As empresas digitais são mais sustentáveis. Precisamos de mais Educação Ambiental no Brasil
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No momento em que pegou pela primeira vez uma pedra ou um galho para usar como ferramenta, o homem alterou irrevogavelmente o equilíbrio entre ele e o seu meio ambiente. Enquanto o número destas ferramentas permaneceu pequeno, seus efeitos demoraram muito tempo para se espalhar e causar mudanças. Mas a medida que aumentou o mesmo ocorreu com seus efeitos: quanto mais ferramenta, mais rápido o ritmo da mudança.” ( James Burke, Connections)
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“A todos que lutam por um lugar onde a espécie inteligente saiba encontrar o equilíbrio com os milhões de seres com os quais compartilha seu destino. Esta é uma contribuição à maior missão humana do século XXl, a conservação do planeta.” (Autores do Dicionário Brasileiro de Ciências Ambientais – Thex Editora)
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A base de toda a sustentabilidade é o desenvolvimento humano que deve contemplar um melhor relacionamento do homem com os semelhantes e a Natureza. (Nagib Anderáos Neto)
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A visão apresentada por Rowan Pedro de Araujo defende que a digitalização das empresas e a convergência de tecnologias modernas impulsionam diretamente a sustentabilidade corporativa. O autor destaca que a transição para modelos digitais, combinada com as práticas de ESG, Inteligência Artificial (IA), TI e Economia Circular, formam um pilar essencial para a eficiência e a ecoeficiência operacional.
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Como cada um desses conceitos se conecta e trazemos dados globais sobre a transformação do lixo em energia e a reciclagem de plástico em dormentes de ferrovia.
A Sinergia da Sustentabilidade Digital e Tecnológica
A integração de diferentes áreas tecnológicas cria um ecossistema focado no desperdício zero e no máximo aproveitamento de recursos:
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Empresas Digitais e Consumo de Papel: A substituição de processos analíticos por fluxos digitais diminui drasticamente a derrubada de árvores e o uso de água industrial.
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IA e TI Verde: A Inteligência Artificial e a infraestrutura de TI atuam como os cérebros da ecoeficiência. Elas monitoram dados em tempo real, otimizam o consumo de energia em data centers, prevêem falhas em cadeias de suprimentos e evitam o desperdício de matéria-prima.
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ESG e Economia Circular: Enquanto as métricas de ESG (Governança Ambiental, Social e Corporativa) cobram responsabilidade e transparência das empresas, a Economia Circular fornece o modelo prático para isso, garantindo que o ciclo de vida dos produtos seja estendido e que os resíduos retornem ao mercado como novos insumos.
Do Lixo à Energia: O Cenário Global
A transformação de resíduos não recicláveis em eletricidade e calor — processo conhecido como Waste-to-Energy (WTE) — varia drasticamente entre as nações, sendo amplamente adotado em economias desenvolvidas com forte regulação ambiental:
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Suécia e Noruega: São referências mundiais. A Suécia incinera cerca de 50% do seu lixo doméstico para gerar energia e aquecimento residencial. O país é tão eficiente que chega a importar resíduos de outros vizinhos europeus para abastecer suas usinas.
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Alemanha: Praticamente 0% do lixo urbano vai para aterros sanitários. Cerca de 30% a 35% dos resíduos restantes (que não foram reciclados ou compostados) são convertidos diretamente em energia.
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Japão: Devido ao espaço territorial limitado, o país incinera aproximadamente 70% a 80% de seus resíduos sólidos urbanos com tecnologias avançadas de recuperação energética.
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Brasil: O cenário ainda é inicial. Menos de 2% do lixo nacional é direcionado para a recuperação energética, com a maior parte dos resíduos urbanos ainda terminando em aterros e lixões.
Plástico Transformado em Dormentes de Ferrovia.
A substituição de dormentes tradicionais (de madeira ou concreto) por dormentes feitos de plástico reciclado e resíduos compostos é um exemplo prático e bem-sucedido de economia circular em larga escala:
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Vantagens Ecológicas: Evita o desmatamento (substituindo a madeira de lei) e retira toneladas de plástico de circulação, como polietileno de alta densidade (PEAD).
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Durabilidade e Eficiência: Os dormentes sintéticos são imunes a pragas, apodrecimento e oxidação, durando frequentemente mais de 50 anos (o dobro da madeira tradicional) e exigindo muito menos manutenção.
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Exemplos pelo Mundo: Países como Estados Unidos, Japão, Índia e nações da União Europeia já utilizam essa tecnologia em suas malhas ferroviárias e de metrô. No Brasil, concessionárias de ferrovias de carga também já realizam testes avançados e implementações graduais desse material reciclado em suas linhas.
