"Querida confusão que ecoa em minha mente
Ja se fez frequente
A dias meu corpo sente
Falta de gente
Na minha memória
Não me recordo
Mas se esqueci aquela glória
E então estou de acordo
Li antigas escrituras
Imperadores citados
Fico feliz com tais figuras
E aqueles poemas criados
O romantismo ainda me consome
E então como uma fome
Devoro toda melancolia
Para estar de acordo com meu dia
Ao fim, me questiono quem era o frio imperador
Quem era minha Columbina?
Quem ao meu Pierrot trazia dor?
E reconhecia minha sina?
Digo isso como a história
Que perdesse-se em tal memória
Onde aqueles que a conhecem
Não citam para "meu bem"
Agradeço a leitura de tal poema
Em que esta cena
Mate de uma vez
Todo trágico camponês
Que confuso continua
Como um perdido em sua própria lembrança
Que nem mesmo tem mais a sua
Querida e morta esperança"