Ele viu a balança pender para o lado errado,
O inocente caiu, o culpado foi poupado
Uma injustiça cega cobriu o chão de terra,
Dando início cruel a uma longa guerra
O peito dele ardeu em uma raiva que consome,
Um fogo violento que nem se sabe o nome
O soco contra a parede expressa a revolta,
Diante da verdade que não tem mais volta
No fim da madrugada, o remorso o alcança,
Pois o silêncio dele esmagou a esperança
A culpa agora vive em cada passo que ele dá,
Sabendo que o passado jamais mudará.
24/08/26