Gostei muito da história espero que tenha mais episódio mas qual seria o nome da história gostaria de saber
Oque acham do primeiro episódio da minha história
Estou pretendendo escrever uma história sobre criança que viram experimento e precisam aprender a conviver com sua nova realidade enquanto fogem do laboratório e vilões pelo caminho encontrando aliados que aumentam sua família, com a protagonista Charlotte e gostaria da opinião de você sobre o primeiro episódio.
In groups
Pensamento
Gostei muito da história espero que tenha mais episódio mas qual seria o nome da história gostaria de saber
Conteúdo da publicação
Episódio 1: A Origem do caos
O som das máquinas ecoava pelos corredores do laboratório subterrâneo escondido sob um hospital. Cientistas caminhavam apressados, carregando pranchetas e tablets repletos de informações.
No centro da sala principal, uma rocha negra coberta por rachaduras azuladas permanecia presa dentro de uma cúpula de vidro reforçado, enquanto era constantemente analisada por pesquisadores de diversas áreas.
A pedra emitia pulsos de energia luminosa que percorriam a superfície da redoma em intervalos regulares.
Era como se estivesse viva.
Enquanto isso, na sala de reuniões, os cinco cientistas-chefes — Arthur, Elizabeth, Scarlett, Laura e Ícaro — discutiam as consequências da evolução da tecnologia e da comunicação.
Informações confidenciais estavam sendo vazadas. As pessoas começavam a fazer perguntas demais. Teorias surgiam em fóruns, jornais e redes de comunicação.
O mundo estava ficando curioso demais.
Scarlett: — Não vamos conseguir esconder isso por muito tempo.
Ela comentou enquanto ajustava os óculos, mantendo uma calma quase assustadora.
— As pessoas estão começando a perceber nossos padrões, e isso logo se tornará um grande problema.
Ícaro soltou um suspiro irritado.
Ícaro: — Então qual é a solução? Silenciar milhões de pessoas apenas porque foram curiosas?
Um silêncio tomou conta da sala.
Arthur levantou-se lentamente. Seus movimentos eram elegantes, quase calculados, mas seus olhos transmitiam uma frieza inquietante.
Arthur: — Talvez não seja necessário silenciá-las...
Ele fez uma breve pausa.
— Basta controlá-las através do medo.
Todos voltaram seus olhares para ele.
Arthur caminhou até o centro da mesa, pegou um controle remoto e ativou o painel holográfico.
Diversos arquivos surgiram no ar: análises genéticas, estudos celulares e imagens da misteriosa rocha.
Arthur: — Pelo que consegui registrar, aquela pedra possui uma fonte de energia diferente de tudo que já estudei em toda a minha carreira.
Elizabeth levantou a mão.
Elizabeth: — Diferente como?
Arthur virou-se para ela.
Arthur: — Excelente pergunta. Essa energia é capaz de alterar e aprimorar estruturas celulares. Em teoria, um organismo exposto corretamente a ela poderia desenvolver capacidades muito além dos limites humanos.
Ícaro cruzou os braços.
Ícaro: — Impressionante... Mas como isso ajudaria a controlar a população?
Arthur sorriu discretamente.
Arthur: — Pensei nisso durante semanas... E o que seria mais irônico do que transformar a própria humanidade em sua maior ameaça?
O holograma mudou.
Agora mostrava modelos anatômicos alterados, acompanhados por observações científicas.
Arthur: — Nos documentos que entreguei a vocês estão os indivíduos que pretendo modificar. Seres biologicamente aprimorados. Fortes o suficiente para impor ordem e adaptáveis o bastante para superar qualquer resistência.
Elizabeth franziu a testa.
Elizabeth: — Você está sugerindo criar soldados modificados?
Arthur balançou a cabeça negativamente.
Arthur: — Soldados obedecem ordens temporárias.
Ele encarou todos os presentes.
— Estou propondo algo muito maior.
Fez uma breve pausa antes de concluir.
— Um novo estágio da evolução humana.