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DORMENTES DE PLÁSTICO
O mercado de dormentes de plástico reciclado (também chamados de dormentes poliméricos ou compósitos) representa uma das maiores inovações globais para a infraestrutura ferroviária. Países como os EUA, Austrália e nações da Europa já utilizam amplamente essa solução para desviar resíduos plásticos de aterros.
Abaixo, veja o panorama completo de como essa indústria funciona no Brasil e seus aspectos técnicos, econômicos e sustentáveis.
1. Como está a Indústria no Brasil?
A indústria brasileira está em fase de transição e consolidação tecnológica. Historicamente, o Brasil utiliza muito a madeira devido às dimensões continentais e disponibilidade de recursos. No entanto, grandes operadoras e centros de pesquisa nacionais estão mudando este cenário:
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Grandes Operadoras: Empresas como a Vale realizam testes e instalações controladas em suas malhas ferroviárias há anos para validar a resistência desses materiais de plástico e borracha reciclada sob condições severas de carga.
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Pesquisa Nacional: A Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, em conjunto com outras instituições brasileiras, desenvolve patentes e tecnologias próprias de dormentes poliméricos de alta performance.
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Fabricantes Nacionais: Empresas locais e fornecedoras de infraestrutura (como a Ecoinova Brasil) já fabricam esses produtos sob encomenda, atendendo especificações de cargas e bitolas específicas para o mercado latino-americano.
2. Quantos kg de plástico são necessários para fazer um dormente?
O peso varia de acordo com as dimensões da bitola ferroviária (métrica ou larga):
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Em média, um dormente polimérico padrão para ferrovias pesa entre 80 kg e 130 kg.
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Como a composição do produto utiliza cerca de 85% a 100% de resíduos plásticos pós-consumo (junto a aditivos ou fibras para rigidez), são necessários cerca de 70 kg a 110 kg de lixo plástico descartado para fabricar uma única unidade.
3. Quantos dormentes leva 1 km de ferrovia?
Em solo brasileiro, a taxa de dormentação padrão exige de 1.600 a 1.850 dormentes por quilômetro de via permanente, a depender do tipo de carga e da bitola dos trilhos. [1, 2]
Impacto Ambiental: Ao construir apenas 1 km de ferrovia com essa tecnologia, a concessionária retira cerca de 64 toneladas de resíduos plásticos de aterros e oceanos.
4. Diferença de Custo (Madeira vs. Concreto vs. Plástico
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Critério |
Madeira Tratada |
Concreto Protendido |
Plástico Reciclado |
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Custo Inicial (Aquisição) |
Baixo a Médio |
Médio |
Alto (Maior investimento inicial) |
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Custo de Manutenção |
Alto (Trocas frequentes) |
Baixo |
Muito Baixo (Até 50% menor que o da madeira) |
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Vida Útil Média |
10 a 15 anos |
40 a 50 anos |
Mais de 50 anos |
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Custo do Ciclo de Vida (CCV) |
Caro a longo prazo |
Econômico |
O mais econômico a longo prazo |
Nota: Embora o preço de compra do plástico reciclado seja superior, o valor se dilui porque ele dura até 4 vezes mais que a madeira, eliminando custos de mão de obra para re-manutenção da via.
5. Vantagens do Dormente de Plástico (Sustentáveis e Financeiras)
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Financeiras: Isenção de apodrecimento. O material é imune a pragas (cupins), fungos e umidade. Ele não trinca nem racha sob impacto contínuo, reduzindo drasticamente os custos operacionais (OPEX) das ferrovias. Além disso, aceitam os mesmos sistemas de fixação da madeira tradicional, dispensando a troca de maquinários na instalação.
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Sustentáveis: Substituição direta do desmatamento (madeira de lei) e eliminação do uso do creosoto (substância química altamente tóxica usada para preservar madeira). Fomenta a economia circular limpando toneladas de lixo urbano de difícil reciclagem, como poliestireno e plásticos agrícolas.
6. Projeção de Uso e Consumo
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A projeção para os próximos anos é de crescimento acelerado. Com o Marco Legal das Ferrovias e planos de investimentos privados que preveem bilhões de reais para ampliar a malha nacional nos próximos anos, o uso de materiais sustentáveis tornou-se prioridade nos relatórios de governança ESG das grandes concessionárias (Rumo, Vale, MRS). O avanço da saturação de aterros sanitários no Brasil também forçará subsídios fiscais para indústrias que reaproveitam resíduos em larga escala.
7. Qualidade Testada e Aprovada do Material
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Os dormentes de plástico reciclado já são regulamentados e não são considerados "experimentais":
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Normatização no Brasil: O uso e os ensaios laboratoriais são regidos por parâmetros estritos da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), com diretrizes de conformidade junto ao DNIT.
