibus. Pouco tempo depois o meu ônibus chega.
No caminho minha mente vagueia e a preocupação aumenta.
O medo de ser feito de otário mais uma vez, e saber que coisas muito piores podem acontecer.
Eu devia ter esclarecido mais as coisas antes com ele, devia ter pedido garantias.
Mas estava perdido e atordoado, nem pensei em nada aquele momento.
Teria que confiar, agora não tinha outro jeito.
Quando chego ao centro da cidade vou direto para a agência bancaria.
Ela fica praticamente ao lado do prédio da WH, isso me deixa mais tranquilo.
Assim que recebo o dinheiro me bate uma revolta. Só de pensar que todo aquele dinheiro, que eu e minha mãe nos matamos para conseguir, serviria para pagar uma dívida covarde que meu pai fez.
Pagar por algo que já era nosso.
Eu coloco todo o dinheiro na mochila, e vou direto para o prédio da WH.
Não quero enrolar muito, pois tenho medo de desistir, e fazer besteira e colocar tudo a perder. A dúvida se isso era o certo a ser feito, e se eu não entraria em mais uma fria, colocando mais uma vez minha mãe e eu em apuros, ainda me corroía, mas eu tenho que resolver isso logo. Ao menos minha parte farei.
Identifico-me na recepção e digo que vim para ver o senhor Oggi.
A recepcionista me olha desconfiada, mas logo se lembra de mim e faz uma ligação.
Pouco tempo depois estou liberado para o trigésimo terceiro andar.
Depois que todos os olhares curiosos desceram, mais uma vez estou apenas eu no elevador, indo para o lugar mais alto do prédio.
Assim que a porta do elevador se abre, estou de frente a grande porta de metal, que sem que eu faça qualquer ação se abre.
Quando entro dentro da sala, o segurança manda que eu fique parado e pede a minha mochila.
Eu entrego prontamente e ele habilmente verifica todos o bolso sem deixar faltar nenhum.
Depois me libera para entrar no escritório do senhor Oggi.
Assim que entro no grande salão luxuoso, percebo que o senhor Oggi não está sozinho.
Reconheço rapidamente quem é o outro homem na sala. É o senhor Collins o advogado que esteve na porta da minha casa com a ordem de despejo.
Oggi abre um sorriso amistoso quando me vê, e fica de pé para me receber.
Tinha esquecido como ele era grande.
- que satisfação rapaz. Veja senhor Collins, eu não me engano sobre as pessoas. Ao menos quase nunca. Diga me rapaz, veio fechar o acordo?
Ele me pergunta já sabendo a resposta, eu faço um sinal positivo com a cabeça, e estendo a mochila em sua direção.
Ele a pega e a deixa de lado sem conferir o que tinha dentro, como se já tivesse certeza e soubesse que eu jamais mentiria pra ele, ou tentaria enganá-lo.
- sente-se rapaz, enquanto o senhor Collins prepara os papéis.
Diga-me como foram as coisas, foi difícil conseguir o dinheiro?
- pra ser honesto, foi sim senhor.
Ele me lança um sorriso, como se soubesse que não foi nada fácil.
- fique tranquilo rapaz, o começo é sempre mais difícil, mas é nos momentos de dificuldades que descobrimos forças que jamais imaginamos que possuímos.
Você agora sabe o caminho a ser trilhado, e a caminhada vai ficando cada vez mais fácil, pode acreditar.
O senhor Collins se aproxima com alguns papéis em mãos e me entrega eles.
Eu olho para ele e para o senhor Oggi, sem entender direito.
- ai está rapaz, você cumpriu a sua parte, agora eu cumpro a minha, e assim que homens de verdade fazem negócios. Sei que você deve ter ficado preocupado com minha proposta sem nenhuma garantia. Mas ai está, esse é um contrato de compra, não somos animais aqui, não prejudicamos quem não merece, você foi sujeito homem e manteve sua parte, e agora pode ficar tranquilo, pois esse contrato garante que no fim do pagamento a casa volta a pertencer a você.
Eu sinto um alivio imenso dentro do meu peito, mas me controlo para não passar vergonha, e me mantenho calmo.
Não entendo muito sobre o que está escrito no contrato, mas o que importa eu consigo entender, e tudo parece como ele diz.
Assino o contrato sem pensar muito, pois não esperava por garantia nenhuma quando cheguei ali.
Depois de assinado o senhor Oggi estende a mão para mim, e eu aperto com firmeza.
- é isso rapaz, continue fazendo o que tem que ser feito, você e eu somos iguais, e sabemos que devemos proteger os nossos, e não esqueça se precisar, é só me procurar.
Eu não escondo minha satisfação, e alívio.
Depois de cumprimentar o senhor Collins estou me encaminhando para sair da sala, mas antes Oggi me chama.
- escuta rapaz, teve alguma notícia sobre seu pai?
Eu faço um gesto negativo com a cabeça.
- até o momento não senhor.
- entendo, sei que deve estar sendo difícil pra você e sua mãe, assumirem toda essa responsabilidade de repente, imagino a sensação de revolta que é ter que trabalhar para pagar o que já pertencia a vocês, por causa da covardia dele.
Então não esqueça, caso souber de alguma coisa, me procure, posso chegar a um acordo melhor para você e sua mãe.
Ele me olha de modo sugestivo, e é assustador como ele parece ler a minha mente, e sabe exatamente o que estou sentindo.
Mas eu não tenho mais nada a dizer, apenas faço um gesto positivo com a cabeça.
- ótimo rapaz, sei que nos veremos novamente, mas se eu não estiver por aqui nos próximos meses quando você vier, pode deixar o pagamento na recepção.
