Há histórias que o mar não consegue apagar,
nem o tempo consegue fazer desaparecer.
São lembranças que atravessam gerações
e continuam ensinando o coração a sentir e viver.
No meio de um oceano imenso,
duas vidas encontraram um instante de eternidade.
E mesmo quando o destino mudou seus caminhos,
ficou para sempre a força daquela verdade.
O Titanic não foi apenas um navio,
foi o cenário de sonhos que começaram a nascer.
Entre despedidas, esperança e silêncio,
havia corações que só queriam amar e viver.
O mar guardou muitos nomes,
muitas histórias que jamais conheceremos.
Mas guardou também uma lembrança:
de que cada momento ao lado de alguém é precioso.
Porque a vida pode mudar em um segundo,
e aquilo que parece eterno pode terminar.
Por isso, enquanto houver tempo,
não devemos ter medo de amar, agradecer e abraçar.
Talvez seja essa a maior lição daquela história:
não importa quanto tempo alguém permaneça,
mas o quanto de amor deixa em nossa vida
e a marca que permanece quando tudo começa a virar lembrança.
Hoje, o oceano continua em silêncio,
mas milhões de corações ainda conseguem escutar
uma história que atravessou o mundo inteiro
e encontrou na memória um lugar para morar.
E talvez o amor seja exatamente assim:
não precisa vencer o tempo para ser verdadeiro.
Basta existir de forma tão profunda
que nem o tempo consiga fazê-lo desaparecer.
Porque alguns encontros duram pouco,
mas deixam uma eternidade dentro de nós.
E algumas histórias terminam no silêncio,
mas continuam sendo contadas pela voz do coração.
Autor: João Guilherme Guimarães de Souza
Engenheiro Beltrão – Paraná