PADECENDO
Aos sons dos sinos
E cantos de hinos,
Ao alto da trova,
Na touca sarta,
Trancada a porta
Da folia farta,
Nessas recaídas,
Esses devaneios.
Estando à flor da pele,
Variados receios,
Lá estavam mortos
Os males feitos.
Vivendo no vale,
ao espelho orando,
Com a fantasia,
Tecendo a ânsia
Que de dentro a fora
De mim alimenta,
Desde a infância,
Vem assim e louva.
E a corda largada
Já comemorando,
O fim desta azia
Que me namora.