Eu faço um gesto confirmando que entendi, e estou quase saindo quando me lembro da minha mochila. Eu até pensei em deixá-la, mas foi um presente da minha mãe.
- senhor será que eu posso levar a minha mochila.
Oggi olha para a poltrona como se estivesse percebido ela agora, ele a pega e despeja o conteúdo de dentro dela para o estofado da poltrona, e me entrega a mochila vazia.
- claro rapaz, tome, vá em paz.
Eu saio da sala com uma grande sensação de alívio, no elevador coloco os papéis que ele me deu dentro da bolsa e fico olhando para os números do elevador, com uma sensação de conquista.
Saio do prédio e o ar parece mais fresco, foi mais rápido e mais satisfatório do que eu imaginei que seria. Vou direto pra casa.
Em casa quero logo contar o que aconteceu, e mostrar o documento para minha mãe, para deixá-la mais tranquila também. Mas esqueço que ela foi trabalhar.
Mando uma mensagem dizendo que já estou em casa, ela rapidamente responde perguntando se deu tudo certo, eu digo que sim, e que conversaremos mais quando ela estiver em casa.
Aproveito e vou fazer alguns trabalhos, começo editando as fotos da sessão de ontem, para postar no site. Não sei por que estou me sentindo mais motivado.
Depois de postar todas as fotos, fico ainda mais empolgado vendo que meu saldo no site não para de crescer, o retorno das fotos está sendo bem maior do que eu pudesse imaginar.
Penso em fazer alguns trabalhos mas estou cansado, passei a noite em claro, e agora estou sofrendo o efeito.
Olho as horas e é pouco mais de meio dia, decido tirar um sono rápido, para estar bem quando for pegar minha mãe no ponto.
Quando acordo vou logo tomar um banho, e me preparo para ir buscá-la.
Assim que ela chega estou empolgado, e falo como foram as coisas no escritório da WH.
Ela também fica contente, e em casa mostro os papéis pra ela.
Ela lé os papéis mas logo me levanta outra dúvida. Ela me pergunta se conferi os papéis, que seria melhor pedir para Dona Sônia dar uma olhada neles.
Penso comigo, isso pode ser o melhor a se fazer mesmo, não quebraria nenhum acordo, apenas estaria me certificando.
Então eu e minha mãe, saímos para ir ao escritório da dona Sônia.
Eu estava animado antes, mas agora estou novamente apreensivo, e se Oggi está tentando me enganar. Ele se monstra um homem de grandes valores, mas ainda é um criminoso.
No escritório da advogada, ela nos pede um tempo enquanto verifica os papéis.
Eu estou nervoso, e minha mãe percebe e tenta me aclamar segurando minha mão.
Mas logo a dona Sônia vem com as notícias. Ela diz que o contrato e legal, mas ressalta um dos trechos do contrato.
Na condição que ela nos mostra diz, que caso uma das parcelar não seja paga, o contrato será cancelado, podendo resultar na tomada imediata do bem, e que os valores já pagos não serão retornados.
Ou seja, o que já sabíamos, ou pagamos eu ficamos sem nada.
Mas estou aliviado no geral, Oggi é realmente um homem de palavra, e teve mais consideração por mim do que meu próprio pai teve.
Eu e minha mãe, saímos do escritório da advogada, aliviados.
Me deu até vontade de levar ela para almoçar em algum restaurante, sei que não estamos podendo esbanjar, mas podemos aproveitar o momento, e ela tinha acabado de chegar do serviço, deve estar faminta.
Paramos em um restaurante simples, e comemos e conversamos alegremente.
Estávamos felizes, tínhamos mais um mês em nossa casa.
Disse pra ela sobre a recepção das fotos dela no site, e o quanto já conseguimos ganha.
Ela ficou surpresa, ainda mais animada.
Depois que comemos, enquanto estávamos voltando pra casa, passamos de frente a uma loja de itens de decoração. Logo uma ideia surgiu na minha cabeça.
Eu entrei na loja pra surpresa da minha mãe, ela me alertou sobre os gastos, mas disse que não eram gastos, mas um investimento.
Não era nada extravagante o que eu queria, na verdade era algo bem simples.
Peguei algumas velas aromáticas, e um arranjos de flores artificiais.
Ela ainda estava confusa por que eu tinha comprado aquilo, mas logo ela saberia.
Em casa digo pra ela que hoje nossa sessão de fotos vai ser logo depois do jantar.
Hoje quero tirar muitas fotos para aproveitar.
Ela não questiona, na verdade parece até ansiosa para a próxima sessão.
Antes do horário enquanto minha mãe vai preparando as coisas para o jantar e cuidando de algumas tarefas da casa, eu aproveito pra tirar algumas fotos dela em situações diárias verdadeiras.
Lembrei do que o (Moms_Slave) disse, e pode ser uma boa fornecer opções para todos os gostos.
Ela no início ficou um pouco constrangida, por ser fotografada assim do nada.
Mas logo estava se divertindo, fazendo algumas poses desconcertadas e mandando beijos para mim.
Depois fui fazer alguns trabalhos antes da nossa sessão.
Depois do jantar eu tomei um banho, e não esqueci minha cueca apertada.
E enquanto minha mãe tomava o banho dela, eu preparava tudo para as fotos.
Assim que minha mãe saiu do banho, pedi pra ela vestir um vestido de festa, o vestido mais bonito que ela tivesse, e que usasse a lingerie preta por baixo.
Percebi uma leve timidez nela com meu pedido, mas ela não fez objeção.
Eu fui para a sala terminar os preparativos, usei as velas aromáticas espalhadas por toda a sala.