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Performance Mecânica: Testes de fadiga provam que o dormente de compósito absorve e dissipa vibrações de forma superior ao concreto, preservando a geometria dos trilhos mesmo sob cargas extremas por eixo (suportando até 37,5 toneladas por eixo). Eles são testados exaustivamente contra oxidação por vazamentos de óleo diesel e graxas lubrificantes comuns nas vias.
ESG - VANGUARDA - SER EFICIENTE E ECOEFICIENTE
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A sigla ESG (Environmental, Social, and Governance, ou Ambiental, Social e Governança) é um conjunto de critérios utilizados para medir o impacto de uma organização além de suas métricas financeiras tradicionais.
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O ESG serve como uma métrica de avaliação de riscos e geração de valor, transformando a forma como investidores e o mercado analisam a viabilidade de longo prazo de um negócio.
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Abaixo, detalhamos como essa agenda funciona como estratégia e como está o cenário atual no Brasil e no mundo.
Os Três Pilares do ESG
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E (Ambiental): Gestão de resíduos, pegada de carbono, mudanças climáticas, biodiversidade e uso de recursos naturais.
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S (Social): Direitos humanos, inclusão e diversidade, relações trabalhistas, segurança do trabalho e impacto na comunidade.
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G (Governança): Transparência contábil, conduta ética, composição do conselho, direitos dos acionistas e combate à corrupção.
Visão Sistêmica, Holística, Sustentável e Estratégica
A agenda ESG enterrou de vez a visão antiga de que o único papel da empresa é dar lucro aos acionistas (shareholders). Hoje, ela opera sob a Teoria dos Stakeholders, gerando valor para todas as partes afetadas pelo negócio (funcionários, clientes, fornecedores, comunidade e planeta).
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Visão Sistêmica e Holística: A empresa compreende que faz parte de um ecossistema maior. O desperdício de água ou a falta de diversidade interna não são problemas isolados; eles afetam a reputação, a produtividade e a sobrevivência do próprio negócio.
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Visão Sustentável: Garante que o crescimento atual não comprometa os recursos das próximas gerações, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
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Visão Estratégica: O ESG deixou de ser uma ação de caridade (filantropia isolada) e passou a ser parte do planejamento principal da alta liderança. Ele serve para mitigar riscos jurídicos, climáticos e financeiros antes que eles aconteçam.
Vantagens Competitivas do ESG
Empresas que adotam práticas ESG robustas ganham diferenciais de mercado cruciais:
PADRÃO TABELA — VANTAGEM COMPETITIVA E ESG
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Vantagem Competitiva |
Impacto Prático no Negócio |
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Acesso facilitado a capital |
Grandes fundos de investimento priorizam ou condicionam aportes a empresas com metas ESG claras e práticas de sustentabilidade. |
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Redução de custos |
Práticas de ecoeficiência, como redução do consumo de energia, reciclagem e economia circular, diminuem despesas operacionais no médio e longo prazo. |
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Atração e retenção de talentos |
Profissionais qualificados, especialmente das novas gerações, tendem a valorizar empresas com propósito, ética e responsabilidade socioambiental. |
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Mitigação de riscos e resiliência |
A adoção de boas práticas reduz a exposição a multas ambientais, processos trabalhistas, conflitos, greves e boicotes de consumidores. |
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Valorização da marca |
Consumidores valorizam cada vez mais empresas responsáveis e podem priorizar marcas que demonstrem compromisso real com práticas ESG. |
A economia circular é um modelo de produção e consumo focado em eliminar o desperdício, reutilizar recursos e regenerar a natureza. Diferente do modelo linear tradicional ("extrair, produzir, descartar"), ela propõe que os materiais voltem continuamente para o ciclo produtivo.
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O conceito, suas vantagens estratégicas e o cenário atual no Brasil e no mundo.
O que é e para que serve?
A economia circular serve para desvincular o crescimento econômico do consumo de recursos finitos. Ela se baseia em três princípios práticos:
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Eliminar resíduos e poluição desde o design do produto.
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Manter produtos e materiais em uso (através da reutilização, reforma e reciclagem).
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Regenerar os sistemas naturais (devolvendo nutrientes à terra).
Vantagens Competitivas e Valor Estratégico
Adotar a economia circular não é apenas uma ação de caridade ou cumprimento de regras; é uma estratégia de negócios altamente competitiva:
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Redução de custos: Reaproveitar materiais existentes reduz drasticamente os gastos com matéria-prima virgem e gestão de resíduos.
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Segurança da cadeia de suprimentos: Diminui a dependência de recursos escassos ou importados, protegendo a empresa contra a volatilidade dos preços de mercado.
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Inovação e novos modelos de negócios: Abre portas para o modelo de "produto como serviço" (ex: em vez de vender uma lâmpada, vende-se o serviço de iluminação, mantendo a posse do equipamento para futura reciclagem).