Os cientistas permaneceram em silêncio.
Alguns pareciam fascinados.
Outros, completamente horrorizados.
Após horas de debates, cálculos de risco e inúmeras objeções, uma decisão foi tomada.
O projeto seria aprovado.
Seu nome seria:
Projeto Quimera.
Entretanto, as cobaias deveriam ser crianças.
Segundo os pesquisadores, seus corpos apresentavam maior capacidade de adaptação e, além disso, seriam muito mais fáceis de manipular do que adultos.
Dois anos depois...
O laboratório havia mudado completamente.
Novas salas foram construídas.
Os sistemas de segurança foram reforçados.
Diversas câmaras de contenção foram criadas para manter os experimentos isolados.
Os resultados, porém, ainda eram inconsistentes.
Muitas cobaias apresentavam deformações.
Outras simplesmente não sobreviviam.
Pouquíssimas conseguiam resistir ao processo e despertar habilidades extraordinárias.
Na sala de reuniões, os pesquisadores analisavam os relatórios mais recentes.
Arthur observava cada documento sem demonstrar qualquer emoção.
Elizabeth aproximou-se.
Elizabeth: — Estamos ficando sem opções.
Arthur permaneceu alguns segundos em silêncio.
Arthur: — Não.
Ele ergueu o olhar.
— Apenas ainda não encontramos os hospedeiros ideais.
Scarlett cruzou os braços.
Scarlett: — Já capturamos diversas crianças próximas ao hospital. Continuar fazendo isso aumentará o risco de descobrirem nossas pesquisas.
Ícaro concordou.
Ícaro: — Já tentamos praticamente tudo. A maioria simplesmente não suporta a transformação.
Laura observava os relatórios atentamente.
Laura: — Talvez exista algo impedindo que elas aceitem essa energia.
Arthur deslizou algumas pastas sobre a mesa.
Arthur: — Exatamente.
Todos abriram os documentos.
Arthur: — As crianças que capturamos possuem fortes laços familiares e sociais. Essas conexões fortalecem a mente e tornam seus organismos mais resistentes ao processo.
Ele fez outra pausa.
— Precisamos quebrar esse padrão.
Os pesquisadores continuaram lendo.
Entre os documentos havia uma ficha simples.
Charlotte — 13 anos.
Moradora de uma comunidade rural.
Poucos registros escolares.
Quase nenhum histórico médico.
Poucos vínculos sociais além da família.
Pais enfrentando graves dificuldades financeiras.
Elizabeth fechou a pasta.
Elizabeth: — Ela parece perfeita.
Arthur caminhou lentamente até o vidro reforçado da câmara onde a rocha permanecia presa.
As rachaduras azuladas pulsavam continuamente.
Ele sorriu.
Arthur: — Ela será nossa nova arma...
Sua voz tornou-se fria.
— ...e o maior medo da humanidade.
Sem perceber, Arthur acabava de escolher aquela que um dia se tornaria seu maior pesadelo.
Em uma pequena comunidade do interior, distante das grandes cidades, Charlotte carregava um balde de água enquanto caminhava por uma estrada de terra.
O vento balançava seus cabelos escuros e crespos.
Os campos verdes se estendiam até onde a vista alcançava.
Apesar das dificuldades, aquela vida simples tinha sua beleza.
Charlotte olhou para o céu.
Gostava de imaginar como seria viver em outro lugar.
Conhecer pessoas novas.
Escolher o próprio destino.
De repente, uma voz veio da casa.
José: — Charlotte!
Ela sorriu.
Charlotte: — Já estou indo!
Ao entrar, encontrou seu pai organizando os equipamentos de pesca, enquanto seu irmão, Luccas, verificava algumas armadilhas de caça.
José: — Vamos até o rio.
Disse ele com um sorriso cansado.
— Depois passaremos pela floresta. Precisamos conseguir algo para o jantar.
Charlotte assentiu.
Charlotte: — Claro.
Pouco tempo depois, os três caminhavam juntos pela trilha.