E coloquei os enfeites de flores, espalhados para dar um tom de sedução.
Assim que ela apareceu eu fiquei de boca aberta, ela estava linda, fez até maquiagem e penteou o cabelo como se tivesse saindo para alguma festa, mesmo que não fosse necessário.
Eu estava maravilhado.
- faz tempo que não visto isso filho, ficou bom?
- ficou ótimo mãe.
Eu não conseguia esconder minha admiração, e ela sorria timidamente virando o rosto.
Ela não vestia nada espalhafatoso, era apenas um vestido vermelho cumprido, e praticamente fechado. Só com uma abertura no busto, que deixava amostra uma pequena fenda do meio dos seus seios. Mas o vestido era justo, colado em seu corpo, o que mostrava perfeitamente suas curvas.
E usava um salto alto preto de bico fino. Ela andava um pouco desengonçada, como se não tivesse pratica.
- nossa mãe, você está maravilhosa, como nunca te vi vestida assim antes.
- comprei isso faz tempo, para ir a uma festa com seu pai.
- nossa, a senhora deve ter arrasado nessa festa.
Ela rapidamente troca o semblante feliz por um triste.
- na verdade não, acabou que seu pai teve que resolver alguns assuntos e só apareceu no outro dia dizendo que esqueceu de me avisar, que não deu pra ele ir.
- eu sinto muito mãe.
- o pior de pensar sobre isso agora, e que eu fiquei esperando por ele arrumada, a noite inteira, no ouro dia ele chegou visivelmente embriagado, dizendo que teve alguns assuntos de trabalho.
Disse que foi até melhor a gente não ter ido, pois eu passaria vergonha vestida assim.
Agora sei que ele deve ter levado a outra.
Sinto ódio ouvindo isso.
- como ele pode ter sido tão babaca, lagar uma mulher maravilhosa assim, e ainda dizer uma atrocidade dessas.
Você está espetacular mãe, só um completo imbecil para não ver isso.
Eu seguro na mão dela e giro lentamente ela, para admirar ela por completo.
Ela sorri divertida, e logo a tristeza some de seu rosto.
- vamos esquecer o que não importa mais para a gente. E vamos fazer o seus milhares de fãs felizes.
- ai filho, você acha que eles iram gostar?
- gostar é pouco, eles vão ficar loucos de vez.
Ela tapa o rosto demonstrando vergonha, mas com um largo sorriso satisfeita.
Eu observo os gestos delicados e toa a beleza dela, como meu pai foi um completo estúpido.
E triste pensar como ele dominou ela por todos estes anos, sempre colocando ela pra baixo, e diminuindo a beleza dela.
- vem mãe, olha o que preparei pra você.
Eu mostro como preparei a sala.
Tirei a mesa do centro para dar mais espaço, e espalhei as velas por pontos específicos, junto com as flores.
Eu não sabia que ela usaria um vestido vermelho, mas acabou combinando com as rosas artificiais que espalhei por toda a sala.
Diminui a luz da sala, para dar destaque a iluminação das velas, estaria um pouco mais escuro, mas daria pra ver muito bem.
- nossa, filho! Que lindo, agora eu estou mesmo me sentindo uma modelo profissional.
- você é a modelo mais linda de todas mãe.
- para filho, assim eu fico envergonhada.
Ela tapa o rosto encabulada, e já está toda vermelha.
- vamos começar mãe, quero aproveitar todo o ambiente.
Ela sem perder tempo, começou a passear pela sala, eu dava algumas instruções para ela ir pousando. Ela já parecia bem mais solta, e se divertia.
Aproveitei cada canto do ambiente, e dela com aquele vestido, ele era bem cumprido, mas bem justo, e deixava ela muito sensual.
Mas estava na hora de ver como ele iria se comportar tendo que tirar o vestido, e se ela usaria mesmo a lingerie, pois era a peça mais reveladora dela.
- mãe agora vai tirando o vestido lentamente.
Digo de forma casual, para parecer natural.
Sem nem titubear ela abriu os fechos das laterais do vestido, e começou a descer as alças.
Parecia impressão minha, mas os movimentos dela estavam mais sensuais.
Ela baixou lentamente o vestido, e eu tentei me concentrar nas fotos.
Assim que ela retirou completamente o vestido, meu coração que já estava acelerado quase disparou do meu peito.
Ela era a figura mais deliciosa que já vi. O formato do seu corpo usando aquela lingerie preta era coisa de outro mundo.
Fiquei ainda mais contente por ver que ela não estava tentando se esconder apertando as pernas e cobrindo a parte dos seios com as mãos.
Acho que a iluminação escura deu mais coragem pra ela, deixando ela mais à vontade.
Eu estava quase me melando todo, mas não poderia estragar esse momento com um vacilo desses, então respirei fundo e mantive a calma.
- mãe, anda lentamente até o sofá, e fica de joelhos encima dele de costas pra mim.
Ela fez o que pedi, ela ainda não tinha muito jeito mas percebi que ela se empenhava para parece o mais sensual possível.
Ela foi até o sofá, e ficou de costas, expondo todo aquele monumento de bunda pra câmera.
A calcinha do conjunto, não era fio dental, mas era muito sensual da mesma forma.
Ainda mais naquela bunda redondinha, ela ficava perfeita.
Ela estava escorada no encosto do sofá, jogando o corpo levemente pra frente.
- se curva mais um pouco e empina um pouco mais a bunda pra trás mãe.
Eu falei pelo momento, quase não acreditando no que disse. Mas pra minha surpresa ela obedeceu.
Percebi uma leve timidez surgindo, quando fiz esse pedido, ela obedeceu, mas virou o rosto pra frente de vergonha.