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Fidelização e reputação de marca: Atende à crescente demanda de consumidores e Visão Sistêmica, Holística e Sustentável
A economia circular exige uma mudança profunda de mentalidade:
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Visão Sistêmica e Holística: Significa que nenhuma empresa ou produto funciona isoladamente. O design de um produto deve prever o que acontecerá com ele no final de sua vida útil, integrando designers, fornecedores, consumidores e recicladores em uma mesma engrenagem integrada.
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Sustentabilidade Real: Ao contrário da reciclagem tradicional (que apenas retarda o descarte), a visão holística redesenha os processos para que o conceito de "lixo" deixe de existir.
O Cenário no Brasil e no Mundo
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No Mundo
A agenda global é fortemente impulsionada pela regulamentação e pela pressão de investidores institucionais. O continente europeu lidera com diretrizes rígidas de relatórios de sustentabilidade Corporativa. O foco global está centrado no cumprimento do Acordo de Paris, na descarbonização das cadeias de suprimentos e nas metas de transição para energia limpa (Net Zero).
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No Brasil
O mercado brasileiro amadureceu substancialmente e já conta com grandes referências no setor (como Natura, Grupo Boticário e Ambev). O cenário nacional destaca-se pelos seguintes pontos:
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Regulamentação e Obrigatoriedade: A Comissão de Valores Mobiliários estabeleceu regras pioneiras através da Resolução CVM nº 193. Ela prevê a obrigatoriedade da emissão de relatórios financeiros sustentáveis baseados no padrão global IFRS para companhias abertas, fundos e securitizadoras de forma progressiva.
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Matriz Energética e Agronegócio: O país tem vantagem competitiva global devido à sua matriz elétrica limpa e ao potencial de crédito de carbono. Contudo, enfrenta forte cobrança externa e interna em relação ao desmatamento ilegal e à rastreabilidade de suas cadeias agrícolas.
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Mercado de Capitais: A B3 (Bolsa de Valores brasileira) possui índices consolidados que reúnem as empresas mais avançadas no tema, como o ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial) e o ICO2 (Índice Carbono Eficiente).
COMO ESTÁ O CENÁRIO NO BRASIL E NO MUNDO?
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REGIÃO |
CONTEXTO ATUAL E AVANÇOS |
DESAFIOS |
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NO MUNDO |
A União Europeia lidera o movimento com o Plano de Ação para a Economia Circular, adotando regras de ecodesign, passaportes digitais de produtos e medidas para ampliar a reutilização e a logística reversa. Grandes multinacionais também estabelecem metas de circularidade e reaproveitamento de materiais. |
A economia mundial ainda é predominantemente linear — extrair → produzir → consumir → descartar. O Circularity Gap Report aponta uma redução da circularidade global nos últimos anos, associada ao aumento do consumo e da extração de materiais. |
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NO BRASIL |
O país tem como principal marco a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e apresenta destaque internacional na reciclagem de latas de alumínio. No agronegócio, avançam os bioinsumos, a economia circular e o reaproveitamento de biomassa e resíduos agrícolas. |
Persistem desafios como infraestrutura insuficiente de coleta seletiva, baixa adesão ao ecodesign, necessidade de ampliar a logística reversa e questões tributárias que podem tornar produtos reciclados menos competitivos em relação aos materiais virgens. |
VISÃO SISTÊMICA DA
ECONOMIA LINEAR
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Objetivo: transformar resíduos em recursos, reduzir a pressão sobre os recursos naturais e aumentar a eficiência econômica, ambiental e social.
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O PROJETO CARAJÁS IMPLANTADO DENTRO DA FLORESTA AMAZÔNICA, COM 892 KM DE FERROVIA, ATRAVESSANDO O PA E MA, foi implantado com a economia de 1,4 bilhões de US$ e entregue antes do prazo. O único projeto estatal da história do Brasil com essa condição de eficiência e competência.
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O conceito de desenvolvimento sustentável ganhou contornos práticos após a visita do empresário suíço Stephan Schmidheiny ao Projeto Carajás, liderado por Eliezer Batista em preparação para a ECO-92. A eficiência do empreendimento, entregue antes do prazo e com economia expressiva, serviu de modelo empírico para integrar viabilidade econômica e preservação ambiental em escala global. Um exemplo de eficiência da Engenharia Nacional, tão defendida por Eliezer Batista
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É preciso ampliar o conhecimento para provocar reflexões. A EDUCAÇÃO para a sustentabilidade se faz necessária nas escolas, negócios dia a dia. Precisamos de atuar com a inteligência educacional e empresarial como iniciativas estratégicas. Usando Projetos integrados nessa ênfase. A pedagogia e a didática juntas são determinantes nesse processo humano, social, tecnológico e educacional.
O QUE É ECOEFICIÊNCIA?
