Sou o Poeta do Delírio.
Escrevo com febre, rimo com vertigem, verso com desespero.
Minhas palavras tropeçam, mas chegam. Minhas frases não fazem sentido...
fazem sentimento.
Cada poema é um delírio lúcido, uma tentativa de traduzir o que só o coração entende.
Não escrevo para agradar!
Escrevo para sobreviver!
Porque enquanto houver dor, haverá poesia.
E enquanto houver poesia, eu estarei vivo.