O rio refletia a luz dourada do fim da tarde.
O canto dos pássaros preenchia o ambiente.
Durante horas, tudo parecia tranquilo.
Conversavam.
Pescavam.
Charlotte ria discretamente das tentativas frustradas de Luccas em capturar um peixe maior.
Para ela, aqueles momentos eram preciosos.
Quando o sol começou a desaparecer no horizonte, entraram na floresta para verificar as armadilhas.
Mas eles não estavam sozinhos.
Escondidos entre as árvores, agentes do laboratório observavam cada movimento.
Pelos comunicadores, recebiam novas ordens.
Agente 1: — Alvo confirmado.
Agente 2: — Aguardando instruções.
Agente 3: — Capturem a garota. Neutralizem as testemunhas sem causar mortes desnecessárias.
Agente 4: — Vamos incapacitar os dois homens primeiro.
Naquele instante, Charlotte sentiu um arrepio.
Como se alguém estivesse observando cada um de seus passos.
Ela aproximou-se do pai e falou em voz baixa.
Charlotte: — Pai... você ouviu isso?
José franziu a testa.
Luccas virou-se imediatamente.
Luccas: — Quem está aí?
Nenhuma resposta.
Então tudo aconteceu em segundos.
Um dardo tranquilizante atravessou o ar e atingiu o braço de José.
Ele caiu de joelhos.
Outro disparo acertou as costas de Luccas, fazendo-o desabar.
Mesmo quase inconsciente, José gritou.
José: — Corram!
Charlotte tentou ajudá-lo.
Mas ele a empurrou.
José: — Vai! Corre!
Vários homens mascarados surgiram entre as árvores.
Charlotte virou-se e correu desesperadamente.
Os galhos arranhavam sua pele enquanto lágrimas escorriam pelo rosto.
Atrás dela, ouvia as ordens.
Agente 1: — Não a percam de vista!
Agente 2: — Cerquem pela direita!
Charlotte tropeçou em uma raiz escondida sob as folhas e caiu violentamente.
Antes que pudesse levantar, mãos fortes prenderam seus braços.
Ela se debateu desesperadamente.
Charlotte: — Me soltem!
As lágrimas escorriam sem parar.
Charlotte: — Pai! Luccas!
Um pano embebido em anestésico foi pressionado contra seu rosto.
Sua visão começou a escurecer.
As últimas coisas que ouviu foram o som distante da floresta e a voz de um dos agentes.
Agente 1: — A candidata foi capturada.
Alguns minutos depois, Charlotte despertou lentamente.
Sua visão ainda estava turva.
Ao olhar ao redor, percebeu que estava dentro de uma van preta.
Suas mãos e pernas estavam amarradas.
Ao seu lado, outras sete crianças permaneciam desacordadas.
Três homens vestidos de preto e usando máscaras vigiavam o compartimento.
Charlotte tentou se mover.
Antes que pudesse reagir, um dos agentes aplicou outra dose de tranquilizante em seu pescoço.
Enquanto a consciência desaparecia novamente, ela ainda conseguiu ouvir uma última mensagem sendo transmitida pelo rádio.
Agente 4: — Cobaias localizadas e capturadas. Iniciando o processo de transferência.
E, mais uma vez, tudo ficou escuro.
Thoughts
-
PermalinkFiquei pensando se não seria mais fácil pegar uma criança de um lar tóxico ou assim já que a Charlotte parece estar feliz com a família, mas suspeito que tenha algo a mais então não importa muito. Além disso, quando tem o time skip de 2 anos dá a sensação de que passagem de tempo muda de ritmo muito abruptamente. Mas tirando isso, parece uma boa história, o vilão tem algum carisma e estilo próprio e o capítulo brilha no que toca a criar curiosidade.
-
PermalinkEu tenho pouco estudo, mas na minha humilde opinião essa história é de tirar o fôlego
-
PermalinkScarlett: — Não vamos conseguir esconder isso por muito tempo.
Ela comentou enquanto ajustava os óculos, mantendo uma calma quase assustadora.