A ecoeficiência é uma gestão que busca produzir bens e serviços de qualidade a preços competitivos, reduzindo ao mesmo tempo o impacto ambiental e o consumo de recursos naturais.
Em termos simples, significa fazer mais com menos: entregar valor para as pessoas enquanto o planeta é protegido e preservado.
Objetivos Principais
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Reduzir o consumo de matérias-primas, água e energia.
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Diminuir a poluição e a geração de resíduos e substâncias tóxicas.
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Aumentar o uso de materiais recicláveis e fontes de energia renováveis.
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Prolongar a vida útil dos produtos.
Benefícios
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Economia financeira: Menor gasto com insumos e energia gera redução de custos para as empresas.
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Competitividade: Estimula a inovação e atrai consumidores ou investidores conscientes.
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Sustentabilidade: Ajuda a preservar os recursos naturais para as próximas gerações.
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Todos os plásticos são derivados do petróleo, um recurso natural não renovável e altamente poluente;
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A reciclagem do plástico economiza até 90% de energia e gera mão-de-obra pela implantação de pequenas e médias indústrias;
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100 toneladas de plástico reciclado evitam a extração de 1 tonelada de petróleo.
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Plástico tem sido usado para dormentes de ferrovias. União Europeia usa resíduos de plástico e borracha para fazer dormentes
LIXO VIRA ENERGIA:
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NO JAPÃO, 62% DO LIXO VIRA ENERGIA.
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NA SUIÇA, 59%, NA FRANÇA, 37%
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Se separarmos direitinho o lixo que tem bom potencial energético, os dejetos de uma cidade como São Paulo seriam suficientes para gerar energia para 400 mil casas
O LIXO NO BRASIL PODE SER SOLUÇÃO DE ECONOMIA E INICIATIVA VERDE INTELIGENTE
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O Brasil perde cerca de R$ 14 bilhões por ano diretamente por deixar de reciclar materiais que vão parar em aterros e lixões. Quando consideramos todos os custos da má gestão de resíduos sólidos urbanos (incluindo logística ineficiente, gastos com saúde pública e impactos ambientais), o prejuízo da crise do lixo custa aproximadamente R$ 97 bilhões anuais ao país.
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Atualmente, o país produz mais de 81 milhões de toneladas de resíduos anualmente, mas a nossa taxa de reciclagem está estagnada em apenas 4% a 4,5%.
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O Raio-X do Desperdício e os Impactos no Brasil
Indicador
Dados Atuais
Impacto e Realidade Econômica / Sanitária
Geração de Lixo
81 milhões de toneladas/ano
Cada brasileiro produz, em média, 1,14 kg de lixo por dia.
Taxa de Reciclagem
Apenas 4,5%
Deixamos de reaproveitar anualmente milhões de toneladas de plásticos, papel, vidro e alumínio.
Lixões Ativos
Cerca de 3.000 lixões
Mais de 1.400 municípios ainda usam vazadouros irregulares a céu aberto, poluindo entradas de cidades e mananciais.
Destinação Inadequada
40% de todo o lixo
Mais de 30 milhões de toneladas são descartadas sem nenhum tratamento por ano.
Custos Ocultos
R$ 90 bilhões extras
Valores gastos com logística ineficiente, remediação ambiental e tratamento de doenças.
O lixo descartado incorretamente atrai vetores biológicos como moscas, mosquitos, baratas e ratos. Esse descontrole transmite doenças graves à população (como dengue, leptospirose, infecções gastrointestinais e parasitoses). A estimativa da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) aponta que os impactos à saúde decorrentes da poluição por lixo afetam mais de 76 milhões de brasileiros, gerando um custo hospitalar superior a US$ 1 bilhão por ano.
Qual o potencial desse mercado?
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Se o Brasil cumprisse as metas do Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Planares), o setor de reciclagem, compostagem e geração de energia limpa (como o biometano) poderia mitigar esses prejuízos e gerar bilhões em receita nova, além de formalizar o trabalho de milhares de catadores, que hoje respondem por 90% de tudo que é reciclado no país.
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A ecoeficiência é uma das principais medidas que contribuem para um futuro sustentável. Este conceito se refere à disponibilização de serviços e bens capazes de satisfazer as necessidades humanas e proporcionar qualidade de vida sem causar impactos ambientais e gastando o mínimo dos recursos naturais não renováveis.
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O objetivo da ecoeficiência é trazer mais rentabilidade, utilizando menos matérias-primas.
EMPRESAS DIGITAIS CONSOMEM MENOS ÁGUA, PAPEL E INSUMOS - PODEM SER MAIS EFICIENTE E ECOEFICIENTES -
MENOS ÁRVORES DERRUBADAS CONTRIBUIÇÃO PARA A NATUREZA :
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50 kg de papel velho = uma árvore poupada
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1.000 Kg de papel reciclado= 20 árvores poupadas
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1.000 Kg de vidro reciclado= 1300Kg de areia extraída poupada
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1.000 Kg de plástico reciclado= milhares de litros de petróleo poupados, o objetivo é fazer com que a tecnologia digital se transforme no “aliado essencial” do desenvolvimento sustentável. De fato, novas tecnologias, incluindo, aumentam as possibilidades de avaliação e modelagem dos impactos das mudanças climáticas.