Eu tinha que ter cuidado, ela estava mais receptiva, mas eu não podia ficar abusando.
Tive que controlar muito meus instintos nessa hora.
Ela estava praticamente de quatro na minha frente, o quadril largo, e a bunda redondinha que ainda chacoalhava suavemente pelo movimento que ela fez, estavam ali em todo seu esplendor.
Meu pau já latejava apertando minha cueca.
Eu estava me esforçando ao máximo para não olhar diretamente, focando o olhar nas costas dela para não olhar sua bunda.
Já não estava sendo uma tarefa fácil, pois só de ver os contornos de suas costas delicadas, e sua pele aveludada, já me faziam delirar.
Mas não resisti, e acabei cedendo a tentação.
Tentei roubar uma olhada rápida, aproveitando que ela estava de costas olhando para frente.
Mas quando vi nitidamente o que estava em minha frente, não resisti e fui tomado pelo prazer.
Fora o formato do quadril e da bunda perfeita dela, por baixo no meio das pernas, visivelmente via o volume de sua buceta. Parecia estufada, espremida no tecido da calcinha, e mesmo com a sala um pouco mais escura, via a fenda que dividia os lábios vaginais.
Eu não suportei, senti um choque de prazer percorrendo todo meu corpo indo em direção a minha virilha. Quando apertei as pernas para segurar essa onda de prazer, senti meu pau cuspindo todo o gozo, sem se quer eu tocar nele.
Senti minhas pernas bambearem e a vista escurecer, tive que buscar forças para não cair quando minhas pernas ficaram bambas.
- tá tudo bem filho?
Eu desperto rapidamente e tento me recompor.
Por sorte ela falou sem olhar pra trás, acho que devo ter soltado algum gemido involuntário.
- tá sim mãe, tá tudo ótimo, vamos fazer uma pausa eu vou no banheiro mijar.
Aproveita pra beber uma água, eu já volto.
Sai as pressas e fui para meu quarto pegar outra roupa. Corri para o banheiro e quando abaixei a calça, estava uma bagunça, minhas pernas estavam todas meladas, e a cueca e a calça todas sujas.
Limpei-me e troquei a roupa rapidamente, depois joguei a roupa suja no balde e enchi de água jogando sabão por cima pra disfarçar.
Ajeito meu pau na cueca limpa, mas ainda esta duro, e não quer amolecer de jeito nenhum.
Não posso perder tempo, então me ajeito como dá.
Voltei para a sala, minha mãe estava sentada me esperando, eu tentei agir naturalmente,
- pronta pra continuar?
Eu chego já aproveitando e tirando várias fotos dela naquela posição.
De início ela sorri tapando o rosto envergonhada, mas logo vai se deixando levar, e faz algumas poses.
Peço pra ela soltar o corpo e jogar os braços pra trás, e ela obedece.
Os peitos dela são maravilhosos, as duas montanhas balançam mesmos seguros firmemente pelo pelo sutiã.
Ela abre levemente as pernas, e eu aproveito para pegar todos os movimentos.
Depois cruza as pernas uma de cada vez, mostrando as coxas grossas e volumosas.
Por sorte ela está concentrada nas poses, e não percebe o volume que tento esconder na minha calça.
Tiramos muitas fotos, e eu fico orgulhoso dela, pois lembro da primeira vez que tentamos tirar as fotos, e ela sentia vergonha até de ficar de roupa íntima na sala.
Mas hoje, ela não se sentiu intimidada com nada, e estava muito mais à vontade.
E eu sinto muito alívio por terminar essa sessão, pois foi uma tortura controlar o tesão que estava sentindo. Eu pego o roupão para cobrir ela assim que terminamos.
- a senhora foi maravilhosa mãe, parecia realmente uma profissional.
- ai filho para, eu já to muito envergonhada.
- mas sério mãe, hoje senti que você estava mais à vontade.
- pra ser honesta tó me acostumando aos poucos filho, não vou prometer nada, pois ainda é muito constrangedor tudo oque estávamos fazendo.
Mas você me faz me sentir bem, e sei o quanto você está se empenhando, então não posso te desapontar.
Eu abraço ela carinhosamente.
- nunca ficaria desapontado com a senhora.
- obrigada meu amor, obrigada por tudo o que você tem feito.
- eu não mãe, nós. Estamos juntos nessa, e vamos sempre estar juntos.
- sempre meu amor.
Ficamos abraçados por alguns instantes, até minha perversão despertar.
O momento começou como um carinho de um filho para uma mãe, mas logo senti o perfume delicioso que ela exalava, e os contornos de seu corpo encostando no meu.
E juntando com a lembrança do nosso ensaio fotográfico, e como ela estava vestida por debaixo daquele roupão. Logo senti meu membro pulsando ferozmente.
Eu me afasto constrangido inventando uma desculpa esfarrapada que tenho que carregar as fotos no PC, e saio antes que ela note alguma coisa.
Estou carregando as fotos, e depois de alguns minutos ela aparace no meu quarto já usando suas roupas de dormir. Dou espaço pra ela verificar as fotos.
As fotos de hoje foram de um outro nível, e acharia normal se ela barrasse alguma.
Mas ela parece deslumbrada, e orgulhosa olhando suas fotos.
- nossa, filho! Olha como essas fotos ficaram lindas, você caprichou.
- na verdade o mérito é todo da modelo, com um monumento desse não tem como errar.
- ai filho, você vai me fazer derreter de tanta vergonha me elogiando assim.
- mas e verdade mãe, hoje você estava fabulosa, e muito mais confiante.
