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As memórias não apagadas

serio

Conteúdo da publicação

Nas profundezas do sono, os dilemas se escondem,

Mascarados por ilusões, onde todos se esquecem.

Mas quando o sol ressurge, as feridas se mostram,

E a busca por soluções, nos corações ecoam.

Dormimos para fugir, para momentaneamente aliviar,

Mas na jornada da vida, enfrentar é o realizar.

Enquanto o mundo dorme, a alma persiste acordada,

Procurando na escuridão a luz da madrugada

Todos os dias, ao amanhecer,

Vejo seu rosto, impossível de evitar,

Um amor que não consigo esquecer,

Um desejo que não para de machucar.

Seus olhos cruzam os meus, tão indiferentes,

Mas em meu peito, o coração dispara,

O amor que sinto, oculto entre a gente,

Torna minha alma uma constante batalha.

Caminho pelas ruas, cercado de lembranças,

Seus sorrisos, suas palavras, sua essência,

Cada encontro casual, uma nova esperança,

Cada despedida, uma nova sentença.

Tento seguir em frente, mas tropeço,

Em memórias que não consigo apagar,

Amá-la todos os dias é um suplício,

Um tormento que não cessa de me castigar.

Talvez um dia encontre a libertação,

Quando seu olhar não mais me aprisionar,

Mas até lá, vivo nessa contradição,

Amando-a em silêncio, sem cessar.

Thoughts

  • AlineTeixeira

    Reconheci as estrofes do amor calado do outro poema seu, mas aqui elas vêm depois da parte do sono e mudam de peso. Agora o amor calado tira até o sono, com o rosto dela de volta toda vez que o sol nasce.

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Nas profundezas do sono, os dilemas se escondem,

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