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As inovações tecnológicas oferecem essa possibilidade, em maior escala, em nível global, de aumentar a consciência pública e global.
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O governo precisa investir na educação ambiental e tecnologia. Essa realidade se cruza no planejamento da empresa.
A empresa digital gasta menos papel e menos derrubada de árvores.
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Menos papel e mais árvores: digitalização é uma das principais medidas para a proteção do meio ambiente. No Brasil, o consumo de papel é de mais de 9 bilhões de quilos por ano. O Meio Ambiente, que agradece à tecnologia pela crescente economia de papel, e, consequentemente, de recursos naturais, como árvores e água, com as possibilidades trazidas pela digitalização de documentos, arquivos, livros, projetos e outros tipos de informação.
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O Brasil possui 7,74 milhões de hectares de árvores plantadas (eucalipto, pinus acácia, araucária, paricá e teca), onde 34% são destinadas a celulose e papel.
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Atualmente, o país é um dos maiores produtores de floresta plantada no mundo e em 4º lugar no ranking mundial dos produtores de celulose.
Benefícios
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As iniciativas do segmento beneficiam cerca de dois milhões de pessoas, consolidando o setor brasileiro de base florestal como indutor de desenvolvimento econômico e social do país.
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O setor de árvores plantadas é responsável por cerca de 4,2 milhões de empregos diretos e indiretos;
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Reciclar uma tonelada de papel evita o abate de cerca de 15 árvores de eucalipto, economiza 71% de energia elétrica e minimiza cerca de 74% das emissões que se teriam no processo de fabricação;
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Os sacos plásticos demoram cerca de 40 anos para desaparecerem quando lançados no ambiente, já o papel demora 3 meses para biodegradar;
Reciclagem
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Cerca de 46% do papel, produzido e comercializado no Brasil, é reciclado e volta para a cadeia produtiva (dado relativo ao ano de 2015).
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Estima-se que o papel pode ser reciclado até 6 vezes
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De todo o papel reciclado, 80% é destinado à confecção de embalagens, 18% a papéis sanitários e 2% à impressão.
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Mercado - A Europa manteve-se como principal destino da celulose brasileira, com 38% por cento das vendas, seguida pela China (33%) e América do Norte (17%).
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O consumo de papel no Brasil é de apenas 4 Kg por habitante/ano, enquanto nos países desenvolvidos varia entre 12 a 18 Kg por habitante/ano.
Fonte: Ibá e Bracelpa
A NOVA ERA DE DIGITALIZAÇÃO DE DOCUMENTOS - Digitalização de documentos reduz até 40% do tempo gasto por usuário. Publicado em 03/03/2021 às 18:03.3 de mar. de 2021
ECONOMIA DE PAPEL E ÁRVORES:
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MINERAÇÃO E EMPRESAS COMEÇAM A VER O FUTURO DIGITAL LIGADO EM SUSTENTABILIDADE, ECONOMIA DE PAPEL, ESPAÇO, TEMPO E MAIOR COMPETITIVIDADE. FORMA UMA CADEIA DE OTIMIZAÇÃO E REDUÇÃO DE CUSTO. AS EMPRESAS DIGITAIS CONSOMEM MENOS PAPEL. PORTANTO, SÃO MAIS SUSTENTÁVEIS. AÇÕES INDIVIDUAIS RESULTAM EM NÚMEROS ASSOMBROSOS QUANDO COLOCADOS NA COLETIVIDADE. SOMOS MAIS DE 200 MILHÕES DE BRASILEIROS E NOSSO CONSUMO DE PAPEL EQUIVALE A MAIS DE 200 MILHÕES DE ÁRVORES DERRUBADAS POR ANO. FUTURO DIGITAL- SUSTENTÁVEL , O GANHO DE TEMPO, DINHEIRO, ESPAÇO E TECNOLOGIA.
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Com o advento da necessidade de a indústria estar cada vez mais sendo evoluída e usada pela ciência unida a TI. Hoje podemos ver que se tornou uma verdadeira força motriz para as empresas, que moldam a sua competitividade, produtividade, eficiência e lucro. Empresa defasadas tecnologicamente, sem ERP, sistemas inteligentes, automação e inteligência artificial estarão fora do ecossistema empresarial moderno.
