Postar um poema sobre morte é levantar no microfone com uma verdade que a maioria quer esconder. Aquela dúvida entre armas ou cadernos, essa é pesada mesmo. A gente vive fugindo disso, mas você parou pra nomear.
A triste realidade
Ela vem com toda certeza...
In groups
Pensamento
Postar um poema sobre morte é levantar no microfone com uma verdade que a maioria quer esconder. Aquela dúvida entre armas ou cadernos, essa é pesada mesmo. A gente vive fugindo disso, mas você parou pra nomear.
Conteúdo da publicação
A Triste Realidade
Felipe Oliveira
Pensada por muitos,
Indesejada pela maioria,
Ela vem com toda a certeza,
Impulsionando nossa rebeldia.
Viver para ser feliz,
Ou viver para ser um bom profissional?
Escolha precisa e pesada:
Armas ou cadernos — a dúvida nacional.
Para alguns, ela vem cedo,
Deixando próximos arrasados.
A vida não para,
Sem vez para atrasados.
Eu vi ela de perto,
Não desejo a ninguém.
Agoniante e triste a própria...
A morte que nos convém.
Thoughts
-
PermalinkEsse "Viver para ser feliz, ou viver para ser um bom profissional?" é muito real e pertinente nos dias de hoje. Se você perguntar para qualquer um, 99% das respostas seriam viver para ser feliz, mas na prática essa escolha é profundamente rejeitada por uma sociedade hiperprodutiva
-
PermalinkPostar um poema sobre morte é levantar no microfone com uma verdade que a maioria quer esconder. Aquela dúvida entre armas ou cadernos, essa é pesada mesmo. A gente vive fugindo disso, mas você parou pra nomear.
Related discussions
-
Dingol Bell - Parte 07
Continua da minha história - Parte 07
-
Volta a escola! - Parte 06
Continuação da minha história - Parte 06
-
Amor Traiçoeiro
Este foi o primeiro que eu fiz
-
Meio robótico
Um dia rela
-
Nem todo mundo que sorri,esta em Paz
Nem todo mundo que sorri,esta em paz....
-
O Natal de dezembro 1988
Era dezembro de 1988, véspera de Natal daquele ano. Eu caminhava apressada e o barulho rítmico do meu tamanco de madeira parecia o cuco lá de casa, que tocava de hora em hora. Cheguei ao mercadinho. O calor abafado daquele lugar me atingiu em cheio. Olhei para os lados: um ambiente precário, alguns azulejos brancos caindo e uma parte da parede exibia um tom de verde descascado. O chão de cimento batido, pintado de vermelho, estava perdendo a cor — desbotando como tudo naquele lugar. Peguei o q
-
Conto: Meu pai
Das poucas coisas de que me recordo da infância — a mobília dos anos 90, Lulu, a cadela que quase não andava porque tinha as patas traseiras deficientes, a iluminação pública e os orelhões —, nada disso me marcou tanto quanto algo que, para mim, nunca foi tangível: as ásperas mãos do meu pai.
-
Cognocente(aquele que sabe)
Queria expressar tudo[1] O nunca mais é muita coisa[2] Pelo menos uma vez falar tudo[1] Mas o nada me machucou [3] E tudo isso me fez enxergar[1] Fecho meus olhos para o mundo[2] Apenas aparece[1] Você[1] fez a escolha[2] certa ?![3]