- me senti mesmo mais confiante e a vontade.
- será que foi a decoração?
- também, mas é como eu disse filho, você tem se empenhado tanto, que eu também tenho que contribuir. Jamais imaginei fazer algo do tipo que estamos fazendo, se alguém falasse isso pra mim a tempos atrás, eu acho que teria um troço. Mas você tem se dedicado tanto, e me fez me sentir tão bem e a vontade, que vou fazer meu melhor para ajudar. Mas a decoração ajudou bastante também.
- que bom mãe, obrigado por confiar em mim, e vou tentar inventar coisas novas pra te deixar mais à vontade também. Eu sempre deixava pra dar mais atenção no cenário na edição das fotos, mas fazer você se sentir imersa nas sessões vai ser muito melhor.
- foi mesmo, tudo parecia profissional.
- a senhora que foi ótima.
Ficamos durante algum tempo conversando e falando sobre cada foto. E ela dava até ideias para a edição.
Foi muito bom esse nosso contato, ela quase não ficou com vergonha mesmo quando olhávamos para as fotos mais picantes.
Eu que tive que me conter olhando para aquele espetáculo novamente.
Já está tarde, e ela diz que vai se deitar. Estava ansioso esperando ela me pedir uma massagem, mas ela diz que não quer me atrapalhar e vai deixar eu terminar o serviço.
Eu até me ofereço, mas ela diz que não precisa.
Ela me dá um último beijo no rosto, e um abraço apertado me agarrando por trás enquanto estou sentado de frente para o computador.
- boa noite meu amor, obrigado por tudo, graças a você a mamãe encontra forças. Te amo muito meu amor.
Eu sinto todo o carinho dela, e me sinto um felizardo por tela comigo.
Mas tem uma leve tristeza por pensar em tudo o que ela deve ter passado até aqui.
Todas as lembranças do meu pai que ela tinha, agora pareciam mais como mentirar que vinham a tona.
Quando ela vai se deitar eu aproveito para lançar o aviso das novas fotos no site.
E destaco que essas novas fotos estão ainda melhores. Por isso o valor será reajustado.
Rapidamente os assinantes começam a enviar mensagem dizendo que estão ansiosos.
E antes mesmo que eu responda as mensagens o (Moms_Slave) já está me pedindo acesso antecipado.
Eu digo que tenho mais cento e dez fotos novas, e essas estão em um outro nível.
Digo que pela dica que meu deu anteriormente, vou cobrar dele o preço padrão de amanhã pelo acesso antecipado. O valor de cada foto é quinze, e sai no total de mil seiscentos e cinquenta, por todas as cento e dez fotos.
Sem pechinchar ele me manda o valor imediatamente. Eu fico impressionado, imaginando quanto dinheiro esse cara deve ter para pagar essa quantia por fotos, sem ao menos titubear.
Envio as fotos, ele parece muto empolgado, diz que estão maravilhosas, e que está aguardando por mais.
Realmente esse cara é um fã da minha mãe. Em poucos minutos fiz quase dois mil, as coisas estavam melhorando.
Deixei as fotos para amanhã, e fui fazer alguns trabalhos na plataforma.
Já era madrugada, e no silêncio da noite, escuto um leve som vindo do corredor.
Eu paro instantaneamente o que estou fazendo e fico na porta do quarto tentando ouvir.
Alguns segundos depois eu escuto novamente, é baixinho é quase um choro que é interrompido.
Eu sigo em direção ao quarto da minha mãe, a porta está fechada, eu acho estranho, pois sempre costumamos deixar a porta só encostada. Mas agora está fechada acho que ela fechou sem querer.
Eu não coloco a mão no trinco para verificar se está trancada, fico apenas ouvindo do outro lado da porta. E logo escuto o barulho novamente, está um pouco mais alto, e vem nitidamente de dentro do quarto.
Rapidamente me vem uma tristeza, ela provavelmente deve estar chorando.
As lembranças de hoje devem ter trazido lembranças ruins do meu pai.
Eu penso em abrir a porta e ir reconfortá-la, mas ela deve querer ficar sozinha, por isso fechou a porta. Eu penso em bater mas não quero ser inconveniente, e deixo ela no momento dela, deixo ela desabafar, as vezes é tudo o que precisamos.
Volto para meu quarto, e ainda escuto o choro dela, mas logo ela para e fico mais tranquilo.
Sinto raiva do meu pai, por tudo o que fez minha mãe passar.
No dia seguinte enquanto tomamos café, digo o quanto já conseguimos ganhar com as novas fotos e quanto já conseguimos ajuntar só no primeiro dia do mês.
Ela fica impressionada e quase não acredita, mas é a verdade já conseguimos bem mais do que eu mesmo poderia imaginar.
Digo que se continuarmos assim, logo ela não vai mais precisar ter que procurar por trabalhos.
Ela pede calma, ainda é muito cedo, e ela quer continuar com seu trabalho como garantia até que tenhamos certeza.
Vou com ela até o ponto e quando volto pra casa, começo imediatamente a editar as fotos para postar no site.
Não foi nada fácil me concentrar, pois a cada foto o tesão me dominava.
Bati duas punhetas para tentar me acalmar, mas toda vez que via as imagens meu corpo entrava em ebulição.
O pior e que fico me sentindo um lixo depois, o sentimento de vergonha de culpa, quase nojo de mim mesmo, por sentir esse tipo de desejo por minha própria mãe.
Não posso continuar desse jeito, se a cada sessão eu me descontrolar como me descontrolei ontem, vou por tudo a perder.
Se minha mãe visse alguma coisa, ou percebesse minha situação ontem, ela logo se retrairia, e não iria mais continuar com nosso trabalho.