Graças ao avanço da tecnologia na digitalização e na identificação de textos. A digitalização estão mais precisas e velozes. As vantagens da digitalização de documentos em relação ao arquivamento tradicional:
- Maior eficiência - Pesquisa rápida
- Economia incrível no espaço de trabalho - Melhor organização e segurança
- Redução de custos - baixo custo
AUMENTAR A EFICIÊNCIA
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O principal fator que muitas empresas optam para digitalizar documentos é que isso afeta diretamente o desempenho e dinâmica. Aumenta a confiabilidade e melhora a eficiência da digitalização de documentos. O fato é que o arquivamento e o acesso à papelada são relativamente trabalhosos. lentos, demorados e difíceis de fazer gestão.
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Documentos em papel podem ser facilmente danificados e destruídos, enquanto este documento eletrônico digitalizado pode ser a única cópia de um documento importante para posteridade e protegido sob todos os aspectos, e sem risco de perda de documento por falta de conservação, umidade, etc.
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Otimiza tempo. Um documento digitalizado é localizado em até 45 segundos, um papel dependendo da complexidade de seu armazenamento em papel pode durar 15 dias.
EXEMPLO -Novembro - 2018: Os técnicos da Prefeitura de São Paulo enfrentam dificuldade para achar um documento (Projeto Importante) para as obras do viaduto que cedeu na marginal Pinheiros : o projeto de construção em papel estava sumido.
Desenhos do Projeto Estrutural do viaduto de São Paulo some e prefeitura recorre a acervos da viúva de engenheiro : Digitalização evitaria problemas de atraso do início das obras de reparo do viaduto que cedeu em São Paulo. Não localizaram os desenhos nos arquivos mortos acumulados, conforme figura acima em tempo hábil.
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A digitalização de documentos melhora a eficiência usando uma variedade de maneiras, como arquivamento, pesquisa e recuperação. Como os documentos são digitalizados , eles podem ser pesquisados e visualizados o mais rápido possível e com fácil acesso em segundos.
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Após a digitalização, os documentos são armazenados e criptografados em pastas seguras. Em grandes redes é fácil encontrar documentos digitalizados com segurança e acessível aos usuários
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Procurar por um documento específico leva um tempo, mas todos os documentos digitalizados, o que precisamos pode estar bem à nossa frente, disponíveis na tela, leitura, impressão, envio por e-mail, compartilhamento ou qualquer outra ação pode ser feita rapidamente.
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Isso significa reduzir o tempo, aditiva a referência para a unidade de arquivamento, compartimentos de armazenamento.
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O armazenamento de papel está obsoleto. A digitalização além de proporcionar ganho de tempo com proteção dos documentos eletronicamente fica livre dos estados de umidade, mofos, poeira e traças que destroem documentos.
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Graças às técnicas avançadas, os documentos podem ser facilmente indexados para permitir uma fácil recuperação durante a pesquisa. Esses itens podem ser qualquer coisa, por exemplo, um número de referência ou nome Cliente ou ....
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Além disso, usando a tecnologia é fácil converter documentos digitalizados em texto pesquisáveis, o que facilita até mesmo a entrada O documento procura por informações específicas.
INCRÍVEL ECONOMIA NO ESPAÇO -
Economia espaço como de trabalho na digitalização de documentos:
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Obviamente, documentos em papel precisam ser arquivados no espaço. Em muitas organizações que dependem de informações baseadas em papel, o arquivamento dessas informações pode se transformar em um grande problema em termos de ocupação e cuidados permanente. Muitas empresas estão crescendo e, consequentemente, aumentar a quantidade de informação se relaciona com o problema da escassez aguda de espaço de trabalho que finalmente são forçados a trabalhar em espaço cada vez menores e que gera inconveniente com uma potencial violação da saúde e Segurança e Meio Ambiente do trabalho
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Se decidirmos gerenciar os documentos digitalmente. Após a digitalização, vamos liberar espaços de novas salas para reuniões treinamentos, etc. Espaços antes ocupados com as caixas e arquivos. Este espaço livre pode fornecer melhorias além do que foi citado, e pode ser utilizado por outros projetos, ou dando ao pessoal um espaço especial , que contribui para melhorar o ambiente, clima organizacional e elevação do moral dos empregados.
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Essa satisfação dos empregados consequentemente, melhora suas taxas de produtividade do trabalho. Os documentos de digitalização podem reduzir o custo de sua organização, antes usando recursos de armazenamento baseados em papel, gestão de conservação e manutenção.
MELHOR ORGANIZAÇÃO E SEGURANÇA -
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Podemos nos organizar melhor com a digitalização. Os documentos digitalizados fornecerão um arranjo melhor e mais organizado para os seus usuários. Já falamos sobre perda ou destruição de documentos de antemão, mas se houver apenas uma versão de um documento especial e, de alguma forma, desaparecer, o que acontece? Esse problema pode ser esquecido pela digitalização em geral. Uma base de dados robusta é formada e consequentemente um Gestor de Banco de Dados preparado e certificado.
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Tudo isto que falamos de otimização, organização e ganho de espaço físico estará de certa forma amarrado em iniciativas e ações de qualidade total com relação ao 5s, e o senso de de utilização.
REDUÇÃO DE CUSTO - Optar pela assinatura digital
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A assinatura digital, além de contribuir para a redução de gastos públicos — pelo fato de substituir o uso de papéis e outros recursos físicos, como pastas, arquivos e tinta para impressão, também auxilia no aumento da produtividade e minimiza os processos burocráticos.
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Além do exposto acima, a digitalização não apenas economiza dinheiro, reduz custo, mas também, em geral, produzem muito mais com muito menos tempo. A digitalização e o gerenciamento de documentos de várias maneiras podem gerar economia, os custos das empresas baixam, e muito.
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O custo de manter documentos físicos, são despesas de arquivamento em mobiliários e espaço físico. A manutenção que acaba ficando com altos custos. Se os documentos forem mantidos apenas em um centro de armazenamento de documentos (servidor de arquivamento). Após a digitalização de documentos, as cópias em papel poderão ser descartadas.
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Isso faz com que o custo de arquivamento seja zero. Deve-se notar também que o acesso a alguns documentos para algumas empresas e grandes centros é demorado, algumas até acima de 3 dias. Documentos gerados após 5 anos , o que, por sua vez, cria um custo oculto, por meio de escaneamento.
BAIXO CUSTO
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A digitalização de documentos tem baixo custo e ótimo custo benefício. Muitos dos métodos atualmente usados para gerenciar e arquivar documentos da maneira tradicional são onerosos, e muitas vezes, esses custos são compensações que mostram ao longo do tempo seu impacto.
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Suponha 200 EMPREGADOS (obtendo um documento do arquivo, procurando um documento específico, etc. Com um tempo de 1 hora em média. Durante um mês gastam 200 horas. Digitalizados gastariam 200 minutos que totalizariam menos de 2 horas. 180 horas seriam improdutivas, sob esta analise. Com apenas uma multiplicação e divisão simples, a quantidade de dinheiro gasto nessas questões pode ser obtida com a digitalização . As vantagens são: economia, de tempo, dinheiro, espaço, crescimento tecnológico, vanguarda, moral alto dos empregados e absorção de novos e modernos conhecimento.
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Estamos perdendo bilhões em tempo, espaço, organização por má conservação de documentos. As leis obsoletas que não acompanham o processo evolução em tudo que se refere a tecnologia. As resistências e o medo das mudanças não têm idade varia de pessoas de 30 a 80 anos que estão nas empresas.
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A burocracia encorpa o Custo o Brasil, e é outro problema grave. O que mais precisamos é otimizar processos, sermos mais produtivos e mirarmos na competitividade, produtividade e lucro, que começa com uma filosofia tecnologista de gerir pessoas, liderança, processo, tecnologia, melhoria e inovação contínua.
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Gestão do capital humano, gestão do conhecimento e aplicação de tecnologias para sobrevivermos em um ambiente competitivo de margem de lucro comprimida. Precisamos de novos projetos e visão de futuro.
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A tendência é termos as empresas cada vez mais digitais operadas com menos pessoas, mais softwares, inteligência artificial, automatização, sensoriamento remoto e outras ferramentas tecnológicas.
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Este é o futuro e as empresas e países que não investirem em saúde, educação, comunicação, ciência, inovação, pesquisa e tecnologia , vão estar fora da civilização moderna.
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Serão considerados países e empresas burros, burras, obsoletos e obsoletas e sem perspectivas de vanguarda. O Sucateamento é o nome destas coisas. A digitalização de documentos é um processo irreversível, o tempo é o recurso mais escasso e caríssimo das empresas no século XXI.
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Precisam economizar espaço físico, e o cerne da economia da digitalização de documentos está muito ligada à estas duas posições de gestão inteligente. Arquivo morto em papel chega ocupar 1/3 de determinadas empresas. Essa prática e condição é vergonhosa. O computador de centímetros x centímetros, guarda mais documentos que as salas de dezenas de metros quadrados x dezenas de metros quadrados - centenas de metros quadrados.
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Feita a digitalização está assegurada a gestão por um processo de otimização, inovação, melhoria contínua e visão de futuro e vanguarda.
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Os resistentes, os conservadores perderão a competitividade e sumirão do mercado, por uma questão de tempo. Ficarão os dinâmicos que sabem diferenciar o convencional e o arcaico. O status Quo X a necessidade inteligente de mudar para sobreviver. Os que não mudam não se sustentam mais no SÉCULO XXI.
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A digitalização visa ter as empresas mais verdes e menos consumidoras de papel. Uma tonelada de papel significa 24 árvores tombadas.