— As pessoas estão começando a perceber nossos padrões, e isso logo se tornará um grande problema.
Ícaro soltou um suspiro irritado.
— Então qual é a solução? Silenciar milhões de pessoas apenas porque foram curiosas?
Um silêncio tomou conta da sala.
Nesse trecho, senti que a introdução da Scarlett antes da fala deixou a leitura um pouco menos fluida. Para mim, a cena ganhou mais ritmo quando imaginei a fala vindo primeiro e a ação sendo inserida depois. Assim, consegui visualizar melhor a personagem enquanto ela falava.
Por exemplo:
— Não vamos conseguir esconder isso por muito tempo. — comentou Scarlett, ajustando os óculos e mantendo uma calma quase assustadora. — As pessoas estão começando a perceber nossos padrões, e isso logo se tornará um grande problema.
A mesma sensação tive com o trecho do Ícaro. A construção "Ícaro soltou um suspiro irritado." seguida imediatamente da fala deixou a leitura um pouco repetitiva. Talvez integrar melhor a ação ao diálogo torne a cena mais natural.
-
PermalinkEnquanto isso, na sala de reuniões, os cinco cientistas-chefes — Arthur, Elizabeth, Scarlett, Laura e Ícaro — discutiam as consequências da evolução da tecnologia e da comunicação.
Informações confidenciais estavam sendo vazadas. As pessoas começavam a fazer perguntas demais. Teorias surgiam em fóruns, jornais e redes de comunicação.
O mundo estava ficando curioso demais.
Nesse trecho, senti que a transição de cena aconteceu muito rapidamente. Em poucos parágrafos saímos do laboratório para a sala de reuniões, e ainda não consegui me situar completamente no ambiente anterior. Talvez uma transição um pouco mais gradual deixasse a leitura mais fluida.
Outra coisa que me deixou confusa foi a conversa dos cientistas. Você menciona que eles discutem "as consequências da evolução da tecnologia e da comunicação", mas não ficou claro a que tecnologia você está se referindo. É a pedra? Algum projeto desenvolvido no laboratório?
O mesmo acontece nos parágrafos seguintes. Quando você diz que "informações confidenciais estavam sendo vazadas", fiquei me perguntando: informações sobre o quê? Sobre a pedra? Sobre os experimentos?
Também tive essa dúvida em relação às pessoas que faziam perguntas. Eram jornalistas? A população? Outros cientistas? E as teorias que surgiam em fóruns e jornais eram sobre qual assunto?
Como leitora, senti falta de algumas referências mais concretas para conseguir acompanhar o raciocínio da cena. Em alguns momentos, tive a impressão de que o texto pressupõe que eu já saiba do que os personagens estão falando, quando ainda estou conhecendo esse universo. Talvez incluir alguns detalhes a mais ajude o leitor a entender melhor o que está acontecendo sem perder o mistério da história.
-
PermalinkA pedra emitia pulsos de energia luminosa que percorriam a superfície da redoma em intervalos regulares.
Era como se estivesse viva.
Nesse trecho, tive dificuldade em visualizar como essa energia se manifestava. Quando você diz que a pedra emitia "pulsos de energia luminosa", fiquei imaginando algo como uma luz piscando, mas não consegui formar uma imagem muito clara da cena. Talvez fosse interessante descrever melhor como essa iluminação acontece: ela percorre as rachaduras? A luz aumenta e diminui de intensidade? Ela se espalha pela redoma ou apenas a ilumina?
A frase "Era como se estivesse viva" fica mais impactante quando o leitor consegue visualizar esse comportamento. Se a descrição da energia for um pouco mais detalhada, essa comparação tende a causar um efeito ainda mais forte.
-
PermalinkNo centro da sala principal, uma rocha negra coberta por rachaduras azuladas permanecia presa dentro de uma cúpula de vidro reforçado, enquanto era constantemente analisada por pesquisadores de diversas áreas.