Comecei a pesquisar maneiras que possam me ajudar, pensei até em tomar algum medicamento.
Mas não existia nenhum medicamento específico, e os que poderiam ajudar nessa função era para outras finalidades como depressão e ansiedade, e além de precisar de receita médica, poderia causar colaterais. Então descartei essa ideia.
Procurei outras formas e descobri um tipo de cueca projetada especialmente para isso, era um tipo de cueca boxer, com o tecido bem grosso e com os elásticos reforçados.
Como não tinha opções melhores fiz o pedido de cinco já para garantir. Até lá teria que ter cuidado.
Depois que postei as fotos, verifiquei as mensagens e a reação dos assinantes até o momento.
Eles estavam adorando cada foto, mas percebi muitos pedidos por fotos dos pés dela. Não entendo muito o sentido disso, mas deve ser algum fetiche, então me lembro de na próxima sessão, dar uma atenção para os pés da minha mãe, para postar no site.
Fiz alguns trabalhos, e depois descansei um pouco.
Logo minha mãe estaria em casa, e eu tinha que estar bem-disposto para a sessão de fotos a noite.
Também tinha que pensar em um novo tema para o dia de hoje.
Assim que minha mãe chegou deixei a parte da tarde pra ela descansar e fazer seus afazeres em casa. Em um momento ela pediu meu notebook emprestado para procurar alguma receita.
Passei pela sala a caminho da cozinha para pegar água, e a vi concentrada sentada no sofá olhando alguma coisa no notebook.
Eu não sei o que era, mas ela parecia um pouco assustada quando me viu.
Não dei muita bola, perguntei apenas se ela estava animada para a sessão de fotos de hoje.
Ela me deu um sorriso encabulada e confirmou com um gesto de cabeça.
Não tinha nem começado a escurecer ainda, e vejo ela na cozinha vestindo seu avental e começava a pegar alguns ingredientes.
- oi filho, o que você acha da mãe fazer um bolo pra gente de sobremesa?
Eu fiquei animado, faz tempo que minha mãe não faz bolo, e os dela são os melhores.
- só se for de chocolate.
- você leu a minha mente, vou colocar bastante cobertura do jeito que você gosta.
Minha boca chega a encher de água só de imaginar.
Começo a ajudar ela empolgado, já pensando no bolo pronto.
Esses momentos me lembram quando tudo estava normal em nossas vidas, lembro de quando passávamos nossos momentos juntos, e eu estava com saudade disso.
Observando ela sorrindo, falando toda feliz sobre a receita, como ela gosta de fazer, logo tenho uma ideia.
Eu corro para o quarto e pego a máquina fotográfica.
- o que é isso filho, vai tirar foto dá mãe fazendo um bolo?
- não vou fotografar a modelo mais linda e prendada de todas, mostrando mais alguns de seus talentos.
- mais alguns, e quais são os outros?
Ela fala de um jeito que me deixa encabulado, eu sorrio timidamente passando os olhos por seu corpo.
Ela sorri alegremente fazendo cara de tímida.
Eu começo a tirar as fotos, indo de um lado para o outro, ela finge se concentrar na receita, mas abre um sorriso envergonhada quando olha para a lente da câmera.
- ai filho para, eu fico com envergonha assim.
- tá linda mãe. Não tem que ficar com vergonha.
- é fácil falar né filho.
- mãe, imagina que quando você está na frente da câmera, você não é mais você.
- é, e quem eu sou então?
- você é uma super modelo, amada por todos os seus fãs, e pelo mundo todo.
- nossa, quem vê pensa, que loucura filho.
- vai mãe, se solta.
Ela respira fundo e sorri.
- tá mas não ri, senão eu perco a coragem.
Eu não falo mais nada, apenas deixo ela se soltar.
Aos pouco ela fica seria, e olha sedutoramente para a câmera.
Eu não me aguento com aquele olhar, e sinto meu pau endurecendo.
Eu me curvo para disfarçar, e mudo de posição pra fugir da visão dela.
- ai filho, isso é difícil, eu tenho vergonha.
Ela fala sorrindo envergonhada.
- continua mãe, tá maravilhosa.
Ela respira novamente e tenta se concentrar.
Ela olha e se move de forma bem mais sensual que antes, ela joga o quadril para o lado fazendo uma pose, e nem o vestido e o avental que ela usa, conseguem esconder aquele rabo maravilhoso.
Ela vai do balcão no centro da cozinha, até a pia do outro lado quase que desfilando com graça e sensualidade.
- isso, tá perfeita, continua com a receita e finge que eu não estou aqui.
Ela momentaneamente perde a pose soltando os ombros, e sorrindo encabulada, me pedindo pra parar só movendo os lábios sem emitir som.
O gesto dela me lembra até uma adolescente fingindo estar envergonhada pela atenção que está recebendo, sabendo que está linda.
Ela continua e eu tiro fotos enquanto ela vai pegando os utensílios e os ingredientes.
- tá maravilhosa mãe, agora vai tirando a roupa, quero tirar algumas só de avental.
Quando digo isso as feições dela mudam e ela parece muito envergonhada.
- ai filho, deixa eu colocar uma roupa melhor então, eu estou usando minhas roupas de ficar em casa por baixo. É muito feia.
Eu me surpreendo, achei que ela fosse querer parar, e ficar ofendida.
Mas ela mesma se propôs a usar algo mais sensual.
- ótimo mãe, vai ficar melhor ainda.
- já volto.
Ela sai quase dando pulinhos apressada para se trocar.
Eu aproveito e corro para meu quarto para colocar uma cueca mais apertada.
