Era Medieval (séc. XII a XV): O marco inicial é a Cantiga da Ribeirinha (1198), de Paio Soares de Taveirós, escrita em galego-português. Destacam-se também o dramaturgo Gil Vicente e as crônicas históricas. [1, 2, 3, 4, 5]
Classicismo (séc. XVI): Marcado pelas Grandes Navegações, tem como expoente máximo Luís Vaz de Camões, autor da epopeia Os Lusíadas, que exalta os feitos heroicos portugueses. [1, 2, 3]
Romantismo (séc. XIX): Trouxe a subjetividade e a idealização, com grandes nomes como Almeida Garrett e Camilo Castelo Branco. [1]
Realismo/Naturalismo: Destaca-se Eça de Queirós, que criticou profundamente a sociedade e o clero em romances como Os Maias e O Crime do Padre Amaro. [1, 2, 3]
Modernismo (séc. XX): Revolucionou as letras com o gênio de Fernando Pessoa, conhecido por seus heterónimos e pela obra Mensagem. [1, 2, 3]
Contemporaneidade: José Saramago, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1998, é a maior referência com obras como Ensaio sobre a Cegueira. Destaque também para nomes modernos como Lídia Jorge.
A literatura portuguesa part/02
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Era Medieval (séc. XII a XV): O marco inicial é a Cantiga da Ribeirinha (1198), de Paio Soares de Taveirós, escrita em galego-português. Destacam-se também o dramaturgo Gil Vicente e as crônicas históricas.Classicismo (séc. XVI): Marcado pelas Grandes Navegações, tem como expoente máximo Luís Vaz de Camões, autor da epopeia Os Lusíadas, que exalta os feitos heroicos portugueses.Romantismo (séc. XIX): Trouxe a subjetividade e a idealização, com grandes nomes como Almeida Garrett e Camilo Castelo