Nesse trecho, fiquei um pouco confusa com a referência à "sala principal". Como o ambiente ainda está sendo apresentado, tive a impressão de que a narrativa mudou de cena muito rapidamente. Talvez fosse interessante fazer uma breve introdução ao laboratório antes de mencionar a sala principal, para que o leitor consiga se situar melhor no espaço.
Outra sugestão é detalhar um pouco mais quem são esses pesquisadores. Em vez de "pesquisadores de diversas áreas", você poderia escrever algo como "uma equipe de pesquisadores de diversas áreas" ou até mencionar algumas especialidades (como biólogos, físicos, químicos etc.), caso isso seja relevante para a história. Isso ajuda a enriquecer a cena e torna a descrição mais visual.
-
PermalinkOi Kassio, vou dar minha opinião, vou fazer em alguns trechos, tudo bem?... Lembrando que não estou criticando apenas é minha opinião de leitora e escritora (novata). Sucesso!
O som das máquinas ecoava pelos corredores do laboratório subterrâneo escondido sob um hospital. Cientistas caminhavam apressados, carregando pranchetas e tablets repletos de informações
Essa primeira cena me passou a impressão de estar um pouco apressada, quase como um resumo dos acontecimentos. Para mim, ela acabou ficando mais descritiva do que imersiva, e isso diminuiu um pouco o impacto inicial.
Acho que a informação de que o laboratório é subterrâneo e fica sob um hospital poderia aparecer um pouco mais adiante. Assim, a abertura poderia focar primeiro na atmosfera e despertar a curiosidade do leitor antes de revelar onde a cena acontece.
Por exemplo:
"O som das máquinas ecoava pelos corredores do laboratório. Uma mistura de angústia e medo se espalhava enquanto cientistas caminhavam apressados por todos os lados, carregando pranchetas e tablets repletos de informações."
Depois, ao longo da cena, você poderia revelar que esse laboratório fica escondido sob um hospital. Na minha opinião, isso cria um pouco mais de suspense e faz o leitor querer descobrir onde aqueles acontecimentos estão ocorrendo.
-
PermalinkGostei muito da história espero que tenha mais episódio mas qual seria o nome da história gostaria de saber
-
PermalinkComo o laboratório sabia tanto sobre Charlotte tão longe da cidade? Tem que ter alguém por dentro entregando informações.
-
PermalinkAquele trecho de Charlotte rindo de Luccas no rio... depois de saber o que acontecia nos bastidores, mudou tudo.
Related discussions
-
Redação do ENEM feita por mim, o que acham?
Olá, boa noite. Gostaria de notas?
-
Não sei que título dar
Procurando feedback em relação ao meu texto
-
SONHO OU REALIDADE-HISTÓRIA/CURTA (CAP ?)
Nesse CAP eu tentei fazer uma interação direta dos dois e mostrar os pontos de vista dos dois, por isso foi um pouco mais longo! Espero que gostem. (Aceito críticas construtivas!)
-
O que acham sobre escrever sobre emoções?
Meu nome é Letícia e eu escrevo a dois anos, nunca publiquei nenhuma poesia ou algo do tipo e gostaria de opiniões !
-
SONHO OU REALIDADE-HISTÓRIA/CURTA (CAP ?)
Fiz essa história inspirada em um sonho que tive e em um romance real. Espero que gostem.. (Aceito críticas construtivas)
-
Queria excluir minhas postagens não consegui não sei nem se tem como
Queria excluir minhas postagens não consegui não sei nem se tem como fazer é uma pena porque não quero mais debater sobre esses assuntos. Vou parar de responder as pessoas.
-
Como um bairro tão conhecido ter um médico que se recusa atender pacientes!
Como um bairro tão conhecido ter um médico que se recusa atender pacientes! Sendo que já passaram tantos profissionais bons!será que estamos recredindo#tiradentes te conta
-
RESENHA CRÍTICA: O Falcão da Neve
Mais do que narrar a busca de um homem por um recomeço, O Falcão da Neve mostra como a natureza pode transformar, curar e revelar quem realmente somos.