Estava apenas de samba canção por baixo, e andava quase curvado para esconder a barraca.
Quando ela voltou ela estava usando o maiô branco, estava perfeita para o tema.
Fiquei ainda mais admirado por ver ela andando livremente do quarto até a cozinha vestindo apenas aquela peça, sem se cobrir com o roupão, ou tentar se esconder.
Olhar pra ela era um pecado, a cada passo que ela dava seus peitos e sua bunda balançavam eroticamente, era uma tortura ficar olhando.
- tá bom esse filho?
Ela me pergunta se autoavaliando
- tá perfeita mãe, só tem um problema.
- qual?
Ela olha para seu corpo, procurando algo errado.
- tenho que pegar a senhora tirando o vestido, os assinantes adoram isso.
- é verdade, esqueci filho.
Ela volta dando pulinhos correndo para o quarto, eu sinto uma onda de choque atingindo meu corpo e formigando meu pau todinho.
Os peitos dela balançam vigorosamente a cada pulinho, e as bochechas da bunda dela fazem movimentos deliciosos como dois pudins firmes se movendo.
Sinto a cabeça do pau doendo, de tão duro que estava.
Mas consegui ter a perspicácia de tirar algumas fotos desse momento.
- mãe, coloca um salto alto branco se você tiver também.
- ela olha rapidamente pra trás antes de chegar na porta do quarto.
- boa ideia filho.
Estou adorando a atitude dela, ela está se envolvendo, e parece realmente gostar.
Ela volta maravilhosa, dando passos firmes, e parece estar muito mais confiante.
Ela ainda anda com um pouco de cuidado, meio sem jeito. Mas está muito melhor.
- então, eu continuo de onde parei?
- isso, e aos poucos vai tirando, eu quero pegar vários ângulos diferentes.
E ela me obedece, ela retira primeiro o avental, depois vai abaixando o vestido.
Quando ela está só de maiô, eu fico um bom tempo tirando várias fotos, deixando ela ir preparando a receita.
Ela está maravilhosa e sensual, eu nunca tinha visto ela assim antes.
Peço pra ela se curvar de costas no balcão central, e passar o dedo na massa do bolo, fingindo experimentar.
Ela faz o que digo e chego a me arrepiar de tanto tesão que sinto com a pose e a cara que ela faz.
Eu vou por trás, e vejo aquela bunda perfeita empinada, me aproximo o máximo e me controlo para não dar uma mordida naquele sonho de bunda.
- tá bom assim filho?
Ela deve ter chamado minha atenção percebendo que eu estava demorando naquele lugar.
Ela me olha virando a cabeça, e parece ainda mais sensual com aquele movimento.
Eu que fico envergonhado e me recomponho.
- tá perfeita, um espetáculo.
Eu digo com toda a honestidade.
Ela sorri encabulada, e pega um punhado de farinha e joga no meu rosto de maneira brincalhona.
- para de falar essas coisas bebê, assim você me deixa com vergonha.
Eu aproveito o momento, e por ela ter me chamado de bebê, e jogo um pouco de farinha nela também.
A farinha que joguei suja um pouco o queixo dela, mas cai a maior parte encima dos peitos.
Ela me olha surpresa mas com um sorriso animado, e pega mais um punhado e vem em minha direção, para jogar em mim.
Eu entro na brincadeira, e seguro os braços dela.
- olha que bebê malcriado, sujou a mamãe toda.
Ela se contorce para se soltar de mim, e joga um pouco mais de farinha no meu rosto.
Eu não uso força, e deixo ela aproveitar.
- eu não sou bebê, e você me sujou primeiro.
Digo em tom brincalhão gargalhando, e pego mais um pouco de farinha pra jogar nela.
Ela avança me abraçando e tentando se defender.
Ela está por cima de mim, e eu estou quase deitando de costas no balcão central da cozinha, tentando esquivar da tentativa dela de tomar o punhado de farinha da minha mão.
Estamos rindo e nos divertindo muito, e ela está quase subindo encima de mim com medo que eu jogue a farinha nela.
- não filho, para, Você não é bebê não, você é o amor da mamãe.
- a é, então pede desculpa.
Ela está abraçada ao meu tronco, escondendo o rosto no meu peito, com medo que eu jogue a farinha nela.
Ela gargalha alegremente virando o rosto de um lado para o outro, fugindo do meu ataque.
- eu desisto, desculpa meu amor, desculpa.
Nos estamos agitados, com a animação, mas logo me dou conta dos nossos corpos colados.
Os peitos dela espremidos no meu corpo, quase saindo pelas laterais do maiô, e o pior não é isso.
Ela está se esfregando na minha ereção, sinto meu pau roçando com força quase nos peitos dela.
Eu estou esticado com o corpo pra trás, e nessa posição, ela está levemente encolhida grudada em mim. E posso sentir meu pau roçando o corpo dela, consigo sentir até a leve ondulação da parte baixa dos peitos dela, quando ela se move de um lado para o outro.
Eu fico constrangido, e tento me afastar imediatamente.
- tá tudo bem mãe, eu te perdoo. Não vou jogar mais farinha em você não.
- você promete?
Eu preciso que ela se afaste rápido, assim não vou aguentar.
- prometo, vamos continuar as fotos, quero postar elas ainda hoje.
Então ela se afasta, ainda precavida, com um largo sorriso no rosto.
- trégua, eu desisto.
Ela diz como uma criança arteira que provoca depois não aguenta.
Fico aliviado pois ela não deve ter percebido nada no meio da agitação.
Depois que o susto passa, eu fico feliz por ver ela se divertindo assim.
