Asa queimada de anjo
amassada.
Gritar poesia
E recitar meu desespero
No furo de barco
Marco a remada
Mar que vem ou água que vai
Como sangue que sai
Ou flor que brota do mangue.
Quando vermelho eu vi todo o mar
Cedo começa o padre a rezar.
Asa queimada de anjo
amassada.
Gritar poesia
E recitar meu desespero
No furo de barco
Marco a remada
Mar que vem ou água que vai
Como sangue que sai
Ou flor que brota do mangue.
Quando vermelho eu vi todo o mar
Cedo começa o padre a rezar.
Rapaz, padre rezando cedo com o mar vermelho na frente é cena de cidade antiga de beira de praia, igreja virada pra água e sino tocando antes do sol. Fiquei vendo a fachada branca o poema inteiro.
Pai: banca o filho