Serás o fim
Da Notre Dame de Paris,
Dos filhos dessas
Mães gentis.
Mas o fim
Dará por quem
Não soube ouvir
A voz de um retumbante
Infeliz, que do passado
Foi chagado e trespassado.
Oh, pátria Paris
Dos Brasis,
Da ditadura,
Das guilhotinas
Prostitutas que
Ensinaram outras nações.
Chora Fantine,
Vendo Iracema parir
Um ditador de mães
Gentis, oh meu Brasis.
Corações desentendidos
Se fazem surdos
Perante o sangue
No chão público.
Serás o fim
Da Notre Dame,
Dessa terra
Chamada um dia
De tupi. Brasis!