Ela está na minha frente só com um maiô, e está se sentindo bem confortável do meu lado assim.
- mãe tive uma ideia.
Eu pego um punhado de farina e vou na direção dela.
Instintivamente ela pensa que vou jogar nela e tenta se defender.
- não filho, parei, parei.
- não mãe, espera, isso foi uma boa ideia, fica parada.
Ela confia em mim e me obedece, eu chego perto dela, e sujo os ombros e o pescoço dela com um pouco de farinha.
Ela me olha nos olhos enquanto preparo ela, e aproveita para limpar delicadamente a farinha que jogou no meu rosto.
- desculpa, a mamãe foi boba.
- que isso mãe, foi muito divertido, você que não aguenta as brincadeiras.
Ela faz cara de brava e belisca minha barriga.
- não aguento é, o bebê da mamãe acha que pode me vencer é?
Ela fala enquanto dá beliscões suaves para me pirraçar.
Eu faço cara de bravo por ela ter me chamado de beb novamente, e ameaço com a farinha.
- tá bom parei, a mamãe tá brincando.
Nos dois sorrimos das nossas atitudes infantis.
- isso vai ser ótimo para as fotos. Agora continua posando despreocupada.
Ela obedece e rapidamente sua expressão muda e ela ganha um ar mais sensual.
Ela está ficando cada vez melhor, e cada vez mais sensual.
Não sei se ela está fazendo de propósito ou é apenas um instinto natural das mulheres, que ela nem percebe.
- tá ótima assim mãe. Agora vamos fazer mais algumas na parte de trás.
Ela se vira e se curva levemente no balcão.
E sem que eu precise pedir, ela pega um pouco de farinha e passa nas bochechas de sua bunda.
- isso vai ficar perfeito.
Digo impressionado. Arrancando um sorriso tímido e orgulhoso dela.
Tiramos várias fotos e estou muto feliz pelo resultado.
Antes de terminarmos a sessão, eu digo pra ela sobre os pedidos dos assinantes, eles querem fotos dos pés dela.
Ela acha estranho mas não faz objeção.
Eu peço pra ela se sentar em uma das banquetas do balcão central, e fazer algumas poses.
Ela vira os pês para que eu consiga pegar todos os lados.
Os pés dela realmente são lindos, pequenos e delicados. Sempre soube disso pois já estou acostumado com nossas massagens.
Mas não sou um fã de pé, não vejo a mesma graça que alguns.
Mas tiro muitas fotos para satisfazer os assinantes.
Tiro fotos com o salto alto, e sem ele, pego ângulos até da sola do pé dela.
E é difícil não admirar a beleza que ela tem, até seus pés, depois de um mês intenso de trabalho, os pés dela continuam lindos.
- é serio que tem gente que pediu fotos dos meus pés filho?
- e verdade mãe, acho que é um tipo de fetiche, podolatria se não me engano.
- nossa que estranho, ainda bem que meus pés são bonitinhos.
- seus pés são maravilhosos mãe, assim como você toda.
Digo despretensiosamente, enquanto tiro as fotos. Mas vejo o rosto dela ficando vermelho e ela tenta esconder um sorriso.
- ai filho, você fica falando assim, daqui a pouco a mãe acredita.
- a senhora ainda tem dúvida, você é perfeita mãe.
Eu realmente disse sem pretensão, e ela adorou.
- você tem pés de uma rainha.
- a é, as rainhas gostam de ter seus pés beijado.
Ela disse de forma brincalhona, sem pretensão também. Mas eu não deixei passar, e rapidamente eu me ajoelhei fazendo uma sena na frente dela, e peguei os dois pês dela gentilmente, e dei um beijo demorado em cada um.
Quando olhei pra cima a visão quase me fez desmaiar.
Ela estava com as bochechas vermelhas, e um sorriso largo me olhando.
Os peito pareciam duas montanhas redondas subindo e descendo de forma levemente acelerada.
Mas quando olhei ainda mais pra baixo, vi aquele morrinho volumoso na virilha dela.
Era estufado, e a fenda marcava perfeitamente a divisória daquele pacote.
Parecia impressão minha, mas parecia que estava um pouco molhado, ou era o sombreamento devido ao ângulo da luz.
Não sei, mas isso fez minhas pernas ficarem moles, e senti meu pau cuspindo o melado.
Eu tentei controlar a minha respiração, e disfarcei que estava tirando fotos para esconder o meu rosto.
Eu permaneci abaixado, pois sabia que se me levantasse ela notaria o que acabou de acontecer.
- pronto mãe, terminamos a senhora pode se vestir.
Eu estava me esforçando ao máximo para disfarçar. Permaneci abaixado olhando para a máquina fingindo verificar as fotos, até que ela saísse da cozinha.
- depois quero ver viu filho, vou por esse bolo no forno e depois tomar um banho, estou toda suja de farinha.
Eu acompanho os movimentos dela esperando ela sair, ela pega a forma de bolo do balcão e vai em direção ao forno.
Assim que ela se curva para colocar a forma dentro do forno, vejo aquele monumento de bunda levemente se arreganhando, e o pacote estufado da buceta dela marcando novamente o tecido do maiô
Não aguento e gozo mais uma vez, sem me tocar eu gozei duas vezes.
Senti minha vista ficando turva e uma fraqueza momentânea.
Assim que ela saiu da cozinha eu corri para o quarto para me trocar, e depois fui para o banheiro do corredor me limpar.
Não sei o que estava acontecendo comigo, não sei sé e por falta de experiência ou pela idade.
Eu sinto vergonha por ter essas reações, justo por minha mãe.
Fico me perguntando se sou o único? Se sou algum tipo de doente?