Carrego no meu peito um vazio sem nome,
vazio esse que me destrói e me comove.
Não sei o que é isso, só sei que me consome.
Eu quero que ela me ame, mas não quero deixar ela me amar.
Quero ser dela, mas tenho medo de me aproximar.
Quero senti-la, trocá-la, sentir seu cheiro, mas não quero me arriscar.
Sempre vou preferir ser a sombra que o persegue,
só para não ter que te encarar.