A noite cai,
Meu corpo assente.
O vento sai,
Meu corpo sente.
Sua falta bate forte,
Minha mente sacode.
Memórias se passam,
Minha mente as abraçam.
O travesseiro..
Agora é meu companheiro.
O sono vem logo,
E junto a ele... meu descanso solo.
A noite cai,
Meu corpo assente.
O vento sai,
Meu corpo sente.
Sua falta bate forte,
Minha mente sacode.
Memórias se passam,
Minha mente as abraçam.
O travesseiro..
Agora é meu companheiro.
O sono vem logo,
E junto a ele... meu descanso solo.
Tem cara de ter sido escrito na mesma noite, com o travesseiro já do lado. Esses versos curtinhos no fim parecem de quem já tá quase dormindo.
Aposto que isto foi escrito já deitado, com o telemóvel numa mão e o travesseiro na outra. Lê-se com sono, no bom sentido.
O fim é mais sereno do que eu esperava. Depois da mente a sacudir, adormecer logo soa a alívio, como se a falta cansasse mais do que dói.
Gostei do vento saindo e do corpo sentindo logo em seguida, parece que a falta chega junto com o ar mexendo.
Sabe? Aquele papo "Entre salvar o mundo ou seu amado, qual você escolheria?"
Apaixonei-me por uma pessoa! Mal falada por pessoas, Bem falada pelas bocas... Será que estou louca?!
Se como hoje, o amanhã for o destino , Quero viver e cair no teu delírio, Sentir e ouvir a voz do teu livro, Ver e amar o teu sorriso